O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A cerimônia de posse de Donald Trump contará com apresentações, discursos e a presença de líderes internacionais. Porém, até lá, o republicano participa de diversos outros eventos
Donald Trump já está em Washington, capital dos EUA. O 47º presidente do país norte-americano retornará à Casa Branca amanhã (20), porém o republicano já vem realizando algumas comemorações.
Ainda no sábado, Trump participou de um jantar em seu clube de golfe, na Virgínia, que contou com fogos de artifício.
Já neste domingo, ele, a família e o vice-presidente eleito J.D. Vance visitaram o cemitério Arlington, em Washington, onde deixaram coroas de flores na lápide do soldado. O local é um símbolo de serviço e sacrifício ao país.
Além disso, Trump realiza um comício nesta tarde, na Capital One Arena, que tem capacidade para 20 mil pessoas. Antes do evento, ele havia definido a cerimônia como “um comício que você jamais esquecerá”.
Apelidado de “Make America Great Again Rally” (Comício Torne a América Grande De Novo, em tradução livre), o evento começou às 18h (horário de Brasília).
Donald Trump realizará um discurso durante o evento, que deve indicar o tom que o republicano vai adotar durante os próximos anos.
Leia Também
Na segunda-feira (20), a agenda de Trump começa com um serviço na Igreja Episcopal de São João, em frente à Casa Branca. A participação do presidente eleito faz parte de uma tradição no país.
Além disso, antes da cerimônia de posse, Joe Biden e a primeira-dama, Jill Biden, recebem Donald Trump e sua esposa, Melania Trump, na Casa Branca para tomar chá.
É apenas após o encontro que a cerimônia de posse do 47º presidente dos EUA começa. O evento está marcado para às 12h, segundo horário local (14h no horário de Brasília).
Contudo, as apresentações musicais e os discursos de abertura da cerimônia de posse acontecem ainda antes e estão previstos para às 9h30, no horário local (11h30 no horário de Brasília).
O evento contará com as apresentações de Carrie Underwood, ex-estrela do programa de talentos American Idol; do grupo The Village People, banda que fez sucesso no fim dos anos 1970; do cantor country Lee Greenwood, um amigo de longa data de Trump; e o cantor de ópera Christopher Macchio.
Após as apresentações, Donald Trump e J.D. Vance farão o juramento de posse. O presidente dos EUA também realizará um discurso.
Em geral, o evento ocorre em locais abertos. Contudo, devido à previsão de frio em Washington, a cerimônia será realizada em área interna.
A mudança do local pode ajudar também o trabalho dos seguranças de Trump. Vale lembrar que o republicano foi vítima de um atentado em julho de 2024.
O último presidente a ser empossado em ambientes fechados foi Ronald Reagan em 1985. A decisão também foi em razão do clima frio na região.
Com o fim do evento, Trump irá para o salão no Congresso reservado para presidentes, onde deve assinar nomeações e outros atos oficiais. Além disso, o presidente atenderá um almoço oferecido pelo comitê do Poder Legislativo, responsável por cerimônias de posse.
Já à tarde, o presidente participará do desfile presidencial, que, tradicionalmente, ocorre na Avenida Pensilvânia. Porém, o evento também foi transferido para ambiente fechado, na arena Capital One.
Depois, Trump irá para a Casa Branca onde atenderá uma cerimônia para assinatura de atos oficiais no Salão Oval.
À noite, está previsto que Trump participe de três bailes da posse: o Commander in Chief Ball, o Liberty Inaugural Ball e o Starlight Ball. Ele deverá falar nos três eventos.
Em geral, as cerimônias de posse dos presidentes não contam com a presença dos governantes de outros países por questões de segurança. No entanto, Trump quebrou esse protocolo e convidou líderes estrangeiros.
Segundo a mídia internacional, o presidente argentino, Javier Milei, e a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, devem comparecer ao evento.
Além disso, Trump também convidou o presidente da China, Xi Jinping. Porém, o líder chinês não comparecerá ao evento. Contudo, o governo enviará o vice-presidente, Han Zheng, como representante especial.
Já por aqui, a seleção dos convidados vem repercutindo por uma situação inusitada.
Isso porque o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não foi convidado, mas enviará a embaixadora do Brasil em Washington, Maria Luiza Viotti, como já é de costume.
No entanto, Donald Trump chamou o ex-presidente Jair Bolsonaro, que está com o passaporte retido pela Justiça brasileira.
Ele até tentou: os advogados de Bolsonaro apresentaram um recurso para a revisão da determinação que o impede de sair do país, mas Alexandre de Moraes, presidente do Supremo Tribunal Federal, negou o pedido.
Apesar de não comparecer, Michelle Bolsonaro, esposa do ex-presidente, e Eduardo Bolsonaro, filho e deputado federal, vão comparecer ao evento.
Além disso, segundo a imprensa internacional, estarão presentes na posse de Trump os empresários Elon Musk, Jeff Bezos e Mark Zuckerberg. O ex-presidente Barack Obama também participará, porém a ex-primeira-dama Michelle Obama não vai comparecer.
Outra importante figura que estará na cerimônia é o atual presidente norte-americano, Joe Biden. Ele destacou que a transmissão pacífica de poder fortalece a democracia.
Vale lembrar que Trump optou por não transmitir o cargo para Biden em 20 de janeiro de 2020, a primeira ausência de um presidente na cerimônia de posse em 152 anos.
Para os brasileiros que queiram acompanhar a posse de Donald Trump, há diversos canais que transmitirão o evento.
A Casa Branca fará uma transmissão ao vivo da posse. Além disso, a BBC News também realizará a cobertura ao vivo em seu site em inglês. No Brasil, o veículo de notícias G1 fará a transmissão do evento no site do jornal.
*Com informações da BBC News, do Estadão Conteúdo, G1 e Reuters
Presidente dos Estados Unidos fez novas ameaças ao Irã em seu perfil no Truth Social neste sábado (7)
Walter Maciel diz que os Estados Unidos têm algo que o Brasil não tem: uma política de Estado que olha para gerações
Governo cubano adota nova estratégia de sobrevivência diante de sanções dos EUA, que ameaçam causar um apagão total no país
De acidente natural a centro nervoso das tensões entre potências, Ormuz mostra como geografia ainda determina quem tem vantagem no tabuleiro mundial
A TAG Investimentos explica como a inteligência artificial está operando uma seleção natural no mercado de trabalho e o que isso significa para a bolsa
Brent sobe 12% em três dias com risco no Estreito de Ormuz; para o banco, Petrobras ganha fôlego para reforçar caixa e sustentar proventos
O Kospi vinha de uma valorização estrondosa de 75% no ano passado, impulsionado pelo hype da inteligência artificial
O banco avalia o choque da alta dos preços do petróleo na região e diz quem ganha, quem perde e como ficam inflação e juros no Brasil, na Argentina, na Colômbia, no Chile e no México; confira a análise
Com quedas de até 15% no ano, as empresas de software brasileiras estão no olho do furacão da IA, mas, segundo o Bank of America, a barreira de dados e a chance de proventos ainda pesam mais que o risco tecnológico
Queda de aeronave militar carregada com 18 toneladas de papel-moeda gera onda de saques e vandalismo
As agências de classificação de risco S&P Global, Fitch Ratings e Moody’s lançam um olhar sobre o Oriente Médio e dizem o que pode acontecer se o conflito durar muito tempo
O banco realizou algumas alterações na carteira de ações internacionais em março, com novas oportunidades de ganho em meio ao ciclo de juros do Fed
Bombardeio contra refinaria da Saudi Aramco coloca em xeque produção da petroleira, mas isso já aconteceu no passado — bem no ano de seu IPO bilionário
A disparada do petróleo pode reascender a inflação global, e alguns líderes de bancos centrais ao redor do mundo já estão em alerta
O gringo está injetando dinheiro no Brasil, México e Colômbia, atraído pelo tamanho desses mercados, mas, para o investidor brasileiro, a diversificação para EUA, Ásia e Europa seguem como o mantra dos bons retornos
Com o espaço aéreo fechado desde sábado (28), cidades dos Emirados Árabes Unidos se aliam com hotelaria para administrar milhares de turistas presos no país após ataques iranianos
Para o capital estrangeiro, o Brasil não é um debate político ou fiscal, mas um balcão de oportunidades de valor; entenda por que, para o gringo, o micro das companhias vence o macro do governo — mas não para sempre
Mesmo com os ataques envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã afetando o fluxo de petróleo na região, o grupo decidiu elevar a oferta em 206 mil barris por dia
Banco avalia que risco maior está na logística global da commodity e mantém recomendação de compra para ação do setor
Aiatolá Alireza Arafi assume interinamente enquanto Assembleia dos Peritos inicia processo para escolha do novo líder supremo