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2018-12-14T15:42:53-02:00
Vinícius Pinheiro
Vinícius Pinheiro
Diretor de redação do Seu Dinheiro. Formado em jornalismo, com MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela FIA, trabalhou nas principais publicações de economia do país, como Valor Econômico, Agência Estado e Gazeta Mercantil. É autor dos romances O Roteirista, Abandonado e Os Jogadores
Ações

Presidente do Bradesco diz que Cielo está mal avaliada pelo mercado

Só neste ano, as ações da empresa de maquininhas de cartão controlada junto com o Banco do Brasil caíram mais de 50%. Mas ele descarta fechar o capital da companhia

14 de dezembro de 2018
15:42
Octavio de Lazari, presidente do Bradesco
Octavio de Lazari, presidente do Bradesco - Imagem: Egberto Nogueira/divulgação

O presidente do Bradesco, Octavio de Lazari, fez hoje uma defesa da Cielo, empresa de maquininhas de cartão controlada em conjunto com o Banco do Brasil.

Apenas neste ano, as ações da empresa responsável por realizar as operações com débito ou crédito no cartão caíram mais de 50%. O estrago foi provocado pelo aumento na competição nesse mercado com a entrada de novas empresas como PagSeguro e Stone.

"A empresa tem valor e acho que ela não está bem precificada", disse Lazari, durante almoço com jornalistas nesta sexta-feira.

O presidente do Bradesco disse, porém, que "não está na mesa" a possibilidade de fechamento de capital da Cielo, como parte do mercado especula.

No mês passado, o ex-presidente do Banco do Brasil, Paulo Rogério Caffarelli, deixou a instituição para assumir o comando da Cielo.

Margem apertada

Líder de mercado com pouco mais de 45% de participação, a Cielo precisou reduzir as margens para enfrentar a concorrência de novas companhias.

O receio de que ela venha a ser "sacrificada" para que os bancos compensem a perda dessa receita em outros serviços pressiona as ações da companhia.

"Esse mercado mudou, mas o fato é que a empresa tem escala, é competitiva, mas tem que repensar a forma de fazer determinados negócios", diz o vice-presidente do Bradesco, Marcelo Noronha, que é presidente do conselho de administração da Cielo.

O Bradesco começou neste ano a vender diretamente as maquininhas da empresa com sua força de vendas. Em pouco mais de três meses, foram comercializados 370 mil terminais, segundo o banco.

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