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Ajuste de mais de US$ 15 trilhões que estão aportados em títulos com rendimento negativo pode acontecer na cotação das moedas
Dados econômicos decepcionantes na China e na Alemanha, somados a um sinal nada animador nos EUA, trouxeram medo aos mercados e derrubaram as bolsas globais
Forte desaceleração na indústria e no varejo chinês realça o impacto da guerra comercial na atividade e o interesse do país em retomar as negociações com os EUA
Episódios extremos, como o vivido pelos hermanos, servem de alerta para importância de ter posições defensivas na carteira de investimentos
Guerra comercial eleva cautela dos gestores, que reduzem projeção para Ibovespa, mas visão é de que ações terão bom desempenho no ano.
Com os EUA assumindo uma postura menos agressiva nas disputas comerciais com a China, o Ibovespa e os mercados globais se reenergizaram e fecharam em alta firme
Protestos em Hong Kong e crise na Argentina somam-se às preocupações com guerra comercial e crescimento econômico global
Presidente da Argentina, Mauricio Macri, pediu que Alberto Fernández e Cristina Kirchner façam uma autocrítica e construam credibilidade que não têm junto à comunidade internacional
Prévias eleitorais dão vitória a candidato de Cristina Kirchner e mercado reage de forma bastante negativa. Dólar sobe mais de 30% ante o peso. BC sobe juro a 74%
Com a ampla vantagem obtida pela chapa de oposição nas prévias das eleições na Argentina, uma espiral de aversão ao risco tomou conta dos mercados do país vizinho — e esse movimento contaminou os ativos brasileiros.
Mercado está dividido entre preocupação com economia global e estímulos adicionais via corte de juros pelos BCs
Fundos e investidores locais ampliam aposta na Bolsa brasileira com o avanço da reforma da Previdência, relegando impacto da guerra comercial no crescimento global
Apesar de a guerra comercial ter trazido enorme tensão aos mercados globais no início da semana, essa bola de neve foi perdendo força ao longo dos dias. E, por aqui, o noticiário local contribuiu para dar velocidade ao Ibovespa
Ausência de reviravoltas na guerra comercial trouxe alívio passageiro ao mercado financeiro ontem, mas investidores estão preocupados com impacto da disputa na economia global
Estudo do Instituto Internacional de Finanças (IIF) projeta taxa de câmbio de 7,3 yuans por dólar com novas tarifas impostas por Trump
Presidente americano, Donald Trump, volta a atacar o Fed afirmando que juro alto fortalece o dólar, prejudicando as empresas americanas
O clima mais ameno nos mercados globais permitiu que o Ibovespa tivesse um dia bastante tranquilo e retomasse os 104 mil pontos
BC chinês fixa a taxa de referência do yuan no nível mais fraco desde 2008, mas dados mais fortes que o esperado da balança comercial embalam os mercados
Em carta aos cotistas, gestora de Luis Stuhlberger também demonstra preocupação com os fantasmas da guerra comercial global
Agora em agosto, oito Bancos Centrais já promoveram reduções de juros e os motivos não são animadores