O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Agosto teve saque histórico de mais de R$ 20 bilhões em títulos do Tesouro Nacional
A promessa de firme entrada de dinheiro estrangeiro na dívida pública brasileira não se confirmou. Os dados referentes a agosto mostraram que os gringos sacaram R$ 20,6 bilhões, levando embora quase todos os R$ 22,8 bilhões que tinham aportado em julho, quando menor volatilidade e preços atraentes tinham promovido a maior entrada desde janeiro de 2015.
O saque no mês passado é o maior em termos nominais desde que os dados passaram a ser compilados em 2007. A revoada é atribuída ao período de maior aversão ao risco com relação às economias emergentes que marcou o período. Em agosto, a Argentina subiu sua taxa de juro para 45%. E seguiram as preocupações com o futuro da economia na Turquia.
Embora o quadro por aqui seja bastante distinto em comparação com esses pares, no momento em que a incerteza bate, isso tem pouca importância. Vai tudo no “pacote emergente”. Depois é possível que vejamos alguma diferenciação, mas tal processo pode ser postergado pelo vetor local de incerteza: eleição presidencial. Também em agosto o mercado local mostrou certo receio com o crescimento do petista Fernando Haddad nas pesquisas de voto.
Os estrangeiros têm preferência por papéis prefixados, que representam 89% do total dos R$ 432 bilhões que carregam em dívida pública. Esse montante equivale a 11,92% da dívida interna brasileira de R$ 3,6 trilhões no mês passado.
Essa parcela do não residente beirou os 20% durante boa parte de 2014 e começo de 2015. Mas a perda do grau de investimento em setembro daquele ano mudou a relação do estrangeiro com a dívida brasileira.
As instituições de previdência (aberta, fechada e regimes próprios) ampliaram sua participação nominal em R$ 25,2 bilhões, para 911,87 bilhões, ou 25,1% da dívida. Encostando nos fundos de investimento, que seguem como principais financiadores da dívida, com 26,3% do total, ou R$ 954 bilhões. As instituições financeiras compraram quase R$ 20 bilhões, somando R$ 830 bilhões do estoque, ou 23% do total.
Leia Também
O Tesouro também atualiza mensalmente o custo de carregar esses trilhões de dívida. O custo médio acumulado em 12 meses foi de 9,88% em julho recuando de 9,97% em julho, que captou a alta da inflação provocada pela greve dos caminhoneiros.
A inflação é um dos principais indexadores da dívida pública, assim como a taxa Selic. Então, quando maior a inflação e maior o juro, mais “cara” a dívida brasileira. Para dar uma ideia, o custo da dívida chegou a ultrapassar 16% no fim de 2015 e começo de 2016.
O custo de captar dívida nova junto ao mercado segue caindo, testando mínimas da série histórica iniciada em 2010, a 8,04% ao ano. Isso é um bom indicador para sustentabilidade futura da dívida, já que o Tesouro está formando um novo estoque de dívida com custos cada vez menores, o que dá margem de manobra em caso de eventuais pioras de cenário mais à frente.
Entre os principais títulos, a LTN saiu a 8,24% ao ano. Já a NTN-B caiu de 9,4% em julho para 9,23% no mês passado. Em momentos de maior incerteza e inflação alta como no período que antecedeu o impeachment de Dilma Rousseff, o Tesourou chegou a pagar quase 17% para ofertar uma NTN-B. Esse é o tal custo da incerteza.
NEYMAR, VINI JR, ENDRICK...
BOLETIM FOCUS
DEU DIVÓRCIO
EM GRANDE ESTILO
FRASE DO DIA
TRANSFERÊNCIA DE RENDA
FÔLEGO PARA PJ
VANTAGEM ASIÁTICA?
DESENROLA 2.0
RUÍDO POLÍTICO
CONHEÇA AS FAVORITAS DE ESG
IGUALDADE DE GÊNERO
PROPINA BILIONÁRIA
RENOVAÇÃO AUTOMÁTICA
OPERAÇÃO SEM REFINO
NÃO TEVE PARA MAIS NINGUÉM
CRAQUE ALÉM DAS 4 LINHAS?
MUITO ALÉM DO CASO YPÊ
MEIO CAMINHO ANDADO
VAI TER SEXTOU