🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Carolina Gama

Formada em jornalismo pela Cásper Líbero, já trabalhou em redações de economia de jornais como DCI e em agências de tempo real como a CMA. Já passou por rádios populares e ganhou prêmio em Portugal.

FIM DO MISTÉRIO

As tarifas de Trump: entenda os principais pontos do anúncio de hoje nos EUA e os impactos para o Brasil

O presidente norte-americano finalmente apresentou o plano tarifário e o Seu Dinheiro reuniu tudo o que você precisa saber sobre esse anúncio tão aguardado pelo mercado e pelos governos; confira

Carolina Gama
2 de abril de 2025
18:09 - atualizado às 9:19
Donald Trump segura uma tabela atrás de um púlpito com o símbolo da Casa Branca. Ele veste terno escuro e gravata vermelha. Atrás dele, a bandeira dos EUA.
O presidente dos EUA, Donald Trump - Imagem: Reprodução Youtube

Parecia final de Copa do Mundo: investidores de todo o planeta de olho nas telas à espera da taxação de Donald Trump. O mercado fechou e às 17h (de Brasília), o presidente norte-americano deu o pontapé no anúncio: as tarifas recíprocas agora são uma realidade nos EUA

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Tenho boas notícias hoje. Muitas coisas boas vão acontecer. Hoje é o Dia da Libertação, o dia em que a indústria norte-americana vai renascer, o dia em que vamos fazer os EUA ricos de novo”, disse Trump logo na abertura do discurso no Jardim das Rosas da Casa Branca. 

China, Canadá, México, Tailândia, Vietnã, Japão, Índia, Coreia do Sul foram lembrados por Trump no discurso. Chips, eletrônicos, automóveis, produtos alimentícios também foram citados pelo presidente norte-americano antes de uma grande tabela em papel com as tarifas recíprocas serem apresentadas por ele ao público presente no evento. 

Assim como em uma partida digna de final de campeonato, muito especialista fez prognóstico, tentou adivinhar o placar e traçar os possíveis confrontos dos EUA com outros países. 

Agora que as tarifas se tornaram uma realidade, o Seu Dinheiro conta para você os principais pontos das medidas de hoje: quem são os alvos, quem é exceção, os percentuais e setores mais atingidos. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Como as tarifas vão funcionar

A primeira coisa a se saber é que a base do plano do governo norte-americano é impor taxas na mesma proporção na qual os EUA são taxados.

Leia Também

Segundo Trump, as tarifas recíprocas entram em vigor à meia-noite (no horário local) desta quinta-feira (3). Um documento da Casa Branca, no entanto, detalha que no caso de tarifas individualizadas, as taxas passam a valer a partir do dia 9 de abril.

O governo norte-americano também optou por adotar uma tarifa mínima de 10% contra vários países. Neste caso, a medida entra em vigor no sábado (5).

A partir de amanhã (3) também passa a valer a taxação de 25% sobre o setor automotivo, que já havia sido anunciada pelo presidente norte-americano há algumas semanas. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Trump não descarta a possibilidade de flexibilização das tarifas anunciadas hoje, mas sinalizou que as negociações serão feitas caso a caso. 

“Aos países que desejarem uma exceção às tarifas, aqui vai um recado: façam primeiro a lição de casa de vocês — retirem primeiro suas tarifas, derrubem suas barreiras não tarifárias, retirem as proteções contra produtos norte-americanos”, afirmou Trump. 

As tarifas cobradas de cada país, incluindo o Brasil

O Brasil aparece na tabela que Trump segurava no Jardim das Rosas, durante o anúncio das tarifas recíprocas. 

O governo norte-americano vai impor uma taxa de 10% para as importações brasileiras, a alíquota mínima definida. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Por gerações, os países tiraram vantagem dos EUA, impondo taxas mais altas. Por exemplo: o Brasil (18%) e Indonésia (30%) impõem uma tarifa mais alta sobre o etanol do que os EUA (2,5%)", diz a Casa Branca no documento.

O País é citado novamente quando o governo norte-americano se refere às tarifas médias simples de nações mais favorecidas: 3,3% dos EUA contra 11,2% do Brasil.

"Certos países, como Argentina, Brasil, Equador e Vietnã, restringem ou proíbem a importação de produtos remanufaturados, limitando o acesso ao mercado para exportadores dos EUA, ao mesmo tempo em que sufocam os esforços para promover a sustentabilidade ao desencorajar o comércio de produtos como novos e eficientes em termos de recursos", diz o documento da Casa Branca.

Ainda assim, o Brasil não está entre os mais taxados pelos EUA hoje. Lesoto, Camboja e Vietnã lideram a lista com as maiores tarifas, de 50%, 49% e 46%, respectivamente. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Confira a tabela dos países com algumas das maiores tarifas recíprocas anunciadas por Trump nesta quarta-feira (2):

PaísTarifa cobrada dos EUATarifa pelos EUA 
Lesoto99%50%
Camboja97%49%
Laos95%48%
Madagascar93%47%
Vietnã90%46%
Mianmar88%44%
Síria81%41%
Sérvia74%37%
Tailândia72%36%
China67%34%
Indonésia64%32%
Fiji63%32%
Taiwan64%32%
Suíça61%31%
África do Sul60%30%
Fonte: Casa Branca

A lista de alvos das tarifas inclui quase 100 países. O republicano também anunciou uma tarifa de 26% para a Índia, de 25% para a Coreia do Sul, de 24% para o Japão e para a Malásia, de 20% para as importações da União Europeia, de 17% para Israel e de 15% para a Venezuela. 

Outros países que serão alvos da tarifa mínima de 10% incluem: Reino Unido, Ucrânia, Argentina, Uruguai, Chile, Austrália, Colômbia, Peru, Turquia, Arábia Saudita, Egito, entre outros.

A tabela apresentada pela Casa Branca não menciona o percentual para Canadá e México.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As tarifas não valem para tudo, mas tem uma explicação

A Casa Branca informou que alguns bens não estão sujeitos a tarifas recíprocas e o aço e o alumínio, que já foram tarifados, não sofrerão uma nova taxação.

O documento menciona ainda que a sobretaxa para o fentanil, para o México e Canadá, continua em efeito.

"Isso significa que produtos em conformidade com o Acordo EUA-México-Canadá [USMCA] continuarão a ter uma tarifa de 0%, produtos não em conformidade com o USMCA terão uma tarifa de 25%, e energia e potássio não em conformidade com o USMCA terão uma tarifa de 10%", diz o texto.

A Casa Branca informou também que os EUA eliminarão a isenção de impostos para todos os pacotes de mercadorias vindos da China e de Hong Kong e que mercadorias chinesas importadas abaixo de US$ 800, que antes eram isentas de impostos, passarão a ser taxadas. O fim da isenção começara a partir do dia 2 de maio.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • VEJA TAMBÉM: Os desdobramentos do “Dia da Libertação” nos EUA, você recebe no Diário de 100 dias do Trump. Acesse aqui e acompanhe

O setor automotivo na mira de Trump

Trump já havia anunciado tarifas sobre o setor automotivo. Nesta quarta-feira (2), o governo norte-americano deu detalhes sobre a taxação. 

As tarifas de 25% sobre a importação de carros entram em vigor nesta quinta-feira (3) e em 3 de maio para as autopeças

A taxa será aplicada a veículos como sedans, SUVs, picapes e vans, além de componentes como motores, transmissões e sistemas elétricos.

Empresas que comprovarem a fabricação de determinadas peças nos EUA poderão pagar a tarifa apenas sobre a parcela estrangeira do veículo. Além disso, declarações incorretas sobre conteúdo nacional estarão sujeitas a taxas retroativas sobre o valor total do automóvel.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O texto também prevê a criação de um mecanismo para incluir novas peças automotivas na lista de tarifas. No prazo de 90 dias após a publicação do Federal Register — o equivalente ao nosso Diário Oficial —, o secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick, deverá estabelecer um processo para avaliar a inclusão de novos componentes considerados uma ameaça à segurança nacional.

Fabricantes locais e associações do setor poderão solicitar a imposição de tarifas, desde que comprovem aumento das importações ou impactos negativos para a indústria doméstica. 

O governo terá 60 dias para analisar cada pedido e, se aprovado, a taxa de 25% passará a valer imediatamente após publicação no Federal Register.

O documento justifica a medida afirmando que "automóveis e peças automotivas estão sendo importados em quantidades e sob circunstâncias que ameaçam a prejudicar a segurança nacional". 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O que NÃO te contaram sobre a SURPREENDENTE ALTA da BOLSA no ano

O contra-ataque dos adversários

Nem mesmo Trump imaginava que os países alvos das tarifas desta quarta-feira (2) assistiriam a tudo da arquibancada, de braços cruzados. 

Horas antes do anúncio oficial da taxação, a China se articulava com os vizinhos Japão e Coreia do Sul para coordenar uma resposta aos EUA.

Os três países fortalecerão o diálogo sobre cooperação na cadeia de suprimentos e controles de exportação e devem acelerar as negociações na direção de um acordo trilateral de livre comércio.

A ideia é que o Japão e a Coreia do Sul importem algumas matérias-primas semicondutoras da China, enquanto a China estaria interessada em importar produtos de chips do Japão e da Coreia do Sul.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A União Europeia (UE) vai contra-atacar em outra frente: articulou um pacote de medidas emergenciais para apoiar partes da economia do bloco mais afetadas pelas tarifas de Trump.

A Comissão Europeia, braço executivo da UE, já está trabalhando em propostas de apoio econômico de curto prazo para acompanhar planos de avançar reformas e competitividade em setores-chave, bem como para melhorar o funcionamento do mercado único do bloco. 

Antes do anúncio das tarifas, o Reino Unido disse que não agiria com pressa diante das tarifas de Trump. E assim como fez a China, o governo britânico correu atrás de fortalecer relações com outros parceiros comerciais, a exemplo da Índia. 

Já o México decidiu que não vai impor tarifas retaliatórias aos EUA. Junto com o Canadá, a ideia do país é reforçar relações e obter acordos benéficos no comércio. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Canadá, por sua vez, vai pagar o preço da retaliação. No entanto, o governo de Mark Carney vai evitar tarifas retaliatórias contra os EUA que ameacem empregos locais e possam levar a aumentos de preços — nessa conta, ficam de fora a maioria dos produtos alimentícios, por exemplo.

O Brasil está tocando em frente o projeto de lei da reciprocidade. Embora o governo insista em dizer que a medida não é direcionada exclusivamente aos EUA, permite que o Brasil responda a ações unilaterais adotadas por países ou blocos econômicos que afetem a competitividade brasileira.

  • E MAIS: Especialistas revelam os ativos mais promissores do mercado para investir ainda hoje; confira

Trump vai responder as retaliações à altura

Caso algum parceiro resolva retaliar as medidas anunciadas hoje, Trump está preparado.

"Se algum parceiro comercial retaliar contra os EUA em resposta a esta medida, seja por meio de tarifas sobre exportações norte-americanas ou outras ações, posso aumentar ou expandir o escopo das tarifas impostas por esta ordem, a fim de garantir sua eficácia", diz o texto assinado pelo republicano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De acordo com o documento, a medida tem por objetivo enfrentar "ameaça incomum e extraordinária" à segurança nacional e econômica dos EUA, combatendo o déficit comercial persistente do país, que atingiu US$ 1,2 trilhão em 2024, atribuído a práticas comerciais "não recíprocas" de parceiros globais.

"Grandes e persistentes déficits anuais de bens dos EUA levaram ao esvaziamento de nossa base industrial", diz.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
INTERNACIONAL

Cuba capitalista? Governo comunista se aproxima de empresas privadas para reagir à intensificação dos bloqueios norte-americanos

6 de março de 2026 - 13:11

Governo cubano adota nova estratégia de sobrevivência diante de sanções dos EUA, que ameaçam causar um apagão total no país

SEMPRE EM DISPUTA

Estreito de Ormuz: a passagem que até outro dia não existia, hoje tem o potencial de parar parte da economia global

6 de março de 2026 - 10:40

De acidente natural a centro nervoso das tensões entre potências, Ormuz mostra como geografia ainda determina quem tem vantagem no tabuleiro mundial

A TESE DAS DUAS LÂMINAS

A tesoura invisível da IA: como a tecnologia já está acabando com empregos e mudando o jeito de investir

5 de março de 2026 - 17:06

A TAG Investimentos explica como a inteligência artificial está operando uma seleção natural no mercado de trabalho e o que isso significa para a bolsa

GEOPOLÍTICA NO RADAR

Petróleo em alta: o que o conflito no Oriente Médio significa para os dividendos da Petrobras (PETR4), segundo o Itaú BBA

4 de março de 2026 - 19:30

Brent sobe 12% em três dias com risco no Estreito de Ormuz; para o banco, Petrobras ganha fôlego para reforçar caixa e sustentar proventos

CIRCUIT BREAK

Nem o K-pop salva: bolsa da Coreia do Sul cai 12% e vive pior dia da história. Por que o “show” parou em Seul e o que isso significa agora

4 de março de 2026 - 15:50

O Kospi vinha de uma valorização estrondosa de 75% no ano passado, impulsionado pelo hype da inteligência artificial

CHOQUE DO BARRIL

O mapa do petróleo na América Latina: quem surfa a alta e quem paga a conta, segundo o Morgan Stanley

4 de março de 2026 - 14:30

O banco avalia o choque da alta dos preços do petróleo na região e diz quem ganha, quem perde e como ficam inflação e juros no Brasil, na Argentina, na Colômbia, no Chile e no México; confira a análise

AMÉRICA LATINA

BofA diz qual ação sobreviverá aos quatro cavaleiros do apocalipse da IA — e qual pagará dividendos no setor de software 

3 de março de 2026 - 19:42

Com quedas de até 15% no ano, as empresas de software brasileiras estão no olho do furacão da IA, mas, segundo o Bank of America, a barreira de dados e a chance de proventos ainda pesam mais que o risco tecnológico

INTERNACIONAL

Entre o caos e o milagre: tragédia resulta em chuva de dinheiro na Bolívia, mas que ninguém poderá usar

3 de março de 2026 - 15:32

Queda de aeronave militar carregada com 18 toneladas de papel-moeda gera onda de saques e vandalismo

RATINGS EM RISCO

A gravidade agora é severa: as implicações da guerra entre EUA e Irã que vão além do petróleo e da inflação

2 de março de 2026 - 19:51

As agências de classificação de risco S&P Global, Fitch Ratings e Moody’s lançam um olhar sobre o Oriente Médio e dizem o que pode acontecer se o conflito durar muito tempo

OPORTUNIDADE NO EXTERIOR

Adeus, Tesla (TSLA34)! A troca de ações internacionais do BTG para você lucrar em dólar

2 de março de 2026 - 19:00

O banco realizou algumas alterações na carteira de ações internacionais em março, com novas oportunidades de ganho em meio ao ciclo de juros do Fed

SOB ATAQUE

Saudi Aramco: petroleira atacada pelo Irã já foi bombardeada antes, fez o maior IPO da história e segue no topo do mercado global de petróleo

2 de março de 2026 - 14:15

Bombardeio contra refinaria da Saudi Aramco coloca em xeque produção da petroleira, mas isso já aconteceu no passado — bem no ano de seu IPO bilionário

POLÍTICA MONETÁRIA EM FOCO

A Selic não vai mais cair? O que pode acontecer com os juros no Brasil e no mundo com o Oriente Médio em chamas

2 de março de 2026 - 14:04

A disparada do petróleo pode reascender a inflação global, e alguns líderes de bancos centrais ao redor do mundo já estão em alerta

VISÃO DO GESTOR

O sazón latino e o tempero do medo: o gringo ama o Brasil, mas o investidor brasileiro não deve largar de vez o dólar e os EUA

2 de março de 2026 - 12:00

O gringo está injetando dinheiro no Brasil, México e Colômbia, atraído pelo tamanho desses mercados, mas, para o investidor brasileiro, a diversificação para EUA, Ásia e Europa seguem como o mantra dos bons retornos

CRISE NO ORIENTE MÉDIO

Ataques em Dubai atingem hotéis de luxo e deixam turistas sem saída; governo pede cooperação de operadores

2 de março de 2026 - 11:21

Com o espaço aéreo fechado desde sábado (28), cidades dos Emirados Árabes Unidos se aliam com hotelaria para administrar milhares de turistas presos no país após ataques iranianos

VISÃO DE FORA

Gestor de US$ 200 bilhões diz o que pode fazer o gringo fugir da bolsa brasileira: balanços do 1T26 e eleições — mas não da forma que você pensa

2 de março de 2026 - 6:30

Para o capital estrangeiro, o Brasil não é um debate político ou fiscal, mas um balcão de oportunidades de valor; entenda por que, para o gringo, o micro das companhias vence o macro do governo — mas não para sempre

CONFLITO NO IRÃ

Em meio à tensão no Oriente Médio, Opep+ mantém cautela ao elevar produção de petróleo

1 de março de 2026 - 10:45

Mesmo com os ataques envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã afetando o fluxo de petróleo na região, o grupo decidiu elevar a oferta em 206 mil barris por dia

MERCADO EM ALERTA

Conflito entre EUA e Irã coloca petróleo sob pressão e BTG vê espaço para alta adicional no Brent

1 de março de 2026 - 10:20

Banco avalia que risco maior está na logística global da commodity e mantém recomendação de compra para ação do setor

CRISE

Irã nomeia liderança provisória após morte de Khamenei em ataque atribuído a EUA e Israel

1 de março de 2026 - 9:41

Aiatolá Alireza Arafi assume interinamente enquanto Assembleia dos Peritos inicia processo para escolha do novo líder supremo

O TODO PODEROSO

Ali Khamenei: quem foi o líder supremo do Irã e alvo dos ataques dos EUA e de Israel

28 de fevereiro de 2026 - 21:47

O aiatolá de 86 anos era o homem mais poderoso do Irã e o chefe de Estado mais longevo do Oriente Médio, ocupando a posição de líder supremo por 35 anos

CAMINHO DO MEIO

De um lado, a maior economia do mundo. Do outro, um parceiro do Brics. Qual será a posição do Brasil na guerra?

28 de fevereiro de 2026 - 21:29

Depois dos ataques coordenados de EUA e Israel ao Irã neste sábado (28), entenda qual deve ser o posicionamento do governo brasileiro e as implicações do conflito para o País

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar