Minerva Foods tem prejuízo líquido de R$ 92,1 mi no 4º trimestre (-70% em 1 ano)
Prejuízo acumulado no ano foi de R$ 1,264 bilhão, pior que o de R$ 280,7 milhões do ano anterior, uma variação de 350,6%
A Minerva Foods reportou prejuízo líquido de R$ 92,1 milhões no quarto trimestre de 2018, 70,6% menor que o de R$ 313,3 milhões registrado em igual período de 2017. No ano, o prejuízo acumulado foi de R$ 1,264 bilhão, pior que o de R$ 280,7 milhões do ano anterior, uma variação de 350,6%.
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado somou R$ 462,8 milhões entre outubro e dezembro, um aumento de 27,4% ante igual trimestre do ano anterior. A margem Ebitda ajustada passou de 9,2% para 10% na mesma base de comparação. No ano, o Ebitda ajustado alcançou R$ 1,550 bilhão, expansão de 22,5% ante 2017.
A receita líquida da Minerva no quarto trimestre de 2018 ficou em R$ 4,610 bilhões, alta de 16,3% em relação a igual período do ano anterior, quando totalizou R$ 3,964 bilhões. No acumulado do ano, a receita atingiu R$ 16,21 bilhões, aumento 15,5% em comparação com 2017.
Os resultados de 2017 incluem números pro forma de receita líquida e Ebitda para as unidades dos ativos do Mercosul adquiridos em 01 de agosto de 2017.
O CEO da Minerva Foods, Fernando Galletti de Queiroz, destacou que a companhia gerou resultado operacional no quarto trimestre de 2018 e "só não teve lucro líquido por causa de despesas extraordinárias".
Dentre as despesas, o diretor Financeiro e de Relações com Investidores (RI), Edison Ticle, detalha uma correção monetária na Argentina, uma operação de impairment (redução do valor a recuperar do ativo imobilizado) e um resgate de bonds. "A questão da hiperinflação na Argentina gerou esse ajuste e despesa de R$ 24,7 milhões; o impairment teve efeito de R$ 18,8 milhões e o resgate de bonds, de outros R$ 59 milhões", explica.
Leia Também
Na avaliação de Queiroz, "a grande surpresa deste balanço foi a desalavancagem". A relação entre dívida líquida e Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado baixou de 5 vezes no terceiro trimestre de 2018 para 3,9 vezes no quarto trimestre do ano. Ao final de 2017, a alavancagem estava em 4,6 vezes. A companhia ressalta que as referências de 2017 incluem números pró-forma de receita líquida e Ebitda para plantas dos ativos do Mercosul adquiridos em 1º de agosto de 2017.
"Alta geração de caixa livre ajudou a desalavancar a companhia no quarto trimestre. Se o fluxo de caixa fosse zero no período, a alavancagem teria ficado em, aproximadamente, 4,2 vezes, que é o que o mercado estava esperando", argumenta Ticle. O fluxo de caixa livre do intervalo de outubro a dezembro de 2018 foi de R$ 363,3 milhões. No acumulado do ano este resultado alcançou R$ 752 milhões.
E AGORA, PETROBRAS?
EUA podem fechar a torneira do diesel e deixar o Brasil mais vulnerável, segundo Citi; é hora de rever a carteira de BDRs?
28 de setembro de 2026 - 18:10CASAS DE APOSTAS
R$ 1,7 bilhão na mesa: bets terão de devolver dinheiro a 22,9 milhões de apostadores após MP de Lula
28 de setembro de 2026 - 17:16O PREÇO DAS ELEIÇÕES
Sem rali eleitoral? Gatilho para a bolsa brasileira fica para depois das eleições; saiba qual é, segundo o JP Morgan
28 de setembro de 2026 - 12:00INSEGURANÇA
Bets estudam medidas para tentar reverter proibição depois de MP de Lula, mas proximidade da eleição atrapalha
28 de setembro de 2026 - 10:04É BOM SABER
Milhões de brasileiros desconhecem benefício do novo RG e ficam sem acesso mais seguro ao gov.br
28 de setembro de 2026 - 9:27DANÇA DAS CADEIRAS
+Milionária acumulada promete R$ 99 milhões, mas Mega-Sena se aproxima; confira o ranking dos maiores prêmios das loterias da Caixa
28 de setembro de 2026 - 6:41NAS MÃOS ERRADAS
Fim da humanidade? Desenvolvimento da IA sem controle pode levar a um bilhão de mortes, diz Bill Gates
27 de setembro de 2026 - 17:01O QUE BOMBOU NO SD
O sumiço das LCIs e LCAs, os R$ 10 bilhões do Bradesco e os dividendos da Petrobras (PETR4): as mais lidas da semana
27 de setembro de 2026 - 15:01FIIS DE LAJES CORPORATIVAS
Locação do Esther Towers pelo Itaú Unibanco, maior da história, abre alerta; entenda o que acontece com setor de escritórios agora
27 de setembro de 2026 - 11:30ELEIÇÃO, JUROS E FISCAL
“Essa taxa se torna insustentável”: os juros que enchem o bolso do investidor podem estar virando problema para o Brasil
26 de setembro de 2026 - 17:19DESTAQUES DA BOLSA
Magazine Luiza (MGLU3) ganha fôlego e Natura (NATU3) fica na lanterna: veja os altos e baixos do Ibovespa na semana
26 de setembro de 2026 - 16:08TOUROS E URSOS
Seu próximo carro será chinês? BYD, GWM e a nova guerra do mercado automotivo
26 de setembro de 2026 - 15:00DE OLHO NAS DÍVIDAS
Desenrola 3.0: governo Lula quer renegociar até R$ 150 bilhões em dívidas — mas como vai bancar essa conta?
26 de setembro de 2026 - 11:24Conteúdo Empiricus
McKinsey: Só 6% das empresas faturam com IA de verdade — veja característica em comum entre elas
26 de setembro de 2026 - 9:00O CRONOGRAMA DO RESGATE
O que acontece com o dinheiro de quem apostou nas bets após a proibição do governo
25 de setembro de 2026 - 18:58MIX DE SENTIMENTO
Ibovespa ainda pode subir quase 20%, mas investidores estão com pé atrás; Safra explica o motivo
25 de setembro de 2026 - 18:40EFEITOS VIRÃO NO 3T26
As vendas continuam, mas o dinheiro não chega: como a greve na Caixa afeta as incorporadoras, segundo BTG Pactual
25 de setembro de 2026 - 16:36CORRENDO CONTRA O TEMPO?
A 10 dias das eleições, ministro da Fazenda defende que governo Lula adotou ‘política fiscal correta’ em artigo na The Economist
25 de setembro de 2026 - 10:39TENTE OUTRA VEZ
Ozempic no SUS? Governo tenta emplacar canetas emagrecedoras nos postos de saúde e cita queda de 70% nos preços
25 de setembro de 2026 - 7:37MÁQUINA DE MILIONÁRIOS EMPERRADA