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Próximo ministro da Casa Civil é investigado por denúncias de caixa 2 feitas por delatores da J&F
O vice-presidente eleito, general Hamilton Mourão, deixou claro nesta quarta-feira, 5, que, se forem encontradas irregularidades na investigação aberta contra o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, o auxiliar de Bolsonaro terá de deixar o futuro governo.
As declarações do vice vem à tona um dia depois que o ministro do Supremo Tribunal Federal Edson Fachin atendeu a um pedido da Procuradoria-Geral da República para investigar as acusações de caixa 2 feitas por delatores da J&F contra Lorenzoni.
"Uma vez que seja comprovado que houve ilicitude, é óbvio que terá que se retirar do governo. Mas, por enquanto, é uma investigação", Hamilton Mourão, vice-presidente eleito.
De acordo com o depoimento de delatores da J&F, Lorenzoni teria sido favorecido com o pagamento de R$ 100 mil em 2012 e R$ 200 mil em 2014. Na manifestação enviada pela PGR ao Supremo na semana passada, Raquel Dodge pediu a separação dos trechos das delações da J&F sobre caixa 2 específicos sobre dez autoridades que eram deputados e senadores à época dos fatos narrados e que seguirão com prerrogativa de foro em 2019.
Eles serão alvo de procedimentos semelhantes, que podem resultar na abertura de inquérito ou em formulação de denúncia. Além de Onyx, estão na lista cinco deputados federais.
O futuro ministro da Casa Civil chamou de "bênção" a abertura de uma investigação, autorizada pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), para apurar denúncias de pagamentos de caixa dois da JBS a ele, nas campanhas de 2012 e 2014.
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"Para mim é uma bênção porque vai permitir que tudo se esclareça", disse Lorenzoni nesta terça-feira, após deixar uma reunião com a bancada do PSDB na Câmara. "Não tenho nenhum problema com isso. Ao contrário, é a chance de resolver."
Mais tarde, após se encontrar com deputados do PSD e também pedir apoio ao governo de Jair Bolsonaro, Lorenzoni disse ter "preocupação zero" com as apurações. "Já resolvi minha questão espiritual. Entre carregar mancha e ter uma cicatriz, fico com a cicatriz. Sempre fui um combatente contra a corrupção e vou continuar sendo", afirmou.
Mourão também afirmou que poderá participar da articulação política do governo se assim for determinado por Bolsonaro. O general voltou a dizer que se considera "o escudo e a espada" de Bolsonaro. "O escudo defende, e a espada ataca antes de ele ser atacado". Ele participa nesta quarta-feira de um encontro com empresários em Belo Horizonte.
O vice eleito disse que, apesar de não haver "aceno neste sentido", poderá não só ele, mas também o general Santos Cruz, participar das articulações do governo.
"A questão da coordenação política, da ligação com o Congresso, o presidente vai definir se vai ficar com o ministro Onyx, ou se terá parcela dela nas mãos do general Santos Cruz (futuro ministro-chefe da Secretaria de Governo), e, talvez, se o presidente determinar pra mim, que determinadas ligações sejam feitas, eu o farei. Então, por enquanto, não há nenhum aceno neste sentido", disse.
*Com Estadão Conteúdo.
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