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Em plano de negócios de 2019-2023, petroleira anunciou aumento no investimento na exploração, produção e refino do petróleo
A menos de um mês do fim do atual governo, a diretoria da Petrobras divulgou ontem, 5, a intenção de investir US$ 84,1 bilhões nos próximos cinco anos, 13% mais que o projetado no plano anterior. Uma fonte próxima ao presidente eleito, Jair Bolsonaro, já avisou, no entanto, que os números apresentados serão revistos logo no início de 2019.
Durante teleconferência com analistas do mercado, ao ser questionada se o futuro presidente da companhia, Roberto Castello Branco, está de acordo com o que foi planejado para a empresa que ele vai administrar a partir de janeiro, a diretoria da petroleira afirmou que o documento aprovado pelo conselho de administração “não é de uma pessoa”, mas da instituição Petrobras.
“É um plano que envolveu mais de 100 pessoas e está sendo elaborado há oito meses. Tivemos pelo menos sete workshops (discussões internas), todas as áreas da companhia contribuíram. Somente aqueles que estão no dia a dia sabem da real profundidade do plano e sua robustez”, disse o diretor de Estratégia, Organização e Sistema de Gestão da petroleira, Nelson Silva.
Uma fonte da Petrobras, que não quis se identificar, contou que o futuro presidente da estatal teve acesso apenas às linhas gerais do plano e não manifestou opinião. Procurado, Castello Branco não respondeu o pedido de entrevista.
O novo plano estratégico também não foi apresentado à imprensa, como acontecia tradicionalmente. Apenas analistas puderam fazer perguntas, em teleconferência que durou cerca de duas horas e não contou com a participação do atual presidente da estatal, Ivan Monteiro. Coube a Silva, que esteve à frente da elaboração do documento nos últimos meses, e ao diretor Financeiro, Rafael Grisolia, comandar a apresentação.
Para a atual diretoria, o pior momento da crise passou. “É claro que não estamos mais na situação de estresse financeiro que estávamos há dois anos”, disse Silva. Em seguida, complementou que, apesar de menos pressionada, a petroleira não vai afrouxar na disciplina. “O que vemos agora é que a empresa pode olhar adiante e pensar em outras alternativas se forem rentáveis.”
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O executivo citou a intenção de voltar a colocar dinheiro na busca por novos reservatórios de petróleo, “o que demonstra que a companhia entrou numa fase de recuperação”. A petroleira também está disposta a procurar parceiros para projetos de gás natural liquefeito no Brasil ou no exterior. O gás natural será “um veículo de crescimento da participação global” da estatal, segundo Silva.
O programa de venda de ativos, defendido pela equipe econômica de Bolsonaro, foi mantido no radar, mas deverá ser tratado, como em qualquer grande petroleira, como um trabalho de gestão do portfólio. Na prática, significa que a companhia poderá se desfazer de alguns projetos e patrimônios, mas, ao mesmo tempo, avançar em outros. O desinvestimento deixa de ser uma ferramenta prioritária de gerenciamento da dívida. A ideia é se desfazer de US$ 26,9 bilhões do patrimônio até 2023.
A Petrobras continua buscando sócios para controlar quatro refinarias das regiões Nordeste e Sul do País e quer abandonar os negócios de fertilizantes e GLP (botijão de gás), além da exploração e produção de campos de menor porte, que não condizem com o portfólio.
Mas o segmento petroquímico continua no foco de investimento. E não há plano de sair da distribuição de combustíveis, com a venda do controle da BR Distribuidora. Essas posições contrariam o projeto do próximo governo.
O presidente eleito já manifestou vontade de vender todos os ativos que não fazem parte do negócio principal da companhia: a produção de petróleo e gás natural, principalmente, no pré-sal. No período em que esteve no conselho da Petrobras, de 2015 a 2016, o futuro presidente da companhia, também defendeu a venda da BR Distribuidora.
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