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O fato de o resultado de Bolsonaro nas urnas ter sido superior às intenções de votos nas últimas pesquisas deve animar os mercados nesta segunda-feira, especialmente as ações
A pizza encomendada para o comitê extraordinário da noite neste domingo desceu macia nas grandes gestoras de fundos. Ainda que seja necessário esperar o segundo turno para saber quem vai presidir o país, a votação expressiva de Jair Bolsonaro agradou. A expectativa, de forma geral, é de ganhos para o chamado kit Brasil: real, juros e especialmente Bolsa.
"A última pesquisa Ibope dava 39% para Bolsonaro, muito menos do que o resultado das urnas de fato. Considerando que à medida que ele ia melhorando nas pesquisas, o mercado ia melhorando, devemos ter um bom dia pela frente", disse para mim Marco Antonio Macchi, diretor de investimentos da MZK.
A equipe de ex-tesoureiros do HSBC esperou pelo resultado reunida, no que parecia uma semi-final de Copa do Mundo, nas palavras de Ronaldo Zanin, também sócio da gestora. O maior temor era o crescimento de Ciro Gomes, que, conforme as últimas pesquisas, tinha chance de vencer Bolsonaro no segundo turno.
Haddad não é tão temido quanto Ciro. "Ele provavelmente não implementaria o programa de governo, faria estelionato eleitoral", diz Macchi.
Ainda que o programa e o discurso público de Haddad causem repulsa no mercado, nos bastidores se conta que a portas fechadas com investidores ele tem flertado com a direita – elogia Marcos Lisboa, Fernando Henrique Cardoso e critica Marcio Pochmann.
Além do temor limitado com o concorrente, o que deve mesmo movimentar o mercado nesta segunda é a dianteira do candidato do PSL. "A probabilidade de Bolsonaro ganhar está menor nos preços da Bolsa do que veio nas urnas", disse João Braga, gestor de renda variável da XP.
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João também se animou com o resultado para governo de Minas Gerais, com a dianteira inesperada de Romeu Zema, que, na opinião dele, deve favorecer Cemig e Copasa.
Marcelo Giufrida, sócio-fundador da gestora de multimercados Garde, também considera que a Bolsa deve refletir a dianteira de Bolsonaro, segundo afirmou para Vinícius Pinheiro na sequência da divulgação do TSE.
Também nas estimativas da MZK, a maior probabilidade de ganhos no curto prazo é na Bolsa, que pode subir mais de 5%, chegando pelo menos aos 90 mil pontos. Além disso, o real tende a se valorizar para perto de R$ 3,75.
Para quem carrega títulos prefixados, a visão de Macchi também é bastante positiva. Especialmente para os vencimentos intermediários, entre 2021 e 2027, a projeção é de ganhos fartos, com a redução do estresse eleitoral.
A primeira análise de peso vinda do exterior, da revista The Economist, não foi assim tão positiva. Michael Reid, editor e colunista para América Latina, afirmou no Twitter que via à frente uma longa noite escura para as democracias brasileira e latina.
O gestor de ações da Alaska, Henrique Bredda, que vinha manifestando o apoio ao candidato do PSL destacou o que considera ter sido um erro da revista, bastante lida pelos agentes de mercado no exterior.
https://twitter.com/hbredda/status/1049073216952647681
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