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Eduardo Campos
Eduardo Campos
Jornalista formado pela Universidade Metodista de São Paulo e Master In Business Economics (Ceabe) pela FGV. Cobre mercado financeiro desde 2003, com passagens pelo InvestNews/Gazeta Mercantil e Valor Econômico cobrindo mercados de juros, câmbio e bolsa de valores. Há 6 anos em Brasília, cobre Banco Central e Ministério da Fazenda.
Sinal amarelo ligado

Regime de capitalização na Previdência não é solução mágica, diz Armínio Fraga

Ex-presidente do BC se diz mais esperançoso do que confiante na capacidade de o novo governo em aprovar a reforma

11 de janeiro de 2019
18:21 - atualizado às 18:27
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Imagem: HSM Brasil/Divulgação

O ex-presidente do BC e sócio do Gávea Investimentos, Armínio Fraga, se diz mais esperançoso do que confiante no novo governo, pois houve “muito ruído nesse período e muita gente falando sem convicção. E isso é preocupante”.

Fraga falou brevemente com a imprensa após participar de evento no BC do Rio. Para ele, o problema fiscal é “tão grande” e isso vai ficar tão claro que a reforma tem chance de acontecer. Além disso, como os Estados também precisam dessa reforma, eles devem ajudar a fazer pressão política pela aprovação.

Perguntado sobre o regime de capitalização que deve contar da proposta do governo, Fraga disse o modelo dá mais consciência às pessoas de que elas estão poupando. “Mas não é uma solução mágica”, disse.

Ainda de acordo com Fraga, a questão da transição ainda não está clara e também para quem seria esse regime. Segundo ele, para o pessoal de baixa renda é mais seguro ter uma aposentadoria já quantificada. A conta pessoal “é bacana”, mas a pessoa está exposta a variações do juro, por exemplo, nesse período.

“E mais ou menos consenso de que é melhor ter isso [benefício] de forma mais segura para a fatia mais desfavorecida da população. É um seguro que eu acho que essas pessoas merecem e o governo tem que dar isso para elas”, explicou.

Na sua fala durante o evento, antes de desejar sorte ao presidente indicado Roberto Campos Neto, Fraga disse que “não há BC que resista a situação fiscal como a nossa. A situação é totalmente urgente. O governo federal está bem mal das pernas e Estados estão quebrados”.

Ainda de acordo com Fraga, uma reforma da Previdência “mais ou menos será uma ducha de água fria. Nossa situação é de alto risco”. No entanto, ele disse acreditar que a equipe atual vai fazer os ajustes necessários.

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