O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Mesmo com indefinição no cenário eleitoral e barril do petróleo acima dos US$ 80, Petrobras quer arrecadar R$ 6,82 bilhões com a venda de quatro áreas de pré-sal da 5.ª Rodada de Partilha
O presidente Michel Temer realiza nesta sexta-feira, 28, o último leilão de petróleo do seu governo. Com as indefinições do cenário eleitoral e o preço do barril acima dos US$ 80, o objetivo da estatal é vender as quatro áreas de pré-sal da 5.ª Rodada de Partilha e arrecadar R$ 6,82 bilhões ainda neste ano, quando os contratos forem assinados.
Em 35 anos, mais R$ 180 bilhões devem ser arrecadados em royalties, calcula a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Capitalizadas pela alta do petróleo, as empresas têm mais chance de apresentar lances elevados nesse leilão, avalia o professor do Grupo de Economia da Energia da UFRJ (GEE) Helder Queiroz. Além disso, a expectativa é de que os reservatórios das quatro áreas que vão ser oferecidas - Saturno, Titã, Pau-brasil e Sudoeste de Tartaruga Verde - guardem mais de 12 bilhões de barris de óleo.
Todas as grandes petroleiras estão inscritas para participar da concorrência - Chevron, ExxonMobil, Shell e Total - , além da chinesa CNOOC, uma das sócias de Libra, no pré-sal da Bacia de Santos, e a Petrobras, que garantiu posição de liderança apenas em uma das áreas, a Sudeste de Tartaruga Verde, contínua a outros reservatórios liderados por ela. A estatal tem o direito de decidir previamente se ficará à frente dos projetos de pré-sal, com participação mínima de 30%.
Na opinião do presidente da Petrobras, Ivan Monteiro, o leilão “será um imenso sucesso”. “A empresa se sente confortável competindo”, disse.
Monteiro também disse que a crise da empresa já está no passado. “Não temos mais ‘sofrência’ na Petrobras, que retomou a capacidade de investir”, complementou.
Leia Também
Entre as petroleiras, no entanto, o clima é de insegurança quanto a possível entrada de um novo presidente da República que interrompa os leilões retomados por Temer.
Presidentes de grandes petroleiras afirmam, porém, que nenhuma decisão de investimento será tomada em função do cenário eleitoral. André Araujo, da Shell Brasil, diz que vai se comportar na 5.ª Rodada da mesma forma que nos leilões passados. “Avaliaremos as oportunidades seguindo critérios técnicos, geológicos”, disse o executivo.
Já o presidente da norueguesa Equinor no Brasil, Anders Opedal, disse que o País é “um excelente lugar para estar” e que “toda eleição tem sua peculiaridade”, mas que a empresa projeta seus investimentos pensando no longo prazo e não no momento das apostas.
O Instituto Brasileiro do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), que representa as petroleiras, se antecipa a possíveis surpresas e reforça o discurso em defesa da continuidade dos leilões. “Já avançamos e não podemos frear”, afirmou o presidente da entidade, José Firmo, na última segunda-feira, ao abrir a Rio Oil&Gas, em referência ao estabelecimento de um calendário de leilões até 2020.
O Tribunal de Contas da União (TCU) exigiu que o governo aumentasse o compromisso de retorno mínimo à União - o lucro óleo, que representa fatia da produção devolvida ao governo, o que só deve acontecer de cinco a oito anos.
Antes de se inscrever para centenas de processos seletivos, conheça quais pontos de atenção que podem evitar problemas no futuro
Os investidores acompanharam os novos desdobramentos do caso Master, as atualizações da corrida eleitoral e as publicações de indicadores econômicos
Município com pouco menos de 15 mil habitantes segue à risca o limite de 55 decibéis, estabelecido por lei
A assinatura, no entanto, não faz o acordo valer imediatamente. Após o evento, o texto será submetido à ratificação do Parlamento Europeu e dos congressos nacionais de cada país do Mercosul
Para fugir de criminosos, o FGC alerta que não solicita o pagamento de qualquer taxa ou o depósito prévio de valores
Enquanto os apostadores se preparam para o sorteio da Mega-Sena, outras quatro loterias também voltam a correr neste sábado
Entenda os pontos sob investigação e o que o empresário diz sobre sua relação com o banco
O indicador da atividade industrial foi um dos que registrou as maiores altas; veja como a divulgação movimenta o mercado hoje
Entenda como a China está mudando a percepção sobre energia nuclear e explorando novas tecnologias com seu ‘sol artificial’
Confira os 6 melhores locais para se refugiar das altas temperaturas da estação mais quente do ano
Mega-Sena não sai desde a Mega da Virada. Lotofácil acumula pela segunda vez na semana. Com isso, a Quina promete o maior prêmio desta sexta-feira (16).
Relatório da Global X compilou as tendências globais dos próximos anos e fala como os ETFs podem viabilizar a participação nesses investimentos
Avesso aos holofotes, o empresário morreu aos 45 anos após lutar contra um câncer e deixou como último grande projeto a Cidade Center Norte
O Orçamento aprovado no Congresso prevê aproximadamente de R$ 61 bilhões em emendas parlamentares
A corretora atua no setor financeiro e de câmbio desde 1999 e possui filial nos Estados Unidos
Os ganhadores do concurso 3587 da Lotofácil efetuaram suas apostas por meio dos canais eletrônicos da Caixa Econômica Federal
Trump volta aos holofotes ao suspender temporariamente o processamento de vistos de 75 países, meses antes da Copa do Mundo
O microempreendedor individual pode se regularizar por meio do parcelamento dos débitos com a Receita Federal
Vitor Sousa, analista da Genial Investimentos, fala no podcast Touros e Ursos sobre os impactos da situação da Venezuela e do Irã no mercado petroleiro
Investidor conhecido por apostas agressivas, o polêmico empresário agora é citado em investigações sobre o Banco Master; entenda o fio que conecta o investidor à polêmica