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Ao longo de 17 anos, ao menos dez nomes já foram apontados como Satoshi Nakamoto. Nenhum foi confirmado. Agora, uma investigação do New York Times reacende o mistério.
A obsessão da comunidade cripto com a identidade de Satoshi Nakamoto ganhou um novo capítulo nesta quarta-feira (8). Depois de se debruçar sobre o assunto durante mais de um ano, o jornal norte‑americano The New York Times chegou a um novo-velho "suspeito" de ser o criador do bitcoin (BTC).
De acordo com a reportagem, Satoshi Nakamoto seria Adam Back, um criptógrafo britânico de 55 anos de idade. A matéria é assinada pelo jornalista John Carreyrou, que tem no currículo um Prêmio Pulitzer.
Não é a primeira vez que o nome de Back é ventilado. Ele é doutor em ciência da computação e uma figura histórica do movimento cypherpunk.
Atualmente, Adam Back é CEO da Blockstream, uma das empresas mais influentes do universo cripto.
Logo depois da publicação do New York Times, no entanto, o britânico usou suas redes sociais para desmentir o teor da reportagem.
Como já fez antes — e como o fizeram quase todos os supostos Satoshis Nakamotos desde o "desaparecimento" do criador do bitcoin, em 2010.
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Em um post no X, antigo Twitter, Back foi direto:
“Eu não sou Satoshi Nakamoto. Essa teoria ignora fatos básicos e parte de um claro viés de confirmação. Trabalhei em tecnologias que influenciaram o bitcoin, mas isso não me torna seu criador.”
Carreyrou começou a investigar Adam Back mais a fundo depois de assistir ao documentário "Money Electric: The Bitcoin Mistery", lançado pela HBO em 2024. Ele desconfiou da reação de Back ao ser questionado sobre se ele seria Satoshi Nakamoto. De fato, o criptógrafo mostra desconforto com a pergunta.
Para sustentar que Adam Back é Satoshi Nakamoto, Carreyrou baseia-se em padrões de escrita, nos vícios de linguagem e na trajetória de seu principal suspeito.
Em 1997, mais de uma década antes da criação do bitcoin, Back teria descrito elementos centrais que mais tarde fariam parte da mãe de todas as criptomoedas, como um sistema de dinheiro eletrônico baseado em escassez e funcionamento em rede, mas dissociado dos bancos e com privacidade para as partes envolvidas.
Outro aspecto levado em conta por Carreyrou é a menção ao Hashcash, criado por Back, como uma das bases para a arquitetura do bitcoin no whitepaper de Satoshi Nakamoto, publicado em 2008. O Hashcash introduziu o conceito de prova de trabalho e fundamentou o mecanismo de mineração do bitcoin.
Em relação aos vícios de linguagem de Back, eles teriam ajudado Carreyrou a chegar ao nome do britânico enquanto analisava mensagens assinadas por Satoshi Nakamoto em antigos fóruns de debate cripto com mais de 600 participantes.
O fato é que o nome de Adam Back está no radar do mundo cripto como um "suspeito" de ser Satoshi Nakamoto desde os primórdios do bitcoin.
Ao longo dos últimos 17 anos, porém, ao menos dez pessoas ou grupos além de Back já foram “acusados” de ser o criador do bitcoin.
Satoshi Nakamoto é o pseudônimo do criador do bitcoin. O nome é usado para assinar o whitepaper de 2008 que antecedeu o lançamento do bitcoin, no início do ano seguinte.
O artigo assinado por Satoshi Nakamoto descreveu um sistema de dinheiro digital descentralizado. Sem bancos nem governos. Nada de intermediários.
Em 2010, Satoshi desapareceu. Nunca mais se manifestou publicamente. Desde então, sua identidade transformou-se um dos maiores mistérios da história da tecnologia e das finanças — e em uma obsessão para os entusiastas do universo das criptomoedas.
Certa ou errada, desmentida ou confirmada, a conclusão da investigação do New York Times leva a um outro aspecto da curiosidade em relação à identidade de Satoshi Nakamoto.
Análises da blockchain indicam que Satoshi Nakamoto controla cerca de 1,1 milhão de bitcoins. Eles foram minerados entre janeiro de 2009 e dezembro de 2010 e estão espalhados por cerca de 22 mil endereços. A estimativa se baseia no chamado "padrão Patoshi", identificado por pesquisadores ao analisar o comportamento dos primeiros blocos minerados.
Se a estimativa fosse confirmada hoje, Satoshi Nakamoto teria o equivalente a US$ 78 bilhões, ou R$ 400 bilhões. A fortuna faz dele o fantasma mais rico de todos os tempos.
No entanto, todo esse dinheiro segue congelado. Nenhuma das criptomoedas em questão jamais foi movimentada.
Especulações à parte, Adam Back não é o primeiro a ser apontado como Satoshi Nakamoto — e provavelmente não será o último.
Cada nova investigação garante que a obsessão por saber quem é Satoshi Nakamoto continue viva.
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