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Casos de famosos semelhantes ao de Anita Harley revelam como fortuna, família e Justiça costumam se cruzar em disputas por herança
A série “O Testamento: O segredo de Anita Harley”, do Globoplay, mergulha em uma disputa bilionária que combina laços familiares, poder e narrativas em choque. No centro da história, a empresária, em coma desde 2016 após um AVC, torna-se peça-chave de uma batalha judicial que envolve curatela, a existência de um possível testamento e a definição de quem tem direito a uma fortuna estimada em R$ 2 bilhões.
Longe das telas, conflitos desse tipo estão longe de ser exceção. O caso de Anita ecoa em disputas reais que vieram à tona nos últimos anos, envolvendo figuras conhecidas e patrimônios milionários, frequentemente marcados por reviravoltas, acusações e longas disputas na Justiça.
Após a morte de Gal Costa, em novembro de 2022, uma disputa entre a viúva Wilma Petrillo e o filho da cantora, Gabriel Costa, colocou em xeque o reconhecimento de união estável e o direito à herança.
Inicialmente reconhecida como companheira, Wilma teve sua posição contestada quando o filho entrou na Justiça para anular um documento em que ele próprio reconhecia a relação. O caso escalou com acusações de coação, pressão psicológica e até questionamentos sobre o atestado de óbito da artista.
Diferentemente do que ocorreu no caso de Anita Harley, após meses de impasse, as partes chegaram a um acordo: bens e dívidas serão divididos igualmente, os royalties serão partilhados temporariamente e a casa da cantora será vendida por, no mínimo, R$ 8 milhões. Gabriel também desistiu das ações judiciais, encerrando a disputa.
A morte de Pelé, ocorrida apenas algumas semanas depois do falecimento de Gal Costa, deu início a um processo de inventário marcado por idas e vindas e mantido sob segredo de Justiça.
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O processo de inventário, responsável por levantar e distribuir bens, direitos e dívidas, passou por algumas idas e vindas logo no início.
A viúva, Márcia Aoki, chegou a ser a primeira na linha para assumir como inventariante, mas abriu mão da função. Com isso, o filho Edson Cholbi Nascimento, o Edinho, foi nomeado pela Justiça como responsável pela administração do espólio.
Em testamento, Pelé determinou que 30% de seus bens fossem destinados à viúva, incluindo a última mansão onde viveu, no Guarujá, litoral de São Paulo. Os outros 70% foram divididos entre os herdeiros, entre filhos e representantes de descendentes.
Ao longo do processo, o caso até ganhou novos capítulos e teve algumas reviravoltas, mas nada que se assemelhe ao caso de Anita Harley, a maior acionista da Casas Pernambucanas.
Uma dessas reviravoltas foi o reconhecimento de Gemima Lemos Macmahon como filha socioafetiva do ex-jogador, após acordo entre os familiares, o que a incluiu na partilha da herança. Ao mesmo tempo, uma suposta filha do rei do futebol, Maria Socorro Azevedo, chegou a ser mencionada em testamento, mas o exame de DNA teve resultado negativo.
Outro ponto de atenção envolveu imóveis deixados pelo ex-jogador.
A mansão mais recente, destinada à viúva, voltou ao noticiário após Márcia decidir deixar o local, sendo os custos de manutenção transferidos ao espólio, sob responsabilidade do inventariante.
Já uma outra propriedade no Guarujá gerou controvérsia ao ser apontada como abandonada e vinculada a dívidas, com possibilidade de leilão – versão contestada pela defesa da família.
O processo do inventário de Pelé corre em segredo de Justiça, sob a justificativa de preservar informações envolvendo uma figura de projeção mundial.
A expectativa é de que a conclusão do inventário ocorra ainda este ano, encerrando os trâmites legais em torno da herança de um dos maiores nomes da história do futebol.
No caso de Marília Mendonça, a divisão patrimonial foi estabelecida sem conflito direto: a cantora deixou 100% de seus bens ao filho, Leo.
Desde a morte da artista, em novembro de 2021, a administração da herança ficou sob responsabilidade da avó materna, Ruth Moreira, e do pai, Murilo Huff. Segundo a defesa da família, o patrimônio teria crescido no período, sem indícios de irregularidades.
Ainda assim, o caso ganhou novos contornos com a disputa judicial pela guarda da criança. Murilo Huff entrou na Justiça pedindo a guarda unilateral, alegando motivos mantidos sob sigilo. Hoje, Leo vive com a avó, enquanto a decisão pode redefinir quem ficará à frente da gestão dos bens.
Em comum, todos esses episódios mostram que, quando grandes patrimônios entram em jogo, conflitos familiares tendem a ultrapassar o âmbito privado e ganhar dimensão pública, muitas vezes com desdobramentos tão complexos quanto os retratados nas telas.
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