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Petrobras faz contrato com 3R Petroleum para cessão de 34 campos no RN por US$ 453,1 milhões

Segundo estatal, os campos estão em produção há mais de 40 anos; reunidos, eles têm capacidade para produção de cerca de 6 mil barris de petróleo por dia

28 de novembro de 2018
10:29 - atualizado às 16:52
Plataforma de petróleo
Estatal aprovou cessão de participação em 34 campos de produção terrestres - Imagem: Fábio Motta/Estadão Conteúdo

A Petrobras aprovou, nessa terça-feira, 28, a cessão de sua participação total em 34 campos de produção terrestres na Bacia Potiguar, no estado do Rio Grande do Norte, para a 3R Petroleum por US$ 453,1 milhões.

Desse valor, US$ 34 milhões (7,5%) serão pagos na assinatura, marcada para 7 de dezembro, quando a 3R passará a operar os ativos, e o restante no fechamento da transação, considerando ajustes.

Segundo a estatal, a operação ainda está sujeita a algumas condições, como a aprovação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e eventual direito de preferência.

Em fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a estatal destaca que as 34 concessões são campos maduros em produção há mais de 40 anos, localizados a 40 km ao sul de Mossoró (RN). Reunidos, os campos formam o Polo Riacho da Forquilha, com uma produção de cerca de 6 mil barris de petróleo por dia.

Todas as concessões são 100% Petrobras à exceção dos campos de Cardeal e Colibri onde a estatal detém 50% de participação tendo a Partex como operadora com 50% de participação, e os campos de Sabiá da Mata e Sabiá Bico-de-Osso onde a Petrobras tem 70% de participação tendo a Sonangol como parceira e operadora com 30% de participação.

Mais acordos

A estatal também anunciou a cessão de sua participação em três campos da Bacia de Campos para a Perenco, por US$ 370 milhões. São os campos de Pargo, Carapeba e Vermelho, em águas rasas na costa do Rio de Janeiro. Do total, 20% (US$ 74 milhões) serão pagos na assinatura e a outra parte no fechamento da transação, quando a Perenco passará a operar os ativos, o que depende de aprovação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e a obtenção das novas licenças de operação pelo Ibama.

A Petrobras explica que o sistema de produção é integrado, tendo sete plataformas do tipo "jaqueta fixa", com produção atual de cerca de 9 mil barris de petróleo por dia.

*Com Estadão Conteúdo 

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