O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Queda de big techs na bolsa com repercussão da ‘IA chinesa’ abre momento ‘mais de oportunidade do que desespero’ para o investidor, segundo Pedro Carvalho
Na última segunda-feira (27), os principais ativos de risco mundiais registraram um tombo em suas cotações, e um nome tem sido citado no olho do furacão: DeepSeek.
A DeepSeek é uma startup chinesa fundada no final de 2023 que oferece uma ferramenta de Inteligência Artificial (IA) semelhante aos modelos da OpenAI, Google e Meta. Porém, nunca capturou a atenção mundial.
Isso mudou recentemente, quando a empresa divulgou que a última versão da sua ferramenta (DeepSeek-V3) precisou de menos de US$ 6 milhões (R$ 35 milhões) em investimentos para entregar uma usabilidade sólida – e até mesmo superior aos concorrentes em alguns aspectos.
Apesar de ser um valor alto, é praticamente uma fração dos custos anunciados por big techs na corrida da IA, como OpenAI e Meta.
Esta quebra de paradigmas, mostrando que é possível produzir modelos de IA eficientes e com “baixos custos”, assustou investidores e levou ações (principalmente das big techs) a derreter na bolsa na segunda.
Somente a Nvidia (NVDA) chegou a perder quase US$ 600 bilhões (R$ 3,4 trilhões) de valor de mercado em um dia – a maior queda já registrada na história do mercado mundial.
Esse cenário pode preocupar, em especial, o investidor em ações internacionais que está posicionado em big techs – e provavelmente “não contava com essa” logo no início de 2025. E agora, há reais motivos para pânico? Será que a IA é uma bolha e já está estourando?
O analista Pedro Carvalho, da Empiricus Gestão, respondeu a esses questionamentos em entrevista ao programa Giro do Mercado, do Money Times (portal de notícias parceiro do Seu Dinheiro).
Se o leitor deste texto é um dos adeptos ao sentimento de “apocalipse” neste momento, Pedro Carvalho compartilha de opinião oposta – este pode ser apenas o começo.
“Eu acho que agora a gente evidencia a verdadeira corrida que sempre existiu em Inteligência Artificial: a corrida entre os Estados Unidos e a China”, respondeu em entrevista ao Giro do Mercado da segunda-feira (27).
O analista faz um paralelo entre o momento atual e o início da corrida espacial nos anos 1950, em que o governo dos EUA sentiu-se pressionado pelo lançamento russo do satélite Sputnik em 1957. O que culminou na criação da NASA e, 12 anos depois, na primeira ida do ser humano à Lua – em uma missão americana.
“Podemos olhar este momento agora como se fosse o ‘Sputnik 2.0’, na minha leitura”.
Ou seja, para não significar o pior para as empresas afetadas, elas irão, inevitavelmente, tomar partido: “A cobrança, até mesmo interna, das companhias, vai aumentar. [...] Elas vão ser obrigadas a repensar [seu modelo de negócios]”, completa.
E, com isso, Pedro afirma que a rivalidade entre EUA e China somente se consolida, ao invés de acabar – o que pode trazer uma aceleração ainda maior para toda a indústria de IA, inclusive as empresas afetadas na bolsa no momento.
Então, se a perspectiva para o futuro pode ser positiva, não é o momento de se desesperar:
“Esse momento é assustador, a gente vê as pessoas saindo [do mercado], [mas] honestamente, a gente [na Empiricus Gestão] enxerga do ponto de vista mais de oportunidade do que de crise e desespero.”
Ao invés de aderir ao comportamento do panic selling (“vender no pânico”), o investidor pode aproveitar para comprar ações de grandes empresas descontadas, e buscar lucros futuros.
Mas, afinal de contas, estamos diante de uma bolha da IA? Segundo Pedro Carvalho, não: “A gente acredita que não há uma bolha, por mais caras que essas companhias pareçam estar. Existe um futuro muito promissor pela frente.”
E se você, leitor, é um investidor que deseja ver o “copo meio cheio” e aproveitar estas oportunidades para investir melhor, o Giro do Mercado e o Money Times podem te ajudar (ainda mais) com isso.
De segunda a sexta-feira, o Giro do Mercado recebe ao vivo grandes nomes do mercado para discutir os assuntos mais relevantes do momento – e ajudar o investidor brasileiro a tomar as melhores decisões.
Mas além disso, para quem é leitor ou espectador, o Money Times conseguiu uma cortesia especial junto à Empiricus Research.
Você pode receber, gratuitamente, uma curadoria com as principais recomendações de investimento dos analistas das Empiricus especialmente para este momento: entre ações, ações para dividendos, FIIs e BDRs.
São mais de 20 teses de investimento para você começar o ano com o “pé direito” sem pagar um centavo a mais por isso, e entender como navegar momentos turbulentos de mercado (como o desta semana).
Para garantir sua cortesia, basta clicar no botão abaixo e seguir as instruções:
*Com informações de BBC e Reuters
SD Select
SD Select
SD Select
SD Select
SD Select
SD SELECT
Conteúdo SD Select
SD Select
Conteúdo SD Select
SD Select
SD Select
SD Select
Conteúdo SD Select
SD Select
SD Select
SD Select
SD Select
Conteúdo SD Select
SD Select
SD Select
SD Select
SD Select