O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Escolha de diretor do Santander agrada a seus pares e deverá ser bem recebido por investidores, mas será importante que a futura equipe econômica reforce sinais de que BC terá independência
Com perfil "técnico" de executivo do mercado financeiro, o nome do substituto de Ilan Goldfajn no comando do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, agrada a seus pares e deverá ser bem recebido por investidores, segundo analistas ouvidos pelo Estadão/Broadcast. Para alguns, porém, agora também será importante que a futura equipe econômica reforce sinais de que o BC terá independência de fato.
O presidente do Bradesco, Octavio de Lazari Júnior, elogiou a indicação de Campos Neto. "Temos muito boas informações dele. É um profissional extremamente competente que trabalhou na tesouraria do Santander. A expectativa é muito boa e grande", afirmou o executivo.
Para Lazari, o principal desafio da nova cúpula do BC em 2019 será o controle da inflação com a administração da política monetária. Questionado sobre se a Selic deveria cair no próximo ano, ele respondeu: "Tomara, se a gente tiver um quadro de inflação controlada que não possa correr qualquer perigo, por que não ter uma taxa de juros de 6,25%, 6,0% ou abaixo de 6,0%, de acordo com as condições da economia?", disse. "Para nós, isso vai acontecer agora, ou pouco mais para a frente, pois vamos entrar no seleto grupo de países que têm taxa de juros bastante baixa."
José Júlio Senna, ex-diretor do BC e pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV), também elogiou a indicação. "Ele tem longa experiência de mercado financeiro, onde desfruta de uma imagem muito boa", disse.
"Assim como o próprio Ilan e também Henrique Meirelles, Campos Neto veio do mercado financeiro, com o qual deverá ter boa interlocução. É um nome muito conceituado e trabalha em tesouraria, que é uma área importantíssima", disse o estrategista de renda fixa da GS Research, Renan Sujii.
Para a economista-chefe da gestora ARX Investimentos, Solange Srour, Campos Neto é "respeitado" pelos agentes do mercado financeiro porque tem perfil liberal, está alinhado com o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, e construiu sua carreira no mercado financeiro.
Leia Também
A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) elogiou, em nota distribuída nesta quinta-feira, 15, as "qualificações e experiência" de Campos Neto.
A indicação de Campos Neto não foi exatamente uma surpresa - seu nome já circulava há dias no mercado como um dos potenciais indicados. Segundo Solange, da ARX, a credibilidade inicial do futuro presidente do BC dependerá dos próximos sinais para os rumos da política monetária, como a composição da diretoria do órgão e seus primeiros discursos.
"O novo presidente chega com certa credibilidade, mas, como é novo no cargo, será avaliado ao longo do tempo. Se os diretores vão ficar ou não é importante", disse Solange, destacando que não conhece Campos Neto. O aumento da transparência na comunicação com o mercado, na visão de Solange, foi o destaque da gestão de Ilan, que assumiu o cargo em 2016. Já as primeiras comunicações diretas de Campos Neto poderão ficar apenas para o ano que vem, lembrou Solange. Isso porque é possível que o futuro presidente do BC não fale publicamente até sua sabatina no Senado.
Por outro lado, a Continuum Economics, consultoria do economista Nouriel Roubini, em relatório, levantou dúvidas sobre o grau de liberdade de atuação de Campos Neto. "Nossa avaliação inicial é de que Campos seguirá a linha de Paulo Guedes no BC, o que não é a melhor perspectiva para um Banco Central que se espera independente. Vamos aguardar pelas indicações dos demais diretores para uma avaliação final", afirma o texto.
Para Solange, o mercado "não gostou muito" quando, logo depois da eleição de Bolsonaro, o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, falou sobre vender "US$ 100 bilhões" de reservas internacionais quando o dólar chegasse a "R$ 5,00", lembrou a economista. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Caixa Econômica Federal já está registrado apostas para o concurso especial da Mega-Sena 30 Anos, que segue regras parecidas com as da Mega da Virada, mas sorteio está programado apenas para o fim de maio
A frase de Adam Smith é uma das reflexões do livro “A Riqueza das Nações”, obra seminal do liberalismo econômico.
De benefícios sociais a prêmios milionários na loteria — confira as matérias mais lidas no Seu Dinheiro na semana e saiba como aproveitar as oportunidades de maio
Banco atualizou as projeções para inflação, PIB e diz como a guerra no Oriente Médio pode mexer com o bolso do brasileiro
A semana que começa será carregada de eventos, tanto no Brasil como no exterior, capazes de mexer com o bolso — e os nervos — dos investidores
Geladeiras, celulares e fogões estão entre os produtos considerados essenciais e que exigem solução imediata segundo o Código de Defesa do Consumidor (CDC)
O governo Lula se tornou pauta do jornal de finanças mais influente do mundo, que destacou o atraso do Brasil em tratar sobre o tema
Itaú, Bradesco, Santander e Nubank não só aderiram ao Desenrola 2.0 como criaram programa similar para público não elegível
A Pseudomonas aeruginosa está presente até mesmo no ar e pode causar distúrbios sérios, com risco de morte
Acordo foi firmado entre Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai para reduzir custos e prazos, ampliar a previsibilidade das regras e oferecer maior segurança jurídica
Lotofácil não foi a única modalidade a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (7). A ‘menos difícil’ das loterias da Caixa contou com a companhia da Dia de Sorte.
Presidentes, políticos, bilionários, atrizes e ganhadores de Prêmios Nobel passaram por essa universidade, unidos pelo lema “Veritas” — a verdade.
Enquanto alguns bancos privados ainda se preparam para o Desenrola 2.0, outros já estão renegociando dívidas
Banco do Brasil já realizou 1.807 renegociações apenas na quarta-feira (6), primeiro dia do programa Desenrola 2.0
Corretora passou a prever Selic de 13,75% no fim de 2026 diante da alta do petróleo, piora das expectativas e tensão geopolítica — mas não é a única a elevar as estimativas para a taxa básica
Lotofácil 3678 teve três ganhadores na quarta-feira (6), mas não foi páreo para o prêmio milionário da Dupla Sena
Segundo Ricardo Kazan, impasse sobre urânio enriquecido trava negociações e amplia incertezas no mercado de commodities
Gestor da BTG Asset alerta para risco de disparada do petróleo e racionamento global com estoques em queda e conflito no Oriente Médio
Desenrola 2.0 chama atenção de endividados e golpistas; especialista também destaca papel de instituições financeiras e bancos
Para ex-secretário do Tesouro Nacional, ajuste fiscal é possível e não precisa ser drástico, mas precisa de qualquer forma focar em controle de gastos: “Brasil tributa muito acima da média da América Latina”