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Segundo informações do Estadão, um processo administrativo do INSS aponta para um padrão de irregularidades na expansão da carteira de crédito do banco de Daniel Vorcaro
Mais de sete em cada dez empréstimos consignados concedidos pelo Banco Master estão agora sob suspeita da área técnica do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Segundo informações do Estadão, esse dado aparece em um processo administrativo interno, aberto em novembro do ano passado, que aponta para um padrão de irregularidades sistemáticas na expansão da carteira de crédito do banco comandado por Daniel Vorcaro.
De acordo com documentos internos verificados pelo jornal, o INSS concluiu que o Master deixou de apresentar cerca de 252 mil contratos que deveriam comprovar operações de crédito consignado firmadas com beneficiários da Previdência Social entre outubro de 2021 e setembro de 2025.
Ou seja, 74,3% dos 338,6 mil empréstimos não possuem lastro em documentos disponível para verificação.
No relatório, os técnicos do INSS descrevem um movimento que chama atenção pelo ritmo agressivo de crescimento da carteira de crédito do Master, “resultando em um número expressivo de averbações desprovidas do devido lastro documental e sem a observância dos requisitos de segurança exigidos”, diz o relatório.
A escalada vertiginosa das operações ajuda a dimensionar o alerta. O Estadão afirma que, até novembro de 2022, o Banco Master tinha apenas um consignado ativo com beneficiários do INSS. Um mês depois, em dezembro, o número saltou para mais de 100 mil contratos.
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Para a área técnica, a ausência de mais de 250 mil contratos é uma “falha grave e insanável, que lança dúvidas fundadas sobre a existência jurídica e a validade do consentimento dos beneficiários em um percentual alarmante das consignações”.
Mas os problemas não se limitariam à falta física dos documentos, segundo o Estadão. Os poucos contratos disponíveis no sistema e-consignado também apresentariam um padrão de alerta: formulários genéricos e padronizados, sem “informações essenciais e personalizadas, como o limite de crédito aprovado, a forma de pagamento, a taxa de juros aplicada e o número de parcelas”.
Desde 2020, o Banco Master mantinha um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) com o INSS que permitia a concessão de crédito consignado a aposentados e pensionistas.
A última renovação do convênio ocorreu em 2022, durante a gestão do então diretor de benefícios do instituto, Edson Yamada.
Hoje, Yamada é sócio de José Carlos Oliveira, ex-ministro do Trabalho e também ex-diretor de benefícios do INSS.
Oliveira é investigado na Operação Sem Desconto, da Polícia Federal, que foi deflagrada em abril e revelou um esquema de associações que faziam descontos indevidos de aposentados e pensionistas.
Em outubro de 2025, o governo proibiu o Banco Master de conceder empréstimos consignados a aposentados e pensionistas, diante do "volume expressivo" de reclamações.
O INSS informou que decidiu não renovar o ACT que autorizava o banco a operar consignados. Dessa forma, com o término da vigência no último dia 18 de setembro, o banco de Vorcaro deixou de ter autorização para novas operações de crédito consignado com o INSS.
Vale destacar que o caso do Banco Master não é isolado dentro do INSS. Segundo o instituto, 19 acordos de cooperação técnica com instituições financeiras já foram rescindidos por irregularidades no crédito consignado.
Outros quatro convênios estão suspensos, quatro foram encerrados a pedido das próprias entidades e três simplesmente expiraram, sem renovação.
*Com informações de Estadão.
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