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André Franco
Crypto News
André Franco
É engenheiro e especialista em criptomoedas da Empiricus
CRIPTOMOEDA

O que é bitcoin?

Criptomoeda ganhou os holofotes quando trouxe ganhos expressivos em 2017 e é apontada como tecnologia que pode mudar o sistema monetário internacional; entenda como funciona

26 de setembro de 2018
22:51

O bitcoin é a representação digital do dinheiro em espécie. E o que isso significa?  Digo isso porque, ao pagar alguém com dinheiro em espécie, não existe a necessidade de intermediário, assim como não existe com o bitcoin.

Ele possibilita que eu transfira dinheiro digital para meus pais, por exemplo, sem a necessidade de uma conta bancária ou de intermediação.

É uma rede de pagamentos ponto a ponto, sem a necessidade de um terceiro intermediando a transação.

E o que garante a segurança dessas transações sem intermediários é uma rede de computadores superpotentes espalhados pelo mundo.

Blockchain, a caixa registradora

Essa rede distribuída ao redor do mundo também é responsável por registrar absolutamente todas as transações feitas em bitcoins.

Se a Maria transfere para o Pedro e depois ele transfere para o João, tudo isso fica salvo e registrado em uma imensa planilha que contém todas as transações realizadas utilizando bitcoin.

O conjunto desses registros é conhecido como blockchain. Em uma tradução literal, o termo se refere a uma “cadeia de blocos” que contêm todas as movimentações realizadas em bitcoin entre diferentes contas.

Outro ponto interessante sobre o blockchain é que tudo que está catalogado nele é imutável e pode ser visto por todos que quiserem.

Isso porque qualquer pessoa pode fazer o download de uma cópia desses registros e conferir por conta própria todas as transações que foram executadas até o momento na rede.

É nessa rastreabilidade total e também na dispensabilidade de um intermediário que mora toda a disrupção que o bitcoin pode causar.

Assim como a internet, que transformou completamente o modo como vivemos e nos comunicamos, o bitcoin tem potencial para transformar a maneira como realizamos pagamentos.

Por isso, acredito que, dado esse potencial, o mais arriscado seria não participar dessa revolução, não investir nesse ativo.

Além dessas questões mais práticas sobre a tecnologia em que o bitcoin está pautado, existem outros pontos que devemos levar em consideração na nossa análise de por que ficar fora desse investimento é, na verdade, a posição mais arriscada.

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