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Câmara parece pouco disposta a tocar a discussão do texto proposto pela equipe econômica de Temer

Nem mesmo os aliados do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) acreditam que a reforma da Previdência possa ser aprovada ainda neste ano pelo Congresso. A ideia ganhou fôlego nesta terça-feira, 30, depois que Bolsonaro disse em entrevistas que tem a intenção de negociar com o governo Temer a aprovação de toda ou parte da reforma que tramita atualmente no Congresso.
Mas a tarefa não é nada fácil. O próprio líder da bancada da bala na Câmara e aliado do capitão reformado, deputado Alberto Fraga (DEM-DF), não acredita que a negociação da reforma avance. "Não posso falar pela Casa, estou falando pelo clima que eu sinto dos colegas. Acho muito difícil".
Quando questionado se haveria tempo para elaboração de um novo projeto sobre a Previdência, ele disse achar isso uma tarefa impossível para a atual legislatura. "Essa responsabilidade tem de ficar com o novo Congresso, com os parlamentares que foram eleitos", afirmou.
Por outro lado, Fraga acredita que ainda haja espaço para a atual legislatura aprovar outros temas como a reforma tributária e as alterações no estatuto do desarmamento.
Líderes das bancadas partidárias da Câmara também avaliam como baixa a possibilidade da Casa aprovar qualquer mudança sobre Previdência ainda neste ano.
O líder do governo, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), disse que o calendário é muito apertado e a matéria é complexa. "Vai exigir um esforço conjunto muito grande para isso poder acontecer", disse.
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Já o líder do PPS, deputado reeleito Alex Manente (SP), diz que não há possibilidade nem de se passar um texto reduzido ou com alterações sobre a proposta. "Se ficou empatado até agora não vai passar e ser for um texto muito reduzido não resolve o problema da Previdência".
Na oposição, o mesmo discurso. O líder do PT na Casa, Paulo Pimenta (RS), também não acha possível passar o projeto neste ano.
*Com Estadão Conteúdo.
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