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Brasileiro está preso em Tóquio desde 19 de novembro por supostas irregularidades financeiras; diretores ainda não encontraram um bom candidato ao cargo
A Nissan ainda não escolheu um sucessor para seu ex-presidente, o executivo brasileiro Carlos Ghosn, depois que três diretores independentes falharam nesta segunda-feira, 17, em chegar a um acordo sobre um candidato.
Os diretores se reuniram em duas ocasiões desde o mês passado para tentar nomear um substituto para Ghosn na presidência do conselho de administração da montadora japonesa.
O brasileiro está preso em Tóquio desde 19 de novembro por supostas irregularidades financeiras.
A empresa também comunicou que está formando um comitê para propor mudanças a suas regras de governança de forma a reforçar a supervisão dos ganhos de seus executivos.
O comitê, que incluirá um ex-juiz e um executivo aposentado, apresentará suas conclusões até o fim de março.
"Esperamos duras recomendações do comitê especial", comentou o executivo-chefe da Nissan, Hiroto Saikawa.
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Ghosn é acusado de ter ocultado cerca de US$ 44 milhões em declarações de renda da Nissan ao longo de um período de cinco anos encerrado em março de 2015. No último dia 10, Ghosn e a Nissan foram formalmente acusados por promotores em Tóquio.
*Com Estadão Conteúdo
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