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O CEO e estrategista-chefe da Empiricus defende que o rali recente do Ibovespa pode ser “apenas o prenúncio” de um ciclo positivo mais longevo; saiba o porquê
Nos últimos dias, a bolsa brasileira passou por um rali. O Ibovespa, principal índice da bolsa, atingiu a sua máxima histórica na última terça-feira, ultrapassando os 140 mil pontos pela primeira vez.
E isso tudo enquanto o Brasil ainda sofre com os “fantasmas” que pairam sua economia desde o ano passado: ciclo de alta dos juros, IPCA (índice da inflação) acima do teto da meta, e incertezas quanto às contas públicas do governo federal.
Isso pode até fazer com que alguns investidores fiquem com um “pé atrás”, questionando o timing desse rali, ou se os motivos que levaram a ele são sólidos. Porque, caso contrário, o cenário pode sucumbir às pressões econômicas mais uma vez.
Mas a verdade é que é possível manter otimismo com uma “virada de chave” mais duradoura para os ativos de risco brasileiros.
Quem acredita nisso é Felipe Miranda, CEO e estrategista-chefe da Empiricus Research. Em um relatório publicado no último dia 14 de maio, o estrategista deu 4 motivos para se posicionar em ativos brasileiros agora – e acreditar na longevidade desse ciclo:
“O excelente comportamento dos mercados brasileiros até aqui no ano pode ser apenas o prenúncio de um ciclo mais longevo e expressivo. [...] Seria apenas a história se repetindo bem na nossa frente”.
Em um relatório publicado para assinantes no último dia 14 de maio, Felipe Miranda demonstrou otimismo com o mercado brasileiro, especialmente no que diz respeito aos ativos de risco e à bolsa. Para isso, citou quatro razões:
Vamos explicar estes pontos a seguir.
“Depois de anos e anos em que o excepcionalismo norte-americano sugou recursos do mundo, [...] o capital externo passou a questionar tamanha concentração no dólar. [...] Isso disparou uma inversão de narrativa, agora em favor dos demais mercados.”
Para Miranda, dois fatores principais explicam a debandada de capital dos EUA:
“O excepcionalismo norte-americano, ao menos circunstancialmente, virou repúdio e o dinheiro partiu para outras regiões do globo”, concluiu. E o mercado brasileiro, segundo ele, é um dos mais favorecidos por esse novo fluxo de capital.
Após sua última reunião, no dia 7 de maio, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central deixou em aberto a possibilidade de encerramento do ciclo de aperto monetário. Ou seja, é possível que a taxa básica de juros (Selic) não suba mais em 2025. E para Miranda, esse também pode ser um gatilho positivo para a bolsa brasileira:
“Esse costuma ser um catalisador importante para os ativos de risco. [...] Os efeitos dos juros menores são muito poderosos. Implicam múltiplos mais altos [nas empresas], permitem redução das despesas financeiras e, portanto, expandem as margens de lucro, estimulam a economia e as receitas corporativas, inibem o fluxo para a renda fixa”, afirma Miranda.
Miranda também comentou que a temporada de resultados do 1º trimestre de 2025 (1T25) se mostrou positiva para as empresas brasileiras, com números bem acima das projeções de consenso, o que alimenta expectativas ainda maiores para as próximas temporadas:
“Como os números reportados, no geral, vieram notadamente acima das estimativas contidas em seus modelos, seria natural esperar uma rodada de revisão de projeções [para cima] para os lucros à frente. [...] Poderíamos ter lucros crescendo entre 15% e 20%, o que traz uma ideia de um carrego bastante positivo para se estar em Bolsa agora.”
Assim como já ressaltou em publicações anteriores, Miranda defendeu que uma mudança no pêndulo político brasileiro, com futuro presidente de linha mais moderada à direita (ou apenas alinhado ao compromisso fiscal), por si só, já pode destravar um rali dos ativos brasileiros:
“A aproximação do calendário eleitoral também deve começar a fazer preço ao longo do segundo semestre. [E] Caso as pesquisas de opinião capturem deterioração significativa dos índices de aprovação do governo Lula a partir da crise do INSS, podemos ter um incremento na probabilidade atribuída ao “trade Tarcísio”, ao exemplo do observado [...] quando a pesquisa DataFolha desfavorável a Lula disparou um rali dos ativos brasileiros.”
Ou seja, sobram razões – bem fundamentadas – para aproveitar este momento de entrada e investir em ativos nacionais que podem se beneficiar destes gatilhos.
E aqui vale ressaltar que, de fato, não deve-se comprar qualquer ativo. Mas sim selecionar, dentre as diversas opções da bolsa brasileira, empresas de qualidade que estejam preparadas para entregar bons retornos independentemente do que nos espera a partir de agora.
E é isso o que Miranda quer auxiliar os investidores a fazer. Em sua carteira “Palavra do Estrategista”, o analista selecionou ações que considera verdadeiras “Oportunidades de Uma Vida”. Ou seja, ações que estão em um bom ponto de entrada agora.
A carteira, que se iniciou em setembro de 2015, acumulava retorno de 349% até o fechamento de abril deste ano – o equivalente a 185% do Ibovespa.
Vale ressaltar que a última década da economia brasileira passou por episódios críticos, como a reta final do mandato da presidente Dilma Rousseff, considerada por Felipe Miranda como “O Fim do Brasil” (nome dado, inclusive, ao best-seller de sua autoria sobre o assunto). Mesmo assim, a carteira teórica selecionada pelo estrategista entregou retornos expressivos.
É claro que retornos passados não garantem retornos futuros, essa é apenas uma maneira de demonstrar a solidez e rentabilidade da carteira.
E a boa notícia é que essas ações podem ser conhecidas por você agora de maneira gratuita.
Dito tudo isso, o Seu Dinheiro, em parceria com a Empiricus, está disponibilizando 3 meses de acesso gratuito à série Palavra do Estrategista.
Dentro da série, você terá acesso às 18 recomendações consideradas “Oportunidades de Uma Vida” por Felipe Miranda, além de alguns bônus, como:
Essa é a sua chance de receber com exclusividade as melhores ideias do mercado financeiro – vindas de quem realmente entende do assunto.
Para garantir sua cortesia, basta clicar no botão abaixo e seguir as instruções na tela:
Alterações foram feitas com o objetivo de buscar “teses com melhor relação risco-retorno” ao considerar o cenário turbulento
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