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Primeira edição do prêmio com apoio do BTG Pactual transformou o Theatro Municipal do Rio de Janeiro em um palco de celebração histórica à diversidade da música nacional; confira os vencedores
A edição 2025 do Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira transformou o Theatro Municipal do Rio de Janeiro em um palco de celebração da diversidade da música nacional nesta quarta-feira (4). Em seu 32º ano, essa foi a primeira vez que o emblemático prêmio teve apoio do BTG Pactual. Uma noite histórica, que teve homenagens à dupla Chitãozinho & Xororó e encontros inéditos entre artistas nacionais de diferentes gêneros e gerações.

A cerimônia foi aberta com uma declaração do ator Lima Duarte, que capturou o espírito da noite ao enaltecer os irmãos. “Hoje, o prêmio da música vai cantar na voz dos filhos, amigos e jovens artistas, mas, principalmente, na voz de um país apaixonado por si mesmo. Hoje, nós somos todos passarinhos com vontade de cantar, somos sertanejos, somos caipiras. Hoje, cada um de nós é dois. Hoje, nós somos Chitãozinhos e Xororós”.

Os atores Nanda Costa e Fabrício Oliveira conduziram a premiação entrelaçando os anúncios com histórias da biografia e trajetória da dupla. Os comentários ficaram a cargo da dupla Milton Cunha e Zélia Duncan (que também assinou o roteiro da cerimônia). A direção geral, naturalmente, ficou por conta do criador do evento, José Maurício Machline, e de Giovanna Machline. André Esteves, sênior partner do BTG Pactual, ressaltou a importância do prêmio:
“É uma honra enorme, uma responsabilidade e um privilégio fazer com a música brasileira aquilo que tentamos fazer todos os dias com as empresas e empreendedores. Esse nosso vasto Brasil cheio de talentos e oportunidades, que tentamos fazer com que aconteçam – esse é o nosso papel no dia a dia. Um papel um pouco diferente é promover um produto muito especial: a música popular brasileira, reconhecida mundialmente pela sua elegância, sofisticação sonoridade e balanço”.
Entre as entregas dos prêmios das 17 categorias (mais sobre elas abaixo), grandes nomes da música nacional subiram ao palco, com reinterpretações de clássicos da dupla sertaneja.
A primeira performance uniu Bruna Viola, Hamilton de Holanda, Mestrinho, Carol Biazin e Mayck & Lyan em um medley caprichado, que incluiu “Tristeza do Jeca”, “60 Dias Apaixonados”, “Caipira”, “Coração Sertanejo”, “Chovendo na Roseira” e “Luar do Sertão”.
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Após a revelação dos primeiros vencedores, Vanessa da Mata e Fitti apresentaram “Galopeira” e “Vá Pro Inferno com Seu Amor”. Em seguida, João Gomes e Mayck & Lyan emocionaram com “Fio de Cabelo” e “Menino da Porteira”. Agnes Nunes e Fábio Jr. trouxeram uma interpretação tocante de “Fogão de Lenha”.
A noite seguiu com João Bosco, Mestrinho e Sandy apresentando “No Rancho Fundo”, seguidos por Lauana Prado e Lenine com “Nuvem de Lágrimas”. Paula Fernandes e Tiago Iorc uniram vozes em “Separação”, e Os Garotin com Junior Lima apresentaram uma versão especial de “Sinônimos”.
Os últimos prêmios anunciados foram os das categorias Romântica e Sertaneja, consagrando Odair José, Grelo, João Gomes e Lauana Prado. Para encerrar a cerimônia, subiram ao palco os grandes anfitriões da noite.

“É um momento difícil de explicar, diante de tantos talentos, tantos artistas maravilhosos da nossa música brasileira, nós dois, humildes paranaenses, viver essa noite com vocês. Esse foi e é o maior presente que a música nos deu”, declarou Chitãozinho visivelmente emocionado. Xororó completou: “Vai ser difícil cantar agora!”.
Acompanhados pela Família Lima, os irmãos cantaram “Saudade da Minha Terra” e “Se Deus Me Ouvisse”. A emoção continuou com a participação surpresa de Enrico e Allison Lima, filhos de Chitãozinho, que interpretaram “Pura Emoção”.
“Agora os nossos convidados serão vocês”, anunciou Chitãozinho antes de iniciar “Evidências”, cantada e aplaudida de pé pelo público.
Em um evento que nasce repaginado para a edição 2025, o Prêmio BTG Pactual de Música Brasileira mostrou alcance – não apenas em volume, na extensão dos 15 mil artistas inscritos de todo o país, como também em estética.
Trata-se, afinal, de um projeto completo e diverso, que não ignora correntes de nicho ou populares, como o funk, o reggae ou o rap. Ao contrário, os alinha a gêneros consagrados, como o samba ou o rock. A escolha por premiar artistas e lançamentos dentro de uma mesma categoria é um acerto da premiação nesse sentido.
Exemplo disso é Hermeto Pascoal que, do alto de seus 88 anos, dividiu espaço na categoria Instrumental com o aclamado lançamento Y'Y (2024) de Amaro Freitas, expoente de sua geração com apenas 33 anos. Algo semelhante ocorreu com Odair José, clássico absoluto e vencedor como artista Romântico, que viu o hitmaker do piseiro, Grelo, levar o troféu de melhor lançamento por É o Grelo (2024).

Falando de destaques, é impossível não mencionar Zeca Pagodinho e Liniker, que garantiram a dobradinha artista-lançamento nas categorias Samba e Pop, o primeiro pelo disco Zeca Pagodinho 40 Anos (Ao Vivo) e a segunda pelo celebradíssimo CAJU, ambos de 2024.
Surpresas, se é possível colocar dessa forma, ficaram por conta de Céu e RDD, que garantiram o troféu de lançamento de reggae por “Coração Âncora”, e Silvia Machete, que driblou os concorrentes Caetano Veloso, IZA, Anitta e Anelis Assumpção na categoria lançamento em Língua Estrangeira, levando a melhor por "Invisible Woman (Produzido por Lalo Brusco e Alberto Continentino)".
Um dos momentos de destaque foi a entrega do Troféu BTG Pactual da Música Brasileira a Julinho Teixeira. O maestro, produtor, músico e compositor foi aplaudido de pé ao ser reconhecido por sua contribuição à música brasileira, incluindo os arranjos de "Evidências", maior sucesso de Chitãozinho & Xororó, e hino atemporal, que reflete, como o próprio prêmio, o poder de renovação que caminha junto à tradição da cultura nacional.
Artista de Rap & Trap: Emicida
Lançamento de Rap & Trap: Mv Bill, por “Na Visão do Morador”
Artista de Raízes: Alceu Valença
Lançamento de Raízes: Mariana Aydar e Mestrinho, por “Mariana e Mestrinho”
Artista de Rock: Black Pantera
Lançamento de Rock: Planet Hemp, por "Baseado em Fatos Reais: 30 Anos de Fumaça (Ao Vivo)"
Artista de Instrumental: Hermeto Pascoal
Lançamento de Instrumental: Amaro Freitas, por “Y'Y”
Artista de Samba: Zeca Pagodinho
Lançamento de Samba: Zeca Pagodinho, por "Zeca Pagodinho 40 Anos (Ao Vivo)"
Artista de Pop: Liniker
Lançamento de Pop: Liniker, por “CAJU”
Artista de Reggae: Planta e Raiz
Lançamento de Reggae: Céu e RDD, por “Coração Âncora”
Artista de Romântica: Odair José
Lançamento de Romântica: Grelo, por “É o Grelo”
Artista de MPB: João Bosco
Lançamento de MPB: Jota.Pê, por “Se o Meu Peito Fosse o Mundo”
Artista de Funk: Valesca Popozuda
Lançamento de Funk: Jup do Bairro, Maria Alcina e Pagode da 27, por “Amor de Carnaval”
Artista de Sertanejo: João Gomes
Lançamento de Sertanejo: Lauana Prado, por “Transcende (Ao Vivo) Vol. 1”
Revelação: Os Garotin
Lançamento Eletrônico: Jadsa, João Milet Meirelles e TAXIDERMIA, por “Vera Cruz Island”
Lançamento em Língua Estrangeira: Silvia Machete, por “Invisible Woman”
Lançamento Erudito: Orquestra Sinfônica Brasileira, por “Heitor Villa-Lobos: Bachianas Brasileiras N.8 (Ao Vivo)”
Projeto Especial: Orquestra Frevo do Mundo, Pupillo, Davi Moraes, por “Moraes É Frevo”, produzido por Pupillo e Davi Moraes
Projeto Audiovisual: Rita Lee e Roberto De Carvalho, por “Voando (Nel Blu Dipinto Di Blu)”

Em 2025, o Prêmio BTG Pactual de Música Brasileira não se encerra na cerimônia. Pela primeira vez, três projetos inéditos de fomento à classe artística integram o circuito da premiação de devem seguir ecoando a potência do evento por este e pelos próximos anos.

Incubadora de Talento da Música é o projeto voltado à aceleração e mentoria de artistas em diferentes estágios de suas carreiras, a partir de pilares de consultoria dedicados a impulsionar e fomentar o desenvolvimento dos participantes com suporte para captação de recursos, construção de redes de contato, marketing, comunicação, finanças e assessoria jurídica.
Te Vejo no Palco é o braço que apoia a gravação de músicas e todo o processo de produção. Ao todo, serão 30 selecionados nos próximos cinco anos.

Por fim, há o Música é Negócio, projeto de formação como forma de acelerar suas carreiras e transformar a criatividade em negócios. São aulas com especialistas sobre temas como gestão de carreira, construção de redes de contato, marketing e mais na Exame + Saint Paul Escola de Negócios.
"Queremos contribuir com projetos que apoiem o empreendedor musical e que deem visibilidade e oportunidades para novos talentos, estimulando a formação de uma nova geração de músicos. O BTG Pactual está empenhado em fazer parte da construção deste legado para que possa se tornar o banco da música brasileira”, diz André Kliousoff, CMO do BTG Pactual.

O Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira foi patrocinado pelo maior Banco de Investimentos da América Latina, como parte do seu posicionamento de incentivar a cultura nacional e valorização da arte brasileira. E o mesmo cuidado que o banco tem ao apoiar um prêmio como esse, ele também busca para o seu patrimônio.
Fundado em 1983, o BTG Pactual tem presença internacional e uma atuação que vai muito além do mercado financeiro. Com escritórios em países como Estados Unidos, Reino Unido e Portugal, ele oferece soluções completas em áreas como investment banking, gestão de patrimônio, mercado de capitais e investimentos digitais.
Assim, pautado em uma visão de longo prazo e guiado por uma cultura de excelência, apoiando empresas a crescer, investidores a prosperar e talentos culturais a se destacar, o banco acredita que investir é uma forma de transformar.
Portanto, se contar com um banco que acredita no potencial do Brasil e do seu futuro faz sentido para você, conheça o BTG Pactual e tudo o que ele pode oferecer:
“Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).”
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