O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Foram encontrados 1037 resultados para sua pesquisa.
Crise hídrica pode pressionar inflação, CPI da covid traz instabilidade política e variante delta pode atrapalhar a trajetória da recuperação global, o que imprime cautela aos negócios
Os sinais captados pelos dados de inflação e os discursos dos dirigentes do Fed tenta antecipar o futuro da política monetária da maior economia do mundo, trazendo grande volatilidade aos negócios. Por aqui, o dólar fechou estável e os DIs subiram. Já a bolsa fechou o dia no vermelho
O temor com a inflação global persiste, por isso a atenção dos investidores se voltam mais uma vez para os dirigentes do Fed. Por aqui, os bancos devem repercutir a alta da tributação do setor.
Com Copom duro e a sinalização de uma possível elevação nas taxas de juros nos EUA, os principais contratos de DI dispararam. Na semana, o dólar recuou com o forte fluxo estrangeiro e a bolsa seguiu o ritmo das commodities (mais uma vez)
A bolsa brasileira fechou o dia em queda de 0,93%, no limite dos 128 mil pontos. O dólar à vista recuou a R$ 5,0225. Já os juros futuros encerraram a sessão nas máximas.
A bolsa brasileira opera em alta, na contramão do movimento visto em Nova York. O mercado de juros futuros também fica aquecido e passa por ajustes
Mercado deve operar em compasso de espera até a próxima quarta-feira, quando os BCs do Brasil e dos Estados Unidos divulgarão as suas decisões de política monetária
Aceleração da vacinação é bem recebida pelo mercado, que aposta em uma recuperação econômica mais robusta
Aceleração da vacinação é bem recebida pelo mercado, que aposta em uma recuperação econômica mais robusta
A bolsa e o câmbio tiveram mais um dia de movimentos tímidos. O Ibovespa subiu 0,13%, aos 130.036, enquanto o dólar recuou apenas 0,07%, a R$ 5,06
De um lado da balança temos a inflação acelerada. Do outro, o mercado de trabalho dos EUA ainda se mostra cambaleante. A soma dos fatores leva os investidores a confiarem na manutenção dos estímulos por parte do Federal Reserve
As preocupações fiscais só vieram para acelerar o movimento de realização de lucros. O Ibovespa ficou abaixo dos 130 mil pontos, mas o dólar fechou mais um dia estável.
Depois de cruzar os 131 mil pontos na sessão anterior, a bolsa brasileira começa o dia em um movimento de realização de lucros.
O Ibovespa renovou os recordes de fechamento pelo quinto pregão consecutivo; no câmbio, o dólar foi às mínimas em quase um ano
O Ibovespa ganhou força após passar a manhã no campo negativo, renovando mais uma vez os recordes intradiários
O dólar à vista teve novo dia de queda intensa e, com isso, foi às mínimas desde o meio de dezembro. O Ibovespa subiu e cravou mais um recorde
Após uma abertura hesitante, a bolsa virou para alta e o Ibovespa busca novos recordes. No câmbio, o dólar passou a cair e aparece em R$ 5,07
Operação deve ser concluída até o final deste mês, e pode injetar cerca de US$ 1,5 bilhão no caixa da holding
O Ibovespa renovou os recordes de fechamento e intradiário pelo segundo dia seguido, fechando o mês sem qualquer sinal de assombração
Sem Wall Street para dar o tom, Ibovespa exibe ganhos leves; no câmbio, o dólar à vista sobe