O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Pesquisa CNI/Ibope também mostra que para 64% novo governo será ótimo ou bom e que prioridades devem ser saúde e geração de empregos
O presidente eleito Jair Bolsonaro já disse em mais de uma ocasião que nem ele nem sua equipe têm o direito de errar. E parece que o espaço para eventuais equívocos é mesmo pequeno, já que o otimismo com o próximo governo é grande.
Para 75% dos brasileiros, Bolsonaro e sua equipe estão no caminho certo. Além disso, 64% acreditam que o novo governo será ótimo ou bom, 69% afirmam que a própria vida vai melhorar ou vai melhor muito em 2019 e 66% acreditam que a situação econômica do Brasil vai melhorar ou melhorar muito no ano que vem.
Os resultados aparecem na pesquisa “Retratos da Sociedade Brasileira – Perspectiva em Relação ao Novo Governo”, divulgada nesta quinta-feira pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Foram ouvidas 2 mil pessoas em 127 municípios, entre os dias 29 de novembro e 2 de dezembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais. Cabe a ressalva de que a sondagem aconteceu antes das notícias envolvendo o filho do presidente e senador eleito, Flávio Bolsonaro, e as movimentações financeiras incompatíveis do seu ex-motorista, captadas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

O otimismo é maior entre os homens e os que têm maior renda familiar. O próximo governo será ótimo ou bom para 69% dos homens e para 72% dos que recebem cinco salários mínimos ou mais. O percentual cai para 61% entre as mulheres e para 58% entre aqueles com renda familiar de até um salário mínimo.
Leia Também
Quando a pergunta é relativa à expectativa em relação ao futuro do Brasil, sem especificar o ano de 2019, 63% da população se diz otimista ou muito otimista, enquanto os que se dizem pessimistas ou muito pessimistas são 26%.
Já o pessimismo em relação ao futuro do país é mais disseminado entre os brasileiros com renda familiar inferior a um salário mínimo. Nesse grupo, 36% se dizem pessimistas ou muito pessimistas com o futuro do país, percentual que cai a 23% entre aqueles com renda familiar entre um e dois salários mínimos, recua a 22% entre os que possuem renda familiar entre dois e cinco salários mínimos e chega a 20% entre aqueles com renda superior a cinco salários mínimos.
A sondagem também mostra que a população aprova as indicações feitas para compor o governo e as propostas apresentadas pela nova equipe. Entre os que se consideram um pouco informados, 55% consideram as indicações para a equipe adequadas ou muito adequadas. O percentual aumenta junto com o grau de informação do entrevistado. Entre os que se dizem muito informados, 77% consideram que as pessoas indicadas para compor o primeiro escalão do governo são adequadas ou muito adequadas.
Sobre as propostas, a medida mais lembrada é a reforma da Previdência, mencionada por 12% dos entrevistados. Com 9% está a liberação da posse ou do porte de armas e o combate à corrupção.
Ainda sobre as proposições do novo governo, entre os que se dizem ao menos um pouco informados, 75% aprovam os planos apresentados pela equipe de Jair Bolsonaro. O número aumenta para 83% entre os que se consideram informados ou muito informados.
Melhorar os serviços de saúde, estimular a criação de empregos, atacar a corrupção, combater a violência e a criminalidade devem ser as prioridades do novo governo.
Em primeiro lugar, com 41% das respostas, aparece a opção melhorar os serviços de saúde. Com 40% de menções, os entrevistados sugerem a geração de empregos. Em terceiro lugar, empatados com 36% das citações estão o combate à corrupção e o combate à violência e à criminalidade. Na sequência, com 33% das respostas, os brasileiros citam a melhoria da qualidade da educação. A soma dos percentuais de resposta é diferente de 100% porque o entrevistado podia escolher até três prioridades.
Entre os brasileiros com renda familiar até um salário mínimo, o desemprego é o problema mais citado entre os três principais, listado por 50%.
Na média geral, o principal problema de 2018 é a Saúde, com 46%, seguido pelo desemprego, com 45%, corrupção, com 40%, e segurança, com 38%.
Questões da área econômica, como inflação e juros elevados são mencionados por apenas 6% e 4%, respectivamente. O déficit da Previdência tem 3% das menções, evidenciando o desafio de comunicação que o governo terá para convencer população e Congresso de que esse seria a prioridade número um do governo.
Quando a pergunta muda para o lado das prioridades em 2019, promover a reforma da previdência sobe para 5%, controlar a inflação vai a 14%, e reduzir juros e facilitar o crédito cai para 1%.
Cerca de quatro em cada dez brasileiros (43%) acreditam que a segurança pública está entre os três problemas que mais vão melhorar no primeiro ano do governo Bolsonaro. Em seguida, aparecem a corrupção e o desemprego, com 37% e 36%, respectivamente. Saúde tem 31% das menções.
Entre os respondentes, 21% não souberam ou não quiseram responder qual o problema que vai piorar mais em 2019. Outros 11% disseram que a piora será em outras áreas não listadas e 6% afirmaram que não haverá piora em nenhuma área.
Na lista de 28 problemas apresentados aos entrevistados, 14 encontram-se tecnicamente empatados, com percentuais de 7% a 11%, ou seja, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. O primeiro é o custo de vida/inflação, seguido por desemprego, desigualdade social, falta de moradia e impostos elevados.
A CNI também apresentou a sondagem trimestral sobre o governo Michel Temer. O número de pessoas que considera o governo ruim ou péssimo caiu de 82% em setembro para 74% agora. Os que avaliam o governo como ótimo ou bom subiu de 2% para 5%.
Veja os resultados da Mega-Sena, Quina, Lotofácil, Timemania e Dia de Sorte neste fim de semana
Greve dos caminhoneiros e incertezas sobre o diesel dominam o noticiário, enquanto coincidência rara na Lotofácil e “prêmio de consolação” milionário no Oscar completam a lista das mais lidas da semana no SD
Escassez de cacau na Europa no início do século 19 levou um doceiro piemontês a misturar avelãs moídas com a intenção de fazer o chocolate render. O resto é história.
O BTG Pactual Prime Hospitalidade deve comprar três hotéis voltados para o público “premium”; o banco destaca a proteção inflacionária do portfólio
Na Bela Vista, bairro com o maior número de transações de compra e venda, o valor que precisa ser comprovado ultrapassa R$ 19 mil por mês; confira a lista
Conteúdo apreendido pela PF detalha reunião de Vorcaro com Anitta e empresários do setor de bets
Lula convence Fernando Haddad à candidatura do governo de São Paulo e presidente anuncia Dario Durigan como o novo ministro da Fazenda
Entidades apoiam medida do governo que endurece a fiscalização do piso mínimo do frete e cria regras mais rígidas para o pagamento aos caminhoneiros
Enquanto a Lotofácil e a Quina seguem com sorteios diários, Dupla Sena tem nesta sexta-feira (20) o último sorteio antes da Dupla de Páscoa.
O Seu Dinheiro foi atrás de todas as informações que você precisa antes de ir para o Lollapalooza 2026; veja o “manual de sobrevivência”
Concorrência deve aumentar após quebra de exclusividade, mas novas versões ainda dependem de aprovação da Anvisa
“O cenário global atravessa um dos choques mais severos da história recente, elevando preços e intensificando a disputa internacional por suprimentos”, disse o Sindicom em nota
Banco se baseia em análises políticas que indicam um limite para a participação dos Estados Unidos no conflito
“Emergência Radioativa” resgata acidente com césio-137 em 1987 e mostra como a contaminação se espalhou rapidamente
Com o país em alerta para uma possível nova paralisação, lembrança de 2018 volta ao radar; preços já se aproximam de níveis críticos em algumas regiões
Mesmo sem estar acumulada, a Lotofácil promete prêmio de R$ 7 milhões nesta quinta-feira. Isso porque o número do concurso tem final zero. Mega-Sena só paga mais que a Quina hoje.
Mesmo sem feriados nacionais, março garante folgas regionais. Dia 19 de março permite descanso em dois estados e algumas cidades
Diretores do Banco Central optaram por seguir a sinalização anterior, mas o corte de hoje não significa o início do ciclo de afrouxamento monetário
Paralisação de dez dias causou desabastecimento generalizado e ainda serve de alerta em meio ao aumento do diesel
Enquanto a inflação projetada para o ano é de 3,9%, a tarifa de energia deve subir muito mais