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Na quarta-feira, empresa anunciou uma previsão de queda nas receitas do quatro trimestre de 2018, de US$ 93 bilhões para US$ 84 bilhões
A Apple não começou muito bem o ano. Após a empresa chegar a bater US$ 1 trilhão em valor de mercado no ano passado, coroando uma estratégia de vender iPhones a preços mais caros, os lucros não vieram como o esperado no fim do ano.
Na quarta-feira, o presidente executivo da companhia, Tim Cook, anunciou uma previsão de queda nas receitas do quatro trimestre de 2018, de US$ 93 bilhões para US$ 84 bilhões. O principal motivo é a queda nas vendas do iPhone em mercados emergentes - especialmente na China, de onde vem cerca de 20% do faturamento da empresa.
A notícia fez as ações da fabricante caírem 9,96% ontem na bolsa de valores Nasdaq, levando a empresa a ser avaliada em US$ 674 bilhões. É a maior queda da empresa desde 2013. O movimento também puxou para baixo o mercado financeiro americano: o índice S&P 500 encerrou o dia em queda de 2,48%; já a Nasdaq caiu 3,04%. Ao longo dos últimos três meses, a Apple perdeu US$ 423 bilhões em valor de mercado. De quebra, deixou ontem o pódio das empresas mais valiosas do mundo - hoje, está em quarto, atrás de Microsoft, Amazon e Google.
Há muitos motivos para explicar o mau desempenho da Apple nos últimos meses nos países emergentes. Fatores globais, como a redução do otimismo dos consumidores na China ou a guerra comercial entre os EUA e o país asiático, onde a americana fabrica a maior parte de seus aparelhos, claramente entram na conta.
Durante o dia, o governo americano chegou a se pronunciar sobre o tema: “empresas americanas que têm vendas na China verão seus ganhos diminuírem até que tenhamos um acordo comercial com eles”, disse Kevin Hassett, presidente do Conselho de Assessores Econômicos da Casa Branca.
Mas boa parte da culpa pela situação da empresa vem dela própria - algo que o próprio Tim Cook reconheceu ontem. “Não culparemos fatores externos”, disse ele a funcionários da empresa. Um dos fatores que mais pesa sobre a Apple é a dependência do iPhone - nos últimos anos, cerca de 60% das receitas da americana vieram das vendas do celular.
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*Com Estadão Conteúdo
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