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Proposta do projeto é colocar o castelo como espaço de permanência com experiências culturais em um único lugar
Incrustado na montanha, às margens da principal estrada de acesso a Petrópolis, uma construção de aspecto peculiar e pouco comum no Brasil chama a atenção de quem circula pela região serrana do Rio de Janeiro: o castelo Ferreira da Cunha.
O estilo da edificação engana os desavisados. Inspirada em um castelo medieval português de um século tão distante no tempo quanto no espaço, a obra foi erguida com rigor histórico e arquitetônico. O início da construção, entretanto, data de 1951. É o que afirma a administração do Museu Histórico Ferreira da Cunha (MHFC), em sua página na internet.
Agora, quase 70 anos depois de sua inauguração oficial, o MHFC, também conhecido como o “Museu de Armas Históricas Ferreira da Cunha”, acaba de fechar um acordo com o Megadiverso Instituto Cultural. A proposta é transformar o castelo medieval em um complexo cultural. A informação é do jornal Folha de S. Paulo.
Aberta ao público em 1957, a réplica da fortificação possui uma localização privilegiada. Situa-se na Rodovia Washington Luiz (BR-040), principal acesso à cidade de Petrópolis, a cerca de uma hora de carro, partindo do centro do Rio.
Atualmente fechado para reforma, a reabertura do espaço está programada para 2027, quando o MHFC completará 70 anos.
O plano busca trazer uma nova narrativa curatorial, programação cultural recorrente e serviços que atraem visitantes, como restaurante, café e loja temática.
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A restruturação ampla do espaço irá permitir a realização de eventos privados e abertos ao público. Deste modo, o museu poderá sediar feiras, ativações culturais, apresentações musicais e mais atividades de diversificações do espaço.
O acervo do MHFC possui mais de 3 mil peças tombadas pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), além de outros objetos de alto valor histórico e cultural.
A curadoria do local foi iniciada pelo próprio fundador, médico e museólogo Sérgio Ferreira da Cunha, descendente do Conde de Cunha, com peças de sua infância.
Até o momento, o MHFC possui 27 coleções específicas. O conjunto total chegou a três mil por meio de aquisições, doações e curadorias especializadas.
Além dos itens mais comuns como quadros, cartas, moedas e objetos do cotidiano, o museu possui itens ligados a história dos conflitos. Entre eles, estão armaduras, equipamentos de batalha e insígnias militares.
Ainda, há uma biblioteca com mais de 4 mil exemplares, que datam dos séculos 18 e 19.
O acervo possui alguns destaques como carros cozinha usados na Primeira Guerra, capacetes e espadas da Guarda Imperial de D. Pedro I e armaduras medievais e japonesas. As imagens abaixo mostram algumas peças.





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