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Mais de 1500 pessoas já foram perdoadas por Donald Trump, apenas em 2025. Relembre alguns dos casos mais icônicos
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a marcar a história do mercado de criptomoedas com uma única canetada. Nesta semana, o republicano concedeu perdão presidencial ao fundador da Binance, Changpeng Zhao, conhecido como CZ. A medida, no entanto, não foi a primeira — e dificilmente será a última — da carreira do líder norte-americano.
De evasão de impostos e fraude a porte ilegal de armas, sedição e vandalismo, a lista de condenações anuladas é extensa. Alguns casos, porém, chamam mais atenção que outros. O perdão a CZ ocorreu após uma longa batalha judicial e intensa pressão de apoiadores junto à Casa Branca.
Em novembro de 2023, o então CEO da Binance se declarou culpado por violar a Lei de Sigilo Bancário, que trata da prevenção de lavagem de dinheiro. Como parte do acordo, a empresa pagou uma multa de US$ 4,3 bilhões e Zhao renunciou ao cargo de CEO.
"O presidente Trump exerceu sua autoridade constitucional ao conceder um perdão ao Sr. Zhao, que foi processado pelo governo Biden em sua guerra contra as criptomoedas", afirmou a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt.
A decisão reacendeu o debate sobre o uso político dos perdões presidenciais. E não foi um caso isolado. Em 2025, outros episódios emblemáticos ajudaram a compor o perfil da caneta mais poderosa dos Estados Unidos.
Em um caso que repercutiu no mundo inteiro, Trump emitiu um perdão geral e comutações de pena para réus envolvidos na invasão do Capitólio, em 6 de janeiro de 2021. A medida libertou centenas de presos e encerrou a maior investigação criminal já conduzida pelo Departamento de Justiça dos EUA.
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Trump justificou sua decisão em uma coletiva dizendo que “essas pessoas já cumpriram anos de prisão de forma cruel. Foi desumano”.
O Departamento de Justiça havia condenado mais de 1.500 pessoas, sendo 600 por agressão ou obstrução policial. Cerca de 250 ainda estavam presas e começaram a ser libertadas. Investigações pendentes, incluindo a busca por 13 fugitivos, também foram encerradas.

O mais recente caso, com um toque especial para o noticiário brasileiro, envolve o deputado republicano e filho de brasileiros, George Santos, de 37 anos.
Santos foi condenado a 87 meses de prisão federal após se declarar culpado de crimes como fraude eletrônica e roubo de identidade agravado. Teve uma passagem curta pela Câmara dos Representantes e foi expulso em dezembro de 2023, em meio a uma série de escândalos. O então deputado admitiu ter inventado partes significativas de sua biografia e currículo.
Durante o cumprimento da pena, Santos disse ter passado 41 dias em confinamento solitário, em que teria sido privado de uma Bíblia e de um rosário.
O ex-deputado norte-americano também afirma que, nesse período, se reconectou com Deus. “Conectei-me com Deus, reconectei-me a mim mesmo, comecei a rezar de forma muito profunda”, disse.
“Tenho muito a provar para muitas pessoas e preciso garantir que o presidente Trump entenda que não vou decepcioná-lo”, declarou, em entrevista à Fox & Friends Weekend, chamando o perdão de uma “segunda chance”.
Trump justificou a decisão afirmando que a pena era excessiva. “George esteve em confinamento solitário por longos períodos e, segundo relatos, foi horrivelmente maltratado. Portanto, acabei de assinar a comutação, liberando George Santos da prisão, imediatamente”, escreveu o republicano, no Truth Social, sua própria plataforma de mídia social.

Ross Ulbricht, condenado à prisão perpétua em 2015 por operar o Silk Road — um dos maiores mercados ilegais da dark web — foi um dos primeiros a receber o perdão total e incondicional de Donald Trump, em 21 de janeiro de 2025.
A decisão foi anunciada pelo próprio presidente em sua conta no Truth Social. Segundo Trump, a sentença de Ulbricht foi “ridícula” e resultado de uma perseguição política. “A escória que trabalhou para condená-lo reunia alguns dos mesmos lunáticos que estavam envolvidos na moderna armamentização do governo contra mim”, escreveu.
Ulbricht foi preso em outubro de 2013, em uma biblioteca pública de São Francisco, após uma investigação meticulosa do FBI. Os agentes rastrearam sua identidade digital por meio de postagens em fóruns sobre criptomoedas, nas quais ele usava o pseudônimo “Altoid”. Um deslize ao divulgar seu e-mail pessoal — rossulbricht@gmail.com — levou à sua captura.
O Silk Road operava como um mercado anônimo na rede Tor e permitia a compra de drogas, passaportes roubados e ferramentas de invasão. As transações eram feitas exclusivamente com bitcoin, dificultando o rastreamento.
Durante o julgamento, os promotores alegaram que o site movimentou mais de US$ 200 milhões em vendas ilegais e que Ulbricht chegou a encomendar assassinatos, embora não houvesse provas de que os crimes foram consumados.
A juíza Katherine Forrest afirmou que o Silk Road foi um “trabalho de vida cuidadosamente planejado” e que a punição deveria servir de alerta. Ulbricht, formado em física e engenharia de materiais, disse em sua defesa: “Não sou uma pessoa sociopata egocêntrica que estava tentando expressar alguma maldade interior. Eu amo a liberdade. Foi devastador perdê-la.”

Mostrando o caráter eclético da caneta de Donald Trump está Kentrell Gaulden, conhecido como NBA YoungBoy. O caso ocorreu em maio.
Em 2024, Gaulden foi condenado por um juiz federal em Utah após admitir posse ilegal de armas. Já possuía antecedentes criminais, e o acordo judicial resolvia uma série de acusações estaduais e federais, resultando em cinco anos de liberdade condicional e multa de US$ 200 mil.
O perdão presidencial eliminou todas as obrigações legais restantes, incluindo os testes de drogas exigidos pela condicional, segundo seu advogado, Drew Findling.
O caso envolvia a posse de uma Glock 21 calibre .45 e uma Masterpiece Arms MPA30T 9mm durante a gravação de um videoclipe, em Baton Rouge. Gaulden também admitiu ter uma pistola semiautomática Sig Sauer 9mm em sua casa, em Huntsville, Utah, e concordou em entregar às autoridades todas as armas.
Antes disso, o rapper havia sido condenado por agressão agravada com arma de fogo na Louisiana. Em novembro, declarou-se culpado por envolvimento em uma rede de fraude de medicamentos prescritos operada em sua residência. Nesse caso, foi multado em US$ 25 mil, mas não chegou a ser preso.
Gaulden publicou uma mensagem nas redes sociais após o perdão presidencial: “Quero agradecer ao presidente Trump por me conceder o perdão e me dar a oportunidade de continuar construindo — como homem, como pai e como artista.”
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