🔴 TRÊS AÇÕES LIGADAS À IA PODEM DOBRAR NOS PRÓXIMOS MESES – CONHEÇA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Não é pacote

Após Previdência, Guedes tem desafio de vender medidas fiscais como “bondades”

Clima na Câmara e Senado é de certa fadiga após aprovação da reforma da Previdência. Lideranças pedem "medidas positivas" e outras falam em frear eventual "pacote de maldades"

Paulo Guedes
O ex-ministro da Economia, Paulo Guedes - Imagem: Pedro França/Agência Senado

O esperado plano de medidas pós reforma da Previdência começa a ser apresentado nesta terça-feira e o ministro da Economia, Paulo Guedes, tem ao menos dois desafios: vender um pacote de austeridade fiscal como algo positivo e ainda contornar um clima de que 2019 já acabou tanto na Câmara quanto no Senado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Essa é a percepção das pessoas com quem conversei e que têm trânsito nas duas Casas do Congresso. A avaliação é de uma certa fadiga após a votação e aprovação da Previdência. Algumas lideranças pedem por “medidas positivas” e outras falam abertamente em frear eventual “pacote de maldades” do governo, como disse o líder do MDB no Senado, Eduardo Braga (AM), em recente entrevista do “Estadão”.

Ao comentar essa percepção com gente de mercado e até com meu amigo gringo, a maioria das respostas fica na linha do “sem problema, a Previdência já foi um avanço muito acima do esperado”. De fato, a reforma surpreendeu positivamente. Mas ainda temos muitos outros capítulos adiante.

Não é pacote

Como o próprio ministro Paulo Guedes explicou em entrevista ao jornal "Folha de S.Paulo" não é um pacote que será apresentado, mas sim uma agenda de trabalho.

Liberais não fazem pacotes com pirotecnia, obras de bilhões e eventos pomposos. Assim, o desafio é convencer que reduzir os gastos públicos em todas as esferas é a estratégia a ser perseguida.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O governo tem inflação e juro baixo para apresentar, mas dentro do Congresso a avaliação parece ser de que essas benesses ainda parecem longe da população, que segue pagando juros elevados, e há cobrança firme com relação ao tema. Exemplo disso: senadores falando que não iriam mais votar indicações à diretoria do Banco Central (BC).

Leia Também

Conteúdo Empiricus

Mesmo com a virada de Lula nas eleições, carteira da Empiricus entregou 97% em uma semana; entenda

'PESQUISA NÃO É URNA'

Não precisa de bola de cristal: instituto que anteviu reeleição de Lula explica onde as pesquisas de intenção de voto erram

[captacao]

Na questão do “clima de fim de ano”, Guedes parece ter em conta essa questão ao dizer que que “já está tudo nas mãos deles para avaliação final”. De quem são as mãos? As mãos são do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e demais lideranças. O Congresso dita o ritmo.

Guedes mostra sua confiança no Parlamento como condutor das reformas ao dizer que: “Hoje, presidente e Congresso são reformistas. As reformas que vêm aí foram processadas politicamente. Há uma avaliação conjunta: essa daqui é melhor ir pela Câmara, essa outra, pelo Senado. Essa aparente demora, na realidade, é um enorme ganho.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em linhas gerais, o que a agenda de PECs e outras medidas que serão anunciadas buscam fazer é seguir reduzindo o tamanho do Estado. Demanda legitimada pelas urnas, mas que sempre encontrará resistências, pois significa reduzir poder da classe política.

Além de lidar com a lógica da política, que é o poder, a agenda de reformas terá de conversar com o “tempo da política” que é mais curto em 2020 em função das eleições municipais. A janela para aprovação de propostas deve ir até maio ou no máximo junho do ano que vem.

Ao longo dos próximos dias, vamos conhecer os detalhes das propostas do governo. Mas mais importante será tentar saber qual a disposição do Congresso em levar essa pauta adiante.

A composição é de centro-direita, mas já vimos que o movimento pendular do centro, a depender da pauta, impõe derrotas ao governo (abono salarial e aposentadorias especiais são um bom exemplo).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Maia já disse qual será a sua prioridade: a PEC Emergencial, que busca conter o crescimento dos gastos obrigatórios e garantir o cumprimento do teto de gastos, propondo redução de jornada de funcionários públicos, com redução de salários, proibição de concessão de incentivos tributários entre outras limitações. Pautas que tendem a unir o centro e a oposição.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
25 de outubro de 2026 - 22:58
O especialista em opinião pública e fundador da Nox, Eduardo Sincofsky, em live do Market Makers 25 de outubro de 2026 - 22:52
Marcellus Ferreira Pinto, advogado constitucionalista e eleitoral durante live do Market Makers 25 de outubro de 2026 - 20:18
Seis governadores são eleitos no segundo turno 25 de outubro de 2026 - 20:13
Candidatos às eleições presidenciais de 2026, Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro 25 de outubro de 2026 - 20:05

RESULTADOS DAS URNAS GRINGAS

Lula ou Flávio? Saiba quem leva a maioria dos votos entre brasileiros no exterior

25 de outubro de 2026 - 20:05
Bandeira do Brasil pendurada em uma parede ao fundo da imagem. Em primeiro plano, a cabine de votação das eleições no Brasil. 25 de outubro de 2026 - 19:34
urna letro 25 de outubro de 2026 - 19:01
Montagem traz uma imagem de gráfico de ações ao fundo e uma urna eletrônica no centro eleições 2026; 1º turno 25 de outubro de 2026 - 18:56
Homem vota na urna eletrônica, na cabine eleitoral | Votação eleições 2022 25 de outubro de 2026 - 18:12
Cristiano Zanin 25 de outubro de 2026 - 16:55
Passageiros aguardam e embarcam em ônibus articulados em um terminal urbano. 25 de outubro de 2026 - 16:48
urnas eletrônicas 25 de outubro de 2026 - 16:37
25 de outubro de 2026 - 11:59
Lula em campanha durante ato em seu favor 25 de outubro de 2026 - 10:00
Lula aparece do lado esquerdo em uma montagem. Do lado direito, Flávio Bolsonaro. 24 de outubro de 2026 - 19:03
Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro eleições 1º turno 24 de outubro de 2026 - 13:30
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar