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Tempestade de inverno pressiona redes elétricas americanas e leva mineradores a reduzirem o consumo de eletricidade
A forte tempestade de neve que atinge os Estados Unidos nos últimos dias recoloca o bitcoin (BTC) no centro de um velho debate: o que acontece com a maior criptomoeda do mundo quando falta energia?
Com neve, gelo e temperaturas extremas pressionando as redes elétricas das mais variadas formas, mineradores de criptomoeda norte-americanos reduziram ou interromperam temporariamente suas operações, especialmente em estados com grande concentração de data centers, como o Texas.
O movimento não é novo, mas o contexto atual dá um peso maior. Afinal, os Estados Unidos concentram hoje a maior fatia da mineração global de bitcoin.
Durante o pico da tempestade, a taxa de hash (hashrate, ou poder computacional) atribuída à Foundry — empresa líder na indústria de mineração de Bitcoin, operando o maior pool de mineração do mundo — caiu de cerca de 260 exahashes por segundo (EH/S), em 24 de janeiro, para aproximadamente 124 EH/s no dia seguinte, antes de recuperar para cerca de 134 EH/s.
O tombo refletiu a decisão de mineradores conectados ao pool de desligar equipamentos ou operar em carga mínima, especialmente em estados como o Texas, onde o sistema elétrico é mais sensível a picos de demanda.
Na prática, menos máquinas ligadas significam menos poder computacional competindo para validar transações na rede bitcoin.
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Em várias regiões dos EUA, mineradores participam de programas de resposta à demanda.
Funciona assim: em momentos críticos para o sistema elétrico, grandes consumidores, como data centers e mineradores de criptomoedas, reduzem voluntariamente o consumo para evitar apagões generalizados.
Durante nevascas, o cenário é clássico:
Além de ajudar a estabilizar a rede, essa decisão também faz sentido econômico: operar em horários de energia escassa costuma ser caro e arriscado.
Sim, temporariamente. Com a queda da taxa de hash, a rede pode levar mais tempo para processar blocos.
Em vez da média histórica de 10 minutos por bloco, esse intervalo pode subir para algo próximo de 11 ou 12 minutos enquanto o sistema se ajusta.
Mas aqui entra um dos pilares do Bitcoin: o ajuste automático de dificuldade. A cada ciclo, o protocolo recalibra o quão difícil é minerar novos blocos com base no poder computacional disponível.
Menos máquinas? A dificuldade cai. O objetivo é sempre o mesmo: manter a rede funcionando de maneira mais constante possível.
Não. Mesmo com grandes pools reduzindo atividade, a rede continua operando porque:
Nevascas, ondas de calor, blecautes regionais, tudo isso já aconteceu antes. E, até agora, o bitcoin seguiu em pé.
A mineração é o processo que:
Por exemplo: imagine toda uma rede de pessoas e computadores trabalhando para resolver uma equação, como x - 2 = 0. O primeiro a chegar à solução "x = 2" recebe a recompensa pelo trabalho.
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