🔴 TRÊS AÇÕES LIGADAS À IA PODEM DOBRAR NOS PRÓXIMOS MESES – CONHEÇA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Presidente do BC

Ilan reforça que reformas são ‘fundamentais’ para juros baixos e inflação controlada

Durante evento na Febraban Presidente do Banco Central cobrou realização de reformas para reequilíbrio das contas públicas

Ex-presidente do BC, Ilan Goldfajn
O ex-presidente do BC, Ilan Goldfajn. - Imagem: Gabriela Biló/Estadão Conteúdo

O presidente do Banco Central (BC), Ilan Goldfajn, ressaltou que a economia brasileira, embora se recupere de maneira gradual, tem crescido continuamente. Ele participou de evento na Federação Brasileiro de Bancos (Febraban) nesta terça-feira, 4.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"O PIB cresceu 0,8% no terceiro trimestre. Foi a sétima variação positiva seguida a cada semestre. Isso não acontecia desde 2011. O cenário é desafiador, mas na margem vemos estabilidade", observou.

Goldfajn disse ainda que a recuperação econômica foi possível graças à queda dos juros e ao controle da inflação. Segundo ele, a inflação está ancorada e a expectativa é que isso se mantenha em 2019 e 2020.

O presidente do BC aproveitou o discurso para mais uma vez cobrar a realização de reformas que reequilibrem as contas públicas.

"A aprovação e implementação de reformas e ajustes são fundamentais para sustentabilidade desse ambiente [de juros baixos e inflação controlada]. Temos enfatizado que a conquista da inflação e de juros baixos depende de avançar nesse processo", afirmou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Goldfajn lembrou também que em 2018 os emergentes tiveram que enfrentar aversão ao risco e fuga de capital, em razão do aumento das taxas de juros nos Estados Unidos. Disse ainda que a realocação do portfólio do investidor global depreciou moedas e elevou o prêmio de risco. "Os prêmios de risco se estabilizaram, mas em níveis aquém dos vigentes no início do ano", declarou.

Leia Também

É RECORDE!

Mega-Sena desencanta e aposta do Mato Grosso fatura sozinha prêmio de R$ 324,9 milhões

CARRO-CHEFE ENCALHADO

Mega-Sena encalha de novo e pode pagar o maior prêmio individual da história das loterias no Brasil; 3 apostas simples dividem a Lotofácil 3815

"Não obstante às incertezas, Brasil mostrou que tem amortecedores robustos para enfrentar choques", disse.

Guardia quer Previdência no Top 1

O ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, resolveu transformar seu discurso no evento da Febraban em um apelo para que o próximo governo comece o ajuste fiscal com a reforma da Previdência. "É o cerne do problema".

Na visão do ministro, o Brasil ainda tem a chance de fazer um ajuste fiscal gradual e, sabendo de suas vulnerabilidades, precisa enfrentá-las antes que o cenário externo "fique ainda mais adverso".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Outras economias não conseguiram realizar um ajuste fiscal, e isso leva a medidas urgentes de curto prazo, que no Brasil acabariam reforçando as distorções que temos", disse Guardia, que ressaltou que, na reunião do G-20, o tom era de preocupação com 2019.

Guardia também disse que seria um erro revogar o teto de gasto, que se tornou uma espécie de garantia aos investidores internacionais de que haverá algum controle de despesas. E, para que o teto seja respeitado, é necessário realizar a reforma da Previdência. "A manutenção do teto é crível pelos próximos quatro anos, pelo menos até o próximo governo", disse.

Para o ministro, a continuidade do processo de reformas vai exigir um diálogo entre os poderes Judiciário e Legislativo. Também afirmou que os governos estaduais precisam controlar os gastos, que ainda crescem mais que a inflação.

*Com Estadão Conteúdo 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Prédio do Banco Central em Brasília. 24 de outubro de 2026 - 8:59
Homem de óculos e camisa social aparece em close-up, com fundo escuro. 23 de outubro de 2026 - 15:56
Armazém de varejo cheio de prateleiras com caixas de papelão e pacotes. 23 de outubro de 2026 - 11:15
James Bond Agente 007 23 de outubro de 2026 - 11:09
22 de outubro de 2026 - 18:45
dia de sorte sorteio caixa loterias 21 de outubro de 2026 - 5:42
Elon Musk 20 de outubro de 2026 - 15:03
As repórteres Camille Lima (à esquerda) e Bia Azevedo (à direita) 20 de outubro de 2026 - 14:58
Carro da Mega-sena encalhado 19 de outubro de 2026 - 6:48
Uma mão segura um despertador tocando, com um calendário ao lado 19 de outubro de 2026 - 6:04
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar