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As novas medidas anunciadas e o esforço de comunicação parecem não estar gerando os efeitos positivos esperados pelo governo
As novas medidas anunciadas e o esforço de comunicação parecem não ter gerado os efeitos positivos esperados pelo governo. Números divulgados nesta quarta-feira (2) pela pesquisa Genial/Quaest apontam que a aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a cair e atingiu o pior patamar desde o início do governo, em janeiro de 2023.
O índice de desaprovação, que era de 49% em janeiro, passou para 56% no mês de março. A aprovação, por sua vez, caiu de 47% para 41%. O novo levantamento também mostra que 3% não souberam responder.
Ao contrário do que acontecia no passado, aumentar a exposição de Lula por meio de entrevistas e eventos não tem conseguido produzir melhora na percepção sobre o presidente. Metade do país acredita que tais aparições têm piorado a percepção sobre ele, de acordo com o levantamento.
E as más notícias não param por aí. A aprovação do presidente atingiu o pior índice na região Nordeste, importante reduto petista, que foi essencial para a vitória na eleição de 2022.
Em janeiro, a aprovação de Lula na região era de 59%, mas o índice caiu sete pontos porcentuais, chegando em 52%. A desaprovação, por sua vez, cresceu nove pontos, de 37% para 46%. Outros 2% não souberam responder.
Entre as mulheres, é a primeira vez que a desaprovação ao governo chega a 53% e supera a aprovação, que está em 43%. Entre os homens, a desaprovação cresceu e chegou a 59%, e a diferença de gênero diminuiu.
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O CEO da Quaest, Felipe Nunes, destacou ainda outro dado: entre os brasileiros que ganham até dois salários mínimos, houve uma mudança drástica. A vantagem em aprovação, que já foi de 43 pontos percentuais, em julho de 2024, está agora em 7 pontos percentuais.
A pesquisa da Genial/Quaest entrevistou presencialmente 2.004 eleitores de 120 municípios entre os dias 27 e 31 de março. A margem de erro é de dois pontos porcentuais e o índice de confiabilidade é de 95%.
A pesquisa da Genial/Quaest também separou os entrevistados em grupos. Os que mais desaprovam o petista são os evangélicos (67%), os que ganham mais de cinco salários mínimos (64%) e os que possuem até o ensino médio completo (64%) e os eleitores que possuem entre 16 e 34 anos (64%).
Os únicos grupos onde a aprovação é maior que a desaprovação são os que possuem até o ensino fundamental completo (55%), os que ganham até dois salários mínimos (52%) e os maiores de 60 anos (50%).
A região em que Lula tem o pior índice é a Sul, onde 64% desaprovam e 34% aprovam o petista. No Centro-Oeste, os que aprovam são 52%, enquanto outros 44% desaprovam.
Na Região Sudeste, onde está concentrado 42% do eleitorado brasileiro, a desaprovação saltou de 59% para 64%. A aprovação, por sua vez, caiu de 42% para 37%. Os que não responderam somam 3%.
A incapacidade de reverter o quadro de desaprovação também é fruto da piora na percepção sobre a economia. No último mês, saiu de 39% para 56% o percentual de eleitores que afirma que a economia piorou no último ano.
Boa parte dessa percepção negativa está relacionada:
Outra pesquisa, da AtlasIntel em conjunto com a Bloomberg, divulgada na véspera, apontou que 49,6% consideram o governo Lula ruim ou péssimo, 37,4% consideram ótimo ou bom e 12,5% acham regular, 0,5% não sabem. Em fevereiro, 50,8% classificavam o governo como ruim ou péssimo. A variação está dentro da margem de erro.
Entre as áreas em que o governo federal é pior avaliado estão responsabilidade fiscal e controle de gastos; indústria, energia e sistema elétrico; e impostos e carga fiscal.
A pesquisa foi feita com 4.659 brasileiros, por meio de questionário respondido pela internet entre os dias 20 e 24 de março. A margem de erro é de um ponto porcentual e a taxa de confiança de 95%.
A pesquisa AtlasIntel também simulou alguns cenários eleitorais. Quando perguntados em quem votariam se as eleições presidenciais fossem acontecer no próximo domingo e se os candidatos fossem os mesmos de 2022, a situação de polarização se repete: 45,6% votariam no ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), hoje inelegível por conta de duas decisões do TSE, e 40,6% no presidente Lula.
Quando o cenário apresentado pela pesquisa incluiu Lula, Tarcísio de Freitas (Republicanos), Pablo Marçal (PRTB), Ronaldo Caiado (União), Eduardo Leite (PSDB), Simone Tebet (MDB), Romeu Zema (Novo) e Marina Silva (Rede), Lula e Tarcísio ficam entre os melhores colocados. Vejam os percentuais de cada um:
O instituto também fez algumas simulações de segundo turno. Há empates técnicos entre Tarcísio de Freitas (47%) e Lula (46%) e entre Jair Bolsonaro (48%) e Lula (46%).
Na disputa entre Pablo Marçal e Lula, o ex-coach, hoje também inelegível, venceria hoje por 51% a 46%. Entre Lula e Ronaldo Caiado, que também tem decisão da Justiça Eleitoral proibindo-o e concorrer, o atual presidente venceria por 47% a 37%.
O petista também venceria Eduardo Leite, por 46% a 36% e Romeu Zema (44% a 25%).
* Com informações de Estadão Conteúdo
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