O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Indicador do Banco Central (BC) sobe 0,47% em agosto e acumula alta de 1,5% em 12 meses
Pelo segundo mês consecutivo a atividade surpreende para cima na métrica do Banco Central (BC). O Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) apresentou alta de 0,47% em agosto, vindo de variação positiva de 0,65% em julho (dado revisado de 0,57%).
A leitura mensal ficou acima da mediana de 0,25% da “Broadcast Projeções”, que oscilava entre queda de 0,10% e avanço de 0,90%. No ano, o indicador acumula alta de 1,28%. E medido em 12 meses, que capta melhor a tendência em função das revisões constantes, a variação é positiva em 1,50%.
Fazendo um breve exercício de projeção, a economia caminha para um terceiro trimestre com crescimento na casa de 2% sobre o trimestre anterior, quando teve queda de 0,84%, considerando aqui estabilidade do IBC-Br para o mês de setembro.
Essa surpresa positiva, no entanto, não tem força para mudar a visão do Banco Central (BC) com relação ao nível de ociosidade da economia, que faz parte do balanço de riscos para a inflação.
Por ora, a avaliação é de que o Comitê de Política Monetária (Copom) tem condições de manter a Selic estável na reunião de 31 de outubro em 6,5% ao ano em função da recente desvalorização do dólar, que reduz a pressão sobre as projeções e expectativas de inflação em 2019.
Por outro lado, uma confirmação dessa reação da atividade pode vir a pesar na tomada de decisão do Copom nas demais reuniões. Por isso não se descarta que o BC possa começar a retirar estímulo monetário em 2019.
Leia Também
Há uma diferença entre reduzir a quantidade de estímulo e mudar a instância da política monetária, que segue e deverá continuar estimulativa, ou seja, com taxa abaixo da considerada neutra (taxa neutra é aquela que não tira nem dá estímulo).
A questão envolvendo o “nível de ociosidade” tem pelos menos dois impactos sobre a tomada de decisão do BC. Primeiro, atividade fraca não representa ameaça para a inflação. Segundo, atividade fraca reduz a capacidade de transmissão da alta do dólar para o restante dos preços da economia.
Mas a queda do dólar, que saiu de R$ 4,20 para linha de R$ 3,70, ainda não chegou aos índices de inflação. Sinal claro disso veio nesta manhã com a divulgação do Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10). O indicador subiu 1,43% em outubro após aumento de 1,2% em setembro, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV). A mediana da “Broadcast Projeções” era de 1,46%, com intervalo de 0,99% a 1,83%.
Para 2018, o BC trabalha com um crescimento do PIB de 1,4%. A mediana do Focus aponta variação positiva de 1,34%. Para 2019 a previsão do BC é de 2,4% e a do mercado está em 2,5%.
Mesmo conhecido como PIB do BC, o IBC-Br tem metodologia de cálculo diferente das contas nacionais calculadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em box no Relatório de Inflação (RI), o BC explicou que IBC-Br e PIB são indicadores agregados de atividade econômica com trajetórias similares no médio prazo. Mas há características que os diferenciam tanto do ponto de vista conceitual quanto metodológico.
O IBC-Br, de frequência mensal, permite acompanhamento mais tempestivo do comportamento da atividade econômica, enquanto o PIB, de frequência trimestral, descreve quadro mais abrangente da economia. Além disso, o BC alerta que o processo de dessazonalização pode ampliar diferenças pontuais entre os dois indicadores, o que demanda cautela em comparações nos horizontes mais curtos. No entanto, essas diferenças tendem a se compensar ao longo do tempo, favorecendo as comparações em horizontes mais longos, como o anual.
Mega-Sena 30 anos tem regras parecidas com as da Mega da Virada: prêmio não acumula e 90% do dinheiro é destinado a quem acertar as seis dezenas; veja mais detalhes do sorteio especial
Em 2025, a União Europeia foi o terceiro maior destino da carne bovina brasileira, atrás da China e dos Estados Unidos
A revogação do imposto sobre compras internacionais de até US$ 50, apelidado de “taxa das blusinhas”, abriu uma nova disputa entre indústria, varejo nacional e plataformas estrangeiras, com alertas sobre concorrência desigual, empregos e impacto na arrecadação
Apenas a Lotofácil e a Quina tiveram ganhadores na terça-feira (12). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Hoje (13), +Milionária pode pagar R$ 41 milhões.
Seleção brasileira fará amistosos contra Panamá e Egito antes da estreia na Copa do Mundo, em 13 de junho, contra o Marrocos; convocação final do Brasil sai em 18 de maio.
Após pressão popular e desgaste político, governo recua da cobrança criada em 2024 para encomendas do exterior; compras internacionais de até US$ 50 ficam isentas
Conhecido como o “banco central dos bancos centrais”, o BIS anunciou nesta terça-feira (12) o nome escolhido para o cargo
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na noite de segunda-feira (11). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Hoje (12), a Quina e a Timemania dividem as atenções com a Mega-Sena.
A realidade falou mais alto do que as vantagens de manter o Koru, megaiate que se transformou em uma dor de cabeça para Jeff Bezos
Com a bilheteria mundial de O Diabo Veste Prada 2, Miranda Priestly poderá usar Prada até de pijama se quiser
Decisão do STJ vai alterar o funcionamento de aluguéis de curto prazo em condomínios; Airbnb divulga nota
Rótulos precisam seguir parâmetros de transparência
A perspectiva de alta da inflação no país reflete a escalada das incertezas com a guerra no Oriente Médio, que provocou uma disparada nos preços do petróleo
Caixa Econômica Federal já está registrado apostas para o concurso especial da Mega-Sena 30 Anos, que segue regras parecidas com as da Mega da Virada, mas sorteio está programado apenas para o fim de maio
A frase de Adam Smith é uma das reflexões do livro “A Riqueza das Nações”, obra seminal do liberalismo econômico.
De benefícios sociais a prêmios milionários na loteria — confira as matérias mais lidas no Seu Dinheiro na semana e saiba como aproveitar as oportunidades de maio
Banco atualizou as projeções para inflação, PIB e diz como a guerra no Oriente Médio pode mexer com o bolso do brasileiro
A semana que começa será carregada de eventos, tanto no Brasil como no exterior, capazes de mexer com o bolso — e os nervos — dos investidores
Geladeiras, celulares e fogões estão entre os produtos considerados essenciais e que exigem solução imediata segundo o Código de Defesa do Consumidor (CDC)
O governo Lula se tornou pauta do jornal de finanças mais influente do mundo, que destacou o atraso do Brasil em tratar sobre o tema