A ação do mês, o impacto do ataque dos EUA à Venezuela no petróleo, e o que mais move os mercados hoje
A construtora Direcional (DIRR3) recebeu três recomendações e é a ação mais indicada para investir em janeiro; acompanhe também os efeitos do ataque no preço da commodity
Primeira segunda-feira de 2026. Você criou suas metas para o ano que começa? Ter uma alimentação melhor, fazer mais exercício físico, aprender novos idiomas, reformar a casa, buscar estudos e qualificações profissionais são objetivos que estão nas listas de muitos de nós.
Outro alvo a ser perseguido é lidar melhor com as finanças e investimentos. O site Seu Dinheiro estará aqui durante o ano para ajudar a manter o foco, trazer as melhores análises e indicar o que está acontecendo com o mercado.
Não adianta querer bater a meta financeira de uma vez: é necessário erguer o patrimônio bloco a bloco. Cada matéria pode servir como um tijolo na construção da sua fortuna; por vezes, é necessário reformar a carteira.
Um pilar importante desse edifício são os investimentos em renda variável. Mensalmente, publicamos qual é a ação do mês, a mais recomendada entre os bancos e casas de análise consultados pela nossa equipe.
E, para começar bem o mês, o melhor papel está justamente no setor da construção civil. Esta construtora é uma das principais referências do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), tem forte pagamento de dividendos e potencial para acelerar ainda mais os lançamentos neste ano.
Foi uma das companhias que mais subiu na bolsa no ano passado. Por isso, no último mês, quem investiu nessa ação decidiu realizar parte dos lucros, embolsando esses ganhos. Essa queda no valor pode ser justamente uma porta de entrada para o papel.
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Veja qual é a ação na matéria da repórter Dani Alvarenga.
Esquenta dos mercados
O Ibovespa fechou o primeiro pregão do ano em queda de 0,36%, aos 160.539 pontos, pressionado pelo desempenho da Petrobras (PETR3; PETR4).
Nesta segunda-feira, 5, os investidores vão seguir de olho na petroleira, enquanto os mercados repercutem a operação dos Estados Unidos na Venezuela, que levou à captura e prisão do presidente venezuelano Nicolás Maduro.
Após o ataque, Trump anunciou que pretende “reconstruir a indústria petroleira da Venezuela”, acendendo alertas de um possível excesso de oferta da commodity.
Porém, apesar da turbulência, a Opep+ confirmou que não deve mexer na produção. Nesta manhã, os preços do petróleo oscilam.
Já o Conselho de Segurança da ONU convocou uma reunião de emergência para hoje (12h), que terá participação do governo brasileiro.
Além das repercussões da operação militar, a semana conta ainda com indicadores econômicos importantes, com destaque para o payroll nos EUA e o IPCA de dezembro no Brasil.
Nos mercados internacionais, as bolsas são impulsionadas pelas ações do setor de defesa. Na Ásia, os principais índices fecharam o dia em alta. A Europa também registra ganhos nesta manhã.
Em Wall Street, os índices futuros de Nova York também são negociados no azul.
Outros destaques do Seu Dinheiro:
‘MAKE VENEZUELA GREAT AGAIN'
Trump divulga imagem de Maduro e diz que EUA vão governar Venezuela; confira os detalhes do pronunciamento. O presidente norte-americano revelou que a operação usou forças aéreas, terrestres e navais. Maduro e a esposa, Cilia Flores, foram levados para Nova York.
REPRECUSSÕES DA OPERAÇÃO
Do petróleo ao bitcoin (BTC): como o ataque dos EUA à Venezuela mexe com os mercados. O conflito pode elevar a percepção de risco de toda a América Latina, inclusive do Brasil, segundo analista da RB Investimentos.
DEPOIS DA OPERAÇÃO QUE DEPÔS MADURO
“Precedente perigoso”: Conselho de Segurança da ONU se reúne na segunda (5) para tratar do ataque à Venezuela. Reunião foi convocada após ação militar dos EUA que resultou na prisão de Nicolás Maduro.
“AMBIENTE DESUMANO”
“Inferno na Terra”: prisão em que Maduro ficará já recebeu El Chapo, P.Diddy e ex-parceira de Epstein. Detido pelos Estados Unidos, o presidente venezuelano aguarda a tramitação das acusações em uma prisão federal de Nova York conhecida por abrigar réus de alta notoriedade e por suas duras condições internas.
FIGURA IMPORTANTE DO CHAVISMO
Quem preside a Venezuela agora? Conheça Delcy Rodríguez, sucessora interina de Maduro; Trump cogita negociação. Rodríguez assume em meio à crise política e militar, enquanto Washington sinaliza negociação e Caracas reage.
PAIS DEFENDE DIÁLOGO
“Violação clara do direito internacional”: China quer que os EUA libertem Maduro imediatamente. Governo chinês afirma que a ação dos EUA fere normas internacionais.
POLÍTICA COMERCIAL
Agro cobra reação rápida do Brasil à taxação chinesa para evitar impacto no mercado. Bancada afirma acompanhar o tema com preocupação e alerta para riscos ao mercado e à renda do produtor no início de 2026.
ADICIONANDO PRESSÃO
TCU determina inspeção de documentos do BC sobre a liquidação do Banco Master. A decisão do órgão ocorre em período de recesso da Corte de Contas e após o relator do caso solicitar explicações ao BC.
UNIÃO ANIMAL
Antiga Cobasi conclui combinação de negócios com a Petz e ganha novo ticker; veja a estreia na B3. A transação foi realizada por meio de reorganização societária que resultou na conversão da Petz em subsidiária integral da União Pet.
NOVA LÍDER NO PEDAÇO
Tesla perde liderança para a BYD após queda nas vendas de veículos elétricos. As vendas da Tesla caíram 9% em 2025 e diminuíram 16% no quarto trimestre em comparação com o mesmo período do ano anterior.
VEJA O CRONOGRAMA
Eleições 2026: quando o jogo começa para eleitores, partidos e candidatos. Cronograma reúne datas-chave para eleitores, partidos e candidatos ao longo de 2026.
PAZ EM RISCO
Venezuela confirma ataque dos EUA e exige prova de vida de Maduro; veja as reações na América Latina. Líderes de diversos países da América Latina condenaram os ataques dos Estados Unidos nesta manhã, com exceção apenas do presidente da Argentina.
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