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Segundo ministro do Trabalho e Indústria, Luigi Di Maio, negociações são fundamentais para evitar que o país seja submetido a um Procedimento de Déficit Excessivo
A Itália está a alguas semanas de resolver seu problema fiscal com a União Europeia. Ao menos é isso que afirmou neste domingo, 16, o ministro do Trabalho e Indústria, Luigi Di Maio.
Segundo Di Maio, as negociações que o primeiro-ministro Giuseppe Conte, e o ministro de Economia e Finanças, Giovanni Tria, estão conduzindo com a UE são fundamentais para evitar que o país seja submetido a um Procedimento de Déficit Excessivo (EDP, na sigla em inglês).
"2019 será o ano da mudança, mas para isso é necessário trazer para casa o plano orçamentário e as negociações com a UE, que serão concluídos nos próximos dias", escreveu no blog do seu partido, o Movimento 5 Estrelas (M5S).
Justificando o expansionismo fiscal que o projeto de receitas e despesas italiano promove, Di Maio argumentou que pela primeira vez o governo fez acenos aos "suspeitos de costume" que custassem o "sacrifício dos cidadãos".
"Pela primeira vez, nos deparamos com uma proposta orçamentária que não faz o povo pagar. É por isso que a criticam", alegou.
Até os já famosos protestos dos "coletes amarelos" na França foram abordados.
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"É também um momento especial na Europa. Na França, há pessoas protestando nas ruas, pedindo às elites do governo que implementem medidas como as que estamos fazendo" na Itália, comentou.
*Com Estadão Conteúdo
A frase de Adam Smith é uma das reflexões do livro “A Riqueza das Nações”, obra seminal do liberalismo econômico.
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