O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Alterações evitam as “pedaladas fiscais”, em que o governo emitia pagamentos no final do ano para só ter o impacto financeiro no ano seguinte
Para acabar com uma tradicional "pedalada fiscal" em que o governo emitia ordens de pagamento no final do ano para só ter o impacto financeiro no caixa no ano seguinte, a equipe econômica anunciou nesta terça-feira, 18, mudanças na forma de pagamento das despesas da União.
Enquanto atualmente há uma diferença de até sete dias entre a emissão da ordem bancária e a saída efetiva dos recursos, a partir de janeiro o pagamento será computado no mesmo dia da ordem bancária.
Segundo o secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, isso vai enterrar as pedaladas fiscais ao acabar com a possibilidade de o governo "manobrar" com a contabilidade emitindo a ordem nos últimos dias do ano para empurrar a despesa para o próximo exercício. "Acontecia muito no final do ano de você fazer emissões de ordem bancárias e o caixa só acontecer no ano seguinte. Isso deixa de acontecer e é um grande benefício", afirmou.
A mudança não terá impacto no cumprimento da meta deste ano e o governo também costurou uma solução para impedir que levasse a um aumento de gastos por conta do impacto que terá no teto de gastos. Isso porque a modificação acabará com a discrepância em relação a outros dados do governo, como o teto de gastos, que leva em consideração as ordens bancárias.
De acordo com o secretário, com a mudança, cerca de R$ 32,9 bilhões em despesas com pessoal e Previdência só terão a ordem bancária emitida no início de janeiro, mesma data em que haverá o pagamento.
Pela metodologia anterior, a ordem seria emitida no fim de dezembro, enquanto o pagamento só ocorreria em janeiro. Em 2018, essas despesas que ficaram de um ano para outro somaram R$ 33,1 bilhões.
Leia Também
Com isso, neste ano excepcionalmente, haverá uma abertura de espaço em relação ao teto de gastos no mesmo montante dessas despesas. Para evitar que isso levasse a aumento de despesas, o Tesouro costurou com o Tribunal de Contas da União (TCU) e com a Controladoria Geral da União (CGU) regras que proíbem que possa haver novos gastos por conta dessa abertura excepcional, o que está determinado em notas técnicas dos dois órgãos de controle. "Essa abertura não poderá ser usada, nenhum centavo."
Outro efeito é que haverá um crescimento do resto a pagar processado nesse mesmo montante, já que as despesas de 2018 já serão empenhadas neste ano. Outra modificação vai atingir os bancos - principalmente o Banco do Brasil - que não ficará mais com o dinheiro parado, como acontece hoje, entre a data de emissão da ordem bancária e do pagamento efetivo. A partir do próximo ano, os gestores poderão fazer a ordem bancária até pelo celular.
De acordo com o secretário, a mudança vai facilitar ainda o acompanhamento por pessoas de fora do governo, já que os dados em programas como o Siafi estarão muito próximos ao que realmente será divulgado no relatório do Tesouro Nacional, que é o que conta para o cumprimento da meta primária. "Ganhamos com isso maior transparência no acompanhamento do gasto público. Quem está fora do governo poderá chegar a um valor muito próximo ao que será divulgado", afirmou.
Caixa Econômica Federal já está registrado apostas para o concurso especial da Mega-Sena 30 Anos, que segue regras parecidas com as da Mega da Virada, mas sorteio está programado apenas para o fim de maio
A frase de Adam Smith é uma das reflexões do livro “A Riqueza das Nações”, obra seminal do liberalismo econômico.
De benefícios sociais a prêmios milionários na loteria — confira as matérias mais lidas no Seu Dinheiro na semana e saiba como aproveitar as oportunidades de maio
Banco atualizou as projeções para inflação, PIB e diz como a guerra no Oriente Médio pode mexer com o bolso do brasileiro
A semana que começa será carregada de eventos, tanto no Brasil como no exterior, capazes de mexer com o bolso — e os nervos — dos investidores
Geladeiras, celulares e fogões estão entre os produtos considerados essenciais e que exigem solução imediata segundo o Código de Defesa do Consumidor (CDC)
O governo Lula se tornou pauta do jornal de finanças mais influente do mundo, que destacou o atraso do Brasil em tratar sobre o tema
Itaú, Bradesco, Santander e Nubank não só aderiram ao Desenrola 2.0 como criaram programa similar para público não elegível
A Pseudomonas aeruginosa está presente até mesmo no ar e pode causar distúrbios sérios, com risco de morte
Acordo foi firmado entre Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai para reduzir custos e prazos, ampliar a previsibilidade das regras e oferecer maior segurança jurídica
Lotofácil não foi a única modalidade a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (7). A ‘menos difícil’ das loterias da Caixa contou com a companhia da Dia de Sorte.
Presidentes, políticos, bilionários, atrizes e ganhadores de Prêmios Nobel passaram por essa universidade, unidos pelo lema “Veritas” — a verdade.
Enquanto alguns bancos privados ainda se preparam para o Desenrola 2.0, outros já estão renegociando dívidas
Banco do Brasil já realizou 1.807 renegociações apenas na quarta-feira (6), primeiro dia do programa Desenrola 2.0
Corretora passou a prever Selic de 13,75% no fim de 2026 diante da alta do petróleo, piora das expectativas e tensão geopolítica — mas não é a única a elevar as estimativas para a taxa básica
Lotofácil 3678 teve três ganhadores na quarta-feira (6), mas não foi páreo para o prêmio milionário da Dupla Sena
Segundo Ricardo Kazan, impasse sobre urânio enriquecido trava negociações e amplia incertezas no mercado de commodities
Gestor da BTG Asset alerta para risco de disparada do petróleo e racionamento global com estoques em queda e conflito no Oriente Médio
Desenrola 2.0 chama atenção de endividados e golpistas; especialista também destaca papel de instituições financeiras e bancos
Para ex-secretário do Tesouro Nacional, ajuste fiscal é possível e não precisa ser drástico, mas precisa de qualquer forma focar em controle de gastos: “Brasil tributa muito acima da média da América Latina”