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Países devem se reunir em Viena para decidir os rumos futuros das reservas globais; Estados Unidos pressionam países para manter ampla oferta

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e aliados que não integram o cartel - conhecidos coletivamente como Opep+ - ainda não chegaram a um acordo para a redução de sua produção combinada, afirmou hoje o ministro de Energia da Arábia Saudita, Khalid Al-Falih.
Segundo Al-Falih, um corte de 1 milhão de barris por dia (bpd) seria suficiente para equilibrar os mercados de petróleo. O comentário frustrou expectativas de que a redução pudesse ser de até 1,4 milhão de bpd e levou os preços do Brent e do WTI a ampliar perdas em Londres e Nova York, chegando a cair 5% nos negócios da manhã.
Antes de seguir para uma reunião para discutir o possível corte, em Viena, Al-Falih disse que a Opep+ está considerando todas as opções, mas ressaltou que nem todos os participantes querem contribuir para a redução e que o ideal seria que nenhum país ficasse isento dos esforços de controlar a oferta. Al-Falih afirmou também que o eventual corte poderá ficar em vigor até o terceiro trimestre de 2019.
O ministro saudita comentou ainda que não precisa "de permissão de nenhum país estrangeiro" para reduzir sua produção, numa referência ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que ontem apelou à Opep, em sua conta oficial no Twitter, que mantenha sua oferta "do jeito que está". De acordo com Al-Falih, não há discussões em andamento com Washington sobre os preços do petróleo.
Al-Falih disse também que preferiria que o Catar permanecesse como integrante da Opep. No começo da semana, o Catar revelou planos de se retirar do cartel em 1º de janeiro, como parte de uma estratégia se concentrar na produção de gás natural.
A Opep deverá realizar coletiva de imprensa sobre o resultado da reunião em Viena a partir das 10h (de Brasília).
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