Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
O ex de Dilma

Joaquim Levy é o indicado de Guedes para assumir a presidência do BNDES

De perfil alinhado com o futuro ministro da Economia, Levy foi o chefe da Fazenda no segundo governo de Dilma Rousseff

Joaquim LevyImagem: Valter Campanato/Agência Brasil

O ex-ministro da Fazenda, Joaquim Levy, é o indicado de Paulo Guedes para assumir a presidência do Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES) no governo de Jair Bolsonaro. A confirmação, no entanto, estaria condicionada à aprovação do presidente eleito.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Atual diretor financeiro do Banco Mundial, Levy já foi ministro da Fazenda durante o segundo governo de Dilma Rousseff e secretário do Tesouro de Lula, e por essa razão poderia sofrer resistência de Bolsonaro. Ele substituiria Dyogo Oliveira no comando do banco de fomento brasileiro.

Na ficha do indicado também consta uma graduação em engenharia naval e doutorado na Universidade de Chicago.

De acordo com o Broadcast/Estadão, Levy assumiria o cargo sob promessa de ampliar a interação do BNDES com os organismos multilaterais, como o próprio Banco Mundial e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Essa condição é importante já que novas parcerias poderiam trazer recursos extras ao BNDES, permitindo ampliar o montante a ser devolvido ao Tesouro no próximo ano.

Mais um liberal no time

A nomeação de Levy reforça a visão liberal que Paulo Guedes tenta implantar na economia. Uma das preocupações mais fortes dos investidores desde a campanha eleitoral era justamente o choque de ideias entre Guedes e os agregados de Bolsonaro, que possuem uma visão mais estatizante

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Do lado dos militares bolsonaristas, o BNDES deveria ser menor, mas com alguma função no financiamento à inovação e aos investimentos em infraestrutura. Já para o grupo de Guedes, o banco poderia se dedicar apenas às privatizações de estatais e estruturação de projetos de concessões de infraestrutura à iniciativa privada.

Leia Também

POLÍTICA MONETÁRIA

Mercado aposta em corte da Selic, mas pode dar com a cara na porta: “Não há sinalização” para agosto, diz Galípolo

TOME NOTA

A bolsa não para nem para a Copa do Mundo? Como será o funcionamento da B3 na segunda-feira do jogo do Brasil

*Com Estadão Conteúdo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Henrique Meirelles 25 de junho de 2026 - 10:44
copa do mundo seleção brasileira 25 de junho de 2026 - 10:10
Logo Wendy´s 24 de junho de 2026 - 15:46
Em primeiro plano, Flávio Serrano, economista-chefe do Banco BMG. Em segundo plano, Gabriel Galíopolo, presidente do Banco Central do Brasil. Em destaque, a frase: O problema de Galípolo 24 de junho de 2026 - 13:35
ID da foto:1307414278 24 de junho de 2026 - 10:31

PROGRAMA NACIONAL CELULAR SEGURO

Nova fase do Celular Seguro: governo cria banco nacional para rastrear celulares roubados

24 de junho de 2026 - 10:31
cidades - são paulo 24 de junho de 2026 - 9:30
leilão itaú 24 de junho de 2026 - 9:01
Ilustração com bilhete premiado de Mega-Sena em frente ao Teatro Amazonas em Manaus. 24 de junho de 2026 - 6:58
Fachada de prédio da Petrobras (PETR4) 23 de junho de 2026 - 16:34
Lanche Hawaiian Airlines 23 de junho de 2026 - 13:13
acordo de paz; estados unidos. irã 23 de junho de 2026 - 10:00
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar