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Para o próximo mês, a expectativa é de valorização moderada, sustentada por uma possível recuperação do setor e pelo aumento de transações em staking e em soluções de segunda camada, o que tende a ampliar a demanda por ETH
O ethereum (ETH) entra em março sob o holofote, mas não necessariamente pelo brilho dacotação. O ativo segue como figurinha carimbada no radar dos investidores, impulsionado por uma tese que mistura utilidade real da rede, expansão de ecossistemas e o aguardado apetite institucional. No papel, o cenário é promissor; na tela do home broker, a história é outra.
O rali de ano novo passou longe da segunda maior criptomoeda do mundo. Desde o início de 2026, o ETH amarga uma queda de cerca de 30%, travando uma batalha psicológica para sustentar o patamar dos US$ 2 mil.
Para quem mira o topo, o desânimo é nítido: o preço atual é uma fração dos US$ 4,9 mil registrados em suas máximas históricas.
Mas, se o preço à vista (spot) testa a paciência do investidor, o "chassi" da rede entrega o que a cotação esconde. Analistas apontam que, enquanto o gráfico de preços derrapa, a infraestrutura e os casos de uso da blockchain seguem em aceleração, criando um descolamento entre o valor intrínseco e o humor do mercado.
De acordo com a Foxbit, o ethereum continua sendo a principal infraestrutura para aplicações descentralizadas no setor cripto.
A corretora destaca que o ecossistema ligado à rede — que inclui finanças descentralizadas (DeFi), staking e tokenização de ativos do mundo real — segue em expansão, reforçando o papel do ETH como um ativo produtivo dentro da economia digital.
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Além disso, movimentos relacionados a ETFs, atualizações de rede e a evolução das soluções de segunda camada (layer 2) podem funcionar como catalisadores para o desempenho do ativo ao longo do mês.
A mesma visão é compartilhada pela Bitso. Segundo a empresa de negociação de ativos digitais, o ethereum inicia o mês como a principal infraestrutura para tokenização de ativos, stablecoins e aplicações descentralizadas.
Para a plataforma, a narrativa dominante do mercado em 2026 é a utilidade prática das blockchains, e o ETH está diretamente posicionado nesse movimento.
Na avaliação da Vault Capital, a rede permanece como a principal camada de liquidação da economia on-chain, concentrando stablecoins, aplicações de DeFi e iniciativas de tokenização.
Em períodos de maior cautela no mercado, a gestora avalia que a infraestrutura base tende a apresentar maior resiliência em comparação com aplicações periféricas do setor.
Já o Mercado Bitcoin (MB) aponta que o ethereum pode se beneficiar de um cenário de aumento de liquidez no mercado cripto e da expectativa de novos fluxos institucionais.
Esses movimentos estariam ligados principalmente ao avanço de ETFs e à retomada da atividade em protocolos de finanças descentralizadas.
Para o próximo mês, a expectativa é de valorização moderada, sustentada por uma possível recuperação do setor e pelo aumento de transações em staking e em soluções de segunda camada, o que tende a ampliar a demanda por ETH.
Por último, o BTG Pactual, por meio da carteira moderada da área de Digital Assets, reforça que o ethereum permanece como a principal blockchain para contratos inteligentes e aplicativos descentralizados.
A instituição destaca que a rede se consolidou como padrão de mercado graças à segurança comprovada e à ampla comunidade global de desenvolvedores, fatores que sustentam sua liderança tecnológica dentro do universo cripto.
Diante desse conjunto de fatores — utilidade crescente, fortalecimento da infraestrutura e potencial entrada de capital institucional — o ethereum aparece, segundo analistas, como um dos ativos digitais que merecem atenção dos investidores ao longo de março.
*Com informações do Money Times
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