O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Colegiado do Banco Central (BC) faz poucas mudanças na sua comunicação e mantém frase que fala em possível retirada de estímulo
Dentro do esperado pelo mercado, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa básica de juros, a Selic, em 6,5% ao ano. Além disso, afirmou que “a evolução do cenário básico e do balanço de riscos prescreve manutenção da taxa Selic no nível vigente”.
A definição do quadro eleitoral e resposta positiva do mercado aos planos do eleito não se mostraram suficientes para o BC deixar de lado uma postura vigilante.
Uma possível avaliação é que o Copom começa a ver a necessidade de subir o juro por outros motivos que não a percepção sobre reformas e ajustes, mas sim em função do comportamento da inflação e da atividade. A próxima reunião acontecerá nos dias 11 e 12 de dezembro.
No comunicado divulgado após a decisão está mantida a avaliação de que a conjuntura prescreve política monetária estimulativa, com juro abaixo da taxa estrutural, seguido pelo alerta:
“Esse estímulo começará a ser removido gradualmente caso o cenário prospectivo para a inflação no horizonte relevante para a política monetária e/ou seu balanço de riscos apresentem piora.”
Leia Também
O BC também manteve a ênfase na continuidade do processo de reformas e ajustes necessários na economia brasileira como algo essencial para a manutenção da inflação baixa no médio e longo prazos, para a queda da taxa de juros estrutural e para a recuperação sustentável da economia.
“O Comitê ressalta ainda que a percepção de continuidade da agenda de reformas afeta as expectativas e projeções macroeconômicas correntes.”
Uma primeira leitura do comunicado e das projeções sugere que a queda do dólar, da linha de R$ 4,20 para R$ 3,70, postergou uma avaliação ainda mais séria dentro do Copom sobre a necessidade de retirar estímulo. Essa discussão poderá ser vista na ata, que sai na terça-feira da próxima semana. Podemos especular que se o dólar seguisse acima dos R$ 4, o ajuste para cima já teria começado hoje.
No entanto, retirar estímulo é diferente de tornar a política restritiva. Hoje temos a taxa de juro abaixo da chamada taxa estrutural ou neutra, que é aquela que promove o máximo crescimento com inflação dentro da meta. Retirar estímulo é deixar a taxa mais próxima do considerado neutro. Política restritiva é colocar a taxa acima desse patamar para esfriar a atividade e conter a inflação.
Essa taxa estrutural é uma variável não observável, mas as estimativas recentes sugerem que ela orbite entre 4% a 4,5% em termos reais (descontada a inflação). Atualmente a taxa real está rodando na casa dos 3% ao ano, considerando o swap de 360 dias descontado do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) projetado em 12 meses.
Com dólar a R$ 3,70 e Selic em 6,5% ao longo do horizonte de projeção, o IPCA fecha o ano em 4,4%, cai a 4,2% para 2019 e recua a 4,1% para 2020 (projeção nova). Com dólar a R$ 4,15, da reunião de setembro, as projeções eram de R$ 4,4% para 2018 e 4,5% para 2019.
A meta para 2019 é de 4,25%, recuando a 4% em 2020 e 3,75% em 2021. As ações tomadas hoje pelo BC visam 2019 e, com peso crescente ao longo do tempo, o ano de 2020, em função dos efeitos defasados sobre o lado real da economia.
Considerando os parâmetros de mercado – Selic a 8% em 2019 e 2020 e câmbio a R$ 3,8 e R$ 3,75 – as projeções são de 4,2% para o próximo ano e para 3,7% para 2020.
O que o conjunto de projeções mostra é que mesmo que o BC venha a subir o juro, não se espera que as taxas voltem mais ao patamar de dois dígitos. Assim, um eventual ciclo de ajuste não “mataria” os ativos de risco, nem promoveria uma corrida para os papéis “selicados” do Tesouro.
O balanço de riscos para a inflação não teve alteração, mas o BC afirma, agora, que “o grau de assimetria do balanço de riscos diminuiu desde sua reunião anterior”.
De um lado, o BC avalia que o nível de ociosidade elevado pode produzir inflação abaixo do projetado. Do outro lado e com maior peso, está a chance de uma frustração com reformas e ajustes elevar prêmios de risco e a trajetória da inflação. Risco esse que se intensifica em caso de deterioração do cenário externo para economias emergentes.
Sobre o quadro externo, o BC afirma que ele “permanece desafiador” e cita o apetite ao risco em relação a economias emergentes aquém do nível vigente no início do ano. Os principais riscos, segundo o Copom, seguem associados à normalização das taxas de juros em algumas economias avançadas e a incertezas referentes ao comércio global (uma referência à guerra comercial de Donald Trump, que já tinha aparecido em outros documentos).
A avaliação sobre os núcleos de inflação, que captam a tendência dos preços, continuou sendo de compatibilidade com as metas. E a atividade evidencia recuperação em ritmo mais gradual que o vislumbrado no começo do ano.
A repercussão foi tamanha que Nassim Taleb, cuja fama costuma ser restrita ao mundo das finanças, respondeu a Jade Picon no X
O financiamento imobiliário exige planejamento por representar décadas de dívidas e a organização de documentos é a primeira etapa; veja o que é preciso ter em mãos
Filho mais velho de FHC foi nomeado como curador provisório do pai, que sofre em grau avançado da doença de Alzheimer
Mais conectado, mais desconfiado e com menos paciência: o brasileiro digital não perdoa erro, demora ou taxa surpresa
O montante, anunciado em março deste ano, será direcionado a empresas consideradas estratégicas ou afetadas por choques externos
Depois de acumular pela 2ª vez na semana, prêmio da Lotofácil cresce, mas nem faz cócegas nas estimativas para os próximos sorteios da Quina, da Timemania e da Mega-Sena, que também ocorrem hoje (16)
Romi (ROMI3), Usiminas (USIM5) e Assaí (ASAI3) dão o pontapé na temporada, e Ruy Hungria, analista da Empiricus Research, conta o que esperar dos resultados do primeiro trimestre
Pagamento do Bolsa Família segue calendário por NIS, garante valor mínimo de R$ 600 e pode incluir adicionais
No mesmo dia de Tiradentes, alguns estados também celebram feriados locais
Reajuste do Gás do Povo pode chegar a R$ 10, de acordo com o ministro do Planejamento e Orçamento
No Touros e Ursos desta semana, André Loes, economista-chefe da Vivest, fala sobre porque essa conta não fecha e o peso desse descolamento nas eleições de 2026
Governo paulista adia de novo a cobrança automática do pedágio eletrônico em rodovias no interior de SP, incluindo a Castello Branco e a Raposo Tavares
Proposta mantém salários, amplia descanso e abre novo embate com setor produtivo
Pagamentos do abono salarial Pis/Pasep serão feitos via Caixa Econômica Federal ou Banco do Brasil nesta quarta-feira (15)
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de terça-feira, 14 de abril. Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam.
Pagamento do Bolsa Família segue calendário por NIS, garante valor mínimo de R$ 600 e pode incluir adicionais
Até o momento, Anvisa recebeu pedidos de registro de 16 medicamentos à base de semaglutida e de sete que têm liraglutida como princípio ativo
Enquanto os brothers do BBB26 ainda entregam conteúdo, Globo já está de olho no BBB27
Lance inicial teto do leilão do Detran-Sp é de um Renault Logan Dyna, modelo 2016, por 7 mil reais
Prêmio em jogo na Lotofácil dispara depois de acúmulo em concurso com final zero, mas Mega-Sena, Quina e Timemania pagam valores maiores nesta terça-feira (14).