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Anúncio é mais uma das iniciativas do grupo LVMH, que assinou um contrato de patrocínio de 10 anos com a F1
Até quem não acompanha o automobilismo sabe que, no pódio, os pilotos têm a tradição de estourar garrafas de espumante, que jorram sob o público em um ato fotogênico que estampa as matérias nos jornais e nas redes sociais. Mas esta não é a única bebida que será associada à corrida de carros a partir de agora: o uísque escocês Glenmorangie tornou-se o novo uísque oficial da Fórmula 1.
A notícia tem todo um contexto por trás: o centenário single malt escocês compõe o robusto portfólio da divisão de bebidas do grupo LVMH, que assinou um contrato de 10 anos com a F1.
Desde o começo do ano, o conglomerado de luxo de Bernard Arnault tem feito vários esforços para associar suas marcas ao esporte. Na competição, o champanhe oficial é Moët & Chandon e o cronômetro, TAG Heuer. Já quem desenha os cases dos troféus é a Louis Vuitton.
Em comunicado à imprensa, os porta-vozes do LVMH reforçaram a “busca por excelência” e a “paixão” — princípios em comum compartilhados tanto pelo Glenmorangie quanto pela Fórmula 1.
O anúncio do uísque oficial usou o ator Harrison Ford, que já estava associado à bebida por ser garoto-propaganda da campanha “Era uma vez na Escócia”.

A primeira iniciativa de inserção do Glenmorangie no ambiente da F1 vai acontecer no Grand Prix da Inglaterra, em Silverstone. Por lá, os visitantes serão convidados a experimentar drinks com o uísque ou ainda a entrar no Eagle Speedster, carro da Jaguar que protagoniza a série publicitária com Harrison Ford.
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Para o negócio da Fórmula 1, vale muito a pena ser “bem visto” por marcas fora do setor esportivo, que pagam caro para se associarem às competições, aos pilotos e a todo o ecossistema das corridas.
De um lado, as marcas de luxo fazem uma injeção de capital que permite o desenvolvimento das equipes e dos pilotos.
Como recompensa, elas têm uma exposição de marca — o tal awareness — relevante em competições de alcance mundial e eventos glamourosos, voltados para um público endinheirado, que se transforma em potenciais consumidores.
Explorar esses novos caminhos é importante principalmente em um contexto em que o luxo não está vivendo os melhores dias.
Os uísques Glenmorangie têm a tradição como um de seus pontos fortes. A produção começou de forma extremamente artesanal ainda em 1843.
A garrafa mais icônica é a do uísque de 10 anos, chamado The Original. Em exportadoras brasileiras, a bebida sai por cerca de R$ 300.
O de 12 anos sai por cerca de R$ 500; e o 14 anos custa aproximadamente R$ 625.
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