O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Deputado federal, Eduardo Bolsonaro admitiu dificuldades no que ele classificou como uma das pautas prioritárias do governo
Em almoço com investidores e empresários estrangeiros realizado na terça-feira, 27, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL), filho do presidente eleito, Jair Bolsonaro, disse que o governo "talvez não consiga" votos para aprovar a reforma da Previdência no Congresso. No encontro organizado pelo Brazil-US Business Council, o parlamentar fez um discurso para passar uma perspectiva otimista sobre o País no próximo governo, mas admitiu a dificuldade no que classificou como uma das prioridades do governo.
"Precisamos usar a votação maciça do Jair Bolsonaro e os canais de redes sociais, onde temos conexão direta com as pessoas, para dizer a verdade (sobre a importância da reforma da Previdência). Tentaremos fazer o melhor. Se não tivermos uma vitória, desculpem, mas fiz minha parte. Não mentirei a vocês. Nunca virei aqui para sorrir para vocês e dizer 'nós faremos facilmente uma reforma da Previdência'. Não. Será difícil, será uma briga, talvez não consigamos fazer, mas faremos o nosso melhor", disse Eduardo, ao ser questionado sobre passos iniciais do novo governo e do novo Congresso.
A fala foi recebida com apreensão por presentes no encontro. Ele também afirmou que a reforma aprovada "não será perfeita" e diz apoiar a transição para um sistema de capitalização, como defende o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes. "A melhor reforma da Previdência não é a que os técnicos dizem ser a melhor. É aquela possível de ser aprovada no Congresso", afirmou. "Adoraríamos mudar isso para um sistema de capitalização. Como? Paulo Guedes os dirá", disse.
O encontro - parte da agenda do deputado em Washington - aconteceu a portas fechadas. O jornal O Estado de S. Paulo teve acesso a um áudio com trecho do encontro e também a informações com três fontes presentes na reunião.
Eduardo usou sua conta no Twitter para negar que teria feito as declarações. Na publicação, ele diz estar "convencido" de que o próximo governo terá condições de aprovar a reforma da Previdência.
"Com interesses estranhos ao da nação, alguém atribuiu a mim essa falsa declaração, mas estou convencido de que teremos condições de aprovar a reforma. Faremos todo o necessário para viabilizá-la, conscientes de que é uma questão de enviar a mensagem certa ao povo brasileiro", escreveu o filho do presidente eleito.
Leia Também
No encontro, Eduardo Bolsonaro foi questionado sobre o possível encaminhamento do projeto de lei que impõe proibição de capital estrangeiro na assistência à saúde e sobre as restrições à aquisição de terras por estrangeiros. Na resposta, não abordou diretamente nenhum dos dois pontos. Um dos presentes tentou explicar novamente a pergunta, mas não foi suficiente para que a plateia ouvisse as respostas esperadas.
Para a resposta sobre aquisição de terras por estrangeiros, falou sobre a China. "É o maior parceiro do Brasil não por causas naturais, mas porque nossos ex-presidentes quiseram fazer isso. Se trabalharmos para deixar o mercado livre e com políticas liberais, os Estados Unidos estarão de volta como principal parceiro comercial do Brasil", afirmou o deputado. "Meu pai presta muita atenção nos movimentos sobre a China ao redor do mundo, normalmente fala 'a China não está comprando do Brasil, a China está comprando o Brasil'. E nós não queremos ser a próxima Angola", completou, dizendo que quem explicaria melhor as questões seria Paulo Guedes, quem, segundo ele, em breve fará uma visita aos EUA.
O filho do presidente eleito fez questão de ressaltar que Guedes "tem cartão branco do presidente para fazer tudo na economia". Ouvido em condição de reserva, um dos integrantes do encontro avaliou que a força dada a Guedes pelo deputado é positiva, mas disse que "é perigoso ter todo o foco na economia nas mãos de uma só pessoa".
Eduardo Bolsonaro disse ainda que o governo vai trabalhar em acordos bilaterais e que o Mercosul não pode ser "uma pedra" no caminho de negociações comerciais.
Todos os eventos de Eduardo Bolsonaro na capital americana não foram abertos à imprensa. A agenda do deputado também não foi divulgada. Os anúncios das reuniões eram feitos pelo Twitter do deputado e do assessor para Assuntos Internacionais do PSL, Filipe Martins, após o fim de cada uma das reuniões.
A agenda intensa em Washington, que teve encontros no governo americano, Congresso e reuniões com empresários foi uma tentativa de "abrir o canal e resgatar a credibilidade do Brasil", disse Eduardo Bolsonaro.
No encontro com empresários e investidores, o deputado eleito disse que não é parte do governo de transição, mas é "o cara que está com o presidente durante os churrascos". Ele definiu o pai como alguém "muito informal" e "workaholic".
*Com Estadão Conteúdo.
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (5). Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam. Consequentemente, os prêmios em jogo aumentaram.
Segundo o Fundo Garantidor de Crédito, 94% do montante total a ser pago já foi distribuído, e 675 mil credores já receberam seus valores
Corretora de investimentos espera um corte de 0,5 ponto percentual mesmo após o acirramento dos conflitos no Oriente Médio, que podem impactar o petróleo em ano de eleição no Brasil
Após investir R$ 15 mil em busca de água, família encontra petróleo e se vê no meio de uma burocracia que não resolve a questão do óleo e nem da água
Mercado Livre, Shopee e Casas Bahia ocupam o pódio de inquilinos dos galpões logísticos no Brasil; quais são as perspectivas para o segmento?
Aplicativo detecta e alerta para a presença de óculos inteligentes da Meta, do Elon Musk, e da Snap através de sinais Bluetooth
Aplicativo utiliza inteligência artificial para contar calorias; em 2025, a receita anual da empresa foi de US$ 40 milhões
A Lotofácil acaba de pagar o prêmio principal pela primeira vez em março. Todas as demais loterias sorteadas na quarta-feira (4) acumularam.
Municípios utilizam leis locais para celebrar datas culturais nesta quinta-feira (5); o próximo descanso geral será apenas em abril
Frederico Sampaio, CIO da Franklin Templeton, participou do podcast Touros e Ursos, do Seu Dinheiro, e fala sobre três cenários possíveis para a guerra no Oriente Médio e os efeitos para o mercado brasileiro
Os servidores Paulo Sérgio Neves de Souza e Belline Santana foram afastados do Banco Central e são investigados por consultorias dadas a Vorcaro
Enquanto Spotify e Apple Music disputam assinantes no streaming, o vinil surpreende e cresce na contramão da era digital
Proposta tem condições para venda de medicamentos em mercados e aguarda a sanção presidencial
Com guerras, dúvidas sobre o dólar e rearranjos de fluxo global, metais preciosos voltam ao radar dos investidores e podem seguir relevantes para o portfólio em 2026, segundo o BTG
Cidade vizinha de Fortaleza combina renda alta, grandes indústrias — e agora abriga os cinco novos milionários do país.
Apoiado por uma da família rica de sua cidade, Grêmio Novorizontino vive ascensão meteórica nos campos de futebol e tenta espantar estigma de morrer na praia
Anvisa disse que empresa de palmitos funcionava sem licença sanitária e que melatonina era fabricada com ingrediente não avaliado
Atriz mais rica do mundo construiu seu império visando o longo prazo; hoje sua fortuna é estimada em mais de US$ 3 bilhões
Banqueiro é alvo de nova fase da Operação Compliance Zero, que investiga suposto esquema bilionário de fraudes financeiras envolvendo a venda de títulos de crédito falsos
Um bolão com cinco participantes foi a única aposta vencedora do concurso 2979 da Mega-Sena. Todas as demais loterias sorteadas na terça-feira (3) acumularam.