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Decreto publicado pela Casa Branca sobre as tarifas aos produtos brasileiros mudou os rumos das negociações desta quarta-feira (30); lá fora, decisão do Fed pesou no humor dos investidores
Para a próxima reunião do BC, a aposta majoritária é de um corte de 0,25 pp, o que levaria os juros para uma faixa de 4,00% a 4,25%, de acordo com dados compilados pelo CME Group
Comitê de política monetária manteve a taxa de juros na faixa entre 4,25% e 4,50% ao ano, mas o que chamou atenção foi a falta de consenso em torno da decisão, algo que não acontecia desde 1993
Você sabe o que significa dizer que um banqueiro central é mais hawkish ou mais dovish? Não, não estou falando de zoologia, mas de política monetária, e isso pode afetar o desempenho dos investimentos
Essa é a primeira vez desde 1993 que dois integrantes do Fomc divergem do voto da maioria em uma mesma reunião, de acordo com a imprensa norte-americana. O movimento está sendo visto como um aceno à Casa Branca.
Entenda o significado desses termos muito usados no mercado financeiro e a influência desses fatos no seu bolso
Alberto Ramos defende que o país vive um ciclo perverso de crescimento fraco, câmbio pressionado e inflação resistente. A solução existe — mas exige um ajuste doloroso a partir de 2027
A expectativa é de que os bancos central de Brasil e EUA mantenham os juros hoje; foco está em Powell e comunicado
A manutenção da Selic em 15% ao ano nesta Super Quarta é consenso. A dúvida é quando os cortes vão começar e se a inflação vai ceder. Ramos vê o Copom entre o remédio e o veneno.
Após idas e vindas, os bancos revisam acordo, que agora prevê uma redução no volume de ativos transferidos
No Touros e Ursos desta semana, Wilson Barcellos, CEO da Azimut Brasil, analisa os impactos das decisões do Copom e do Fed e traz insights sobre investimentos
Ibovespa encontra-se no nível mais baixo em quatro meses às vésperas de um novo marco do tarifaço de Trump
Felipe Miranda é o convidado do Giro do Mercado especial sobre o Copom, programa produzido pelo Money Times, portal de notícias parceiro do Seu Dinheiro
O ambiente internacional segue por um fio: uma vírgula fora do lugar ou um dado ligeiramente acima do esperado (impedindo corte de juros) basta para que a volatilidade reassuma o controle
Bolsa globais avaliam acordos com os EUA; índices futuros de Wall Street indicam que seguirão estendendo os ganhos da semana passada; por aqui, o Ibovespa tenta recuperar o fôlego
Mineradora não deve ser atingida diretamente pelas tarifa impostas por Donald Trump, mas possível efeito no câmbio e nos juros pode trazer volatilidade para a operação da companhia.
Para Rodrigo Azevedo, ex-diretor do BC e sócio da Ibiuna Investimentos, o investidor deveria estar de olho na curva de juros — e não só no Brasil
Acordos comerciais agitam os mercados nesta quinta-feira; após recorde, Wall Street também acompanha balanços do 2T25
Nos EUA, futuros operam em leve alta, de olho nas tarifas e nos balanços, após recorde na véspera; por aqui, Ibovespa repercute dados internacionais e resultados do 2T25
A queridinha dos investidores é responsável pelo anúncio dos dividendos desta terça-feira (22), enquanto a operadora de telefonia móvel fica com os juros sobre capital próprio