🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Guilherme Castro Sousa

O FUTURO JÁ COMEÇOU

Muito além do ChatGPT: como as empresas já usam a inteligência artificial no dia a dia e quais as tendências da tecnologia em 2025

Relatório “Tendências de IA para Negócios em 2025” do Google Cloud revela as principais inovações e o impacto da revolução tecnológica no mercado

Guilherme Castro Sousa
13 de fevereiro de 2025
6:07 - atualizado às 11:44
Imagem: Canva Pro

Mais do que simples chatbots amigáveis ou algoritmos que recomendam a próxima série para maratonar, as inteligências artificiais (IAs) já se infiltram no cotidiano de formas que muitos nem imaginam. O turbilhão de inovações impulsionado por gigantes como Google, Meta e OpenAI está transformando a forma como as empresas operam, competem e inovam – e os avanços previstos para 2025 prometem revolucionar o mercado em uma escala ainda maior.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Empresas de diversos setores já estão na linha de frente dessa corrida tecnológica. Do PayPal à Suzano, do setor financeiro a clínicas de saúde, a integração das IAs aos processos produtivos intensifica a competição por soluções mais eficientes, produtos de alta qualidade e serviços que superem expectativas.

Pensando nisso, o Google Cloud apresentou um relatório apontando as cinco tendências de IA que vão moldar o mercado em 2025 e alguns exemplos de empresas que estão se destacando nessa disputa. Confira a seguir os destaques do relatório:

1. IA multimodal

As inteligências artificiais que a maioria do público conhece costumam trabalhar com uma única forma de dados – seja texto em um chatbot, imagens, vídeos ou áudios. Mas as IAs multimodais vão além: elas conseguem processar simultaneamente todas essas fontes, ampliando o contexto e extraindo insights que poderiam passar despercebidos.

Imagine um sistema capaz de analisar um relatório financeiro, cruzar informações de gráficos em tempo real e sugerir decisões estratégicas em linguagem natural.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ou, na área da saúde, pense na Bayer, que utiliza essa tecnologia para interpretar exames médicos de imagem – priorizando casos urgentes, como possíveis tumores, gerando laudos preliminares com marcações precisas e integrando dados históricos para diagnósticos mais assertivos.

Leia Também

2. Agentes de IA: de chatbots aos sistemas multiagentes

Os agentes de IA já deixaram para trás a era dos simples chatbots e começam a se tornar peças-chave dentro das empresas. Segundo o relatório do Google Cloud, enquanto 10% das companhias já utilizam essa tecnologia, outros 82% planejam adotá-la nos próximos três anos.

As novas gerações desses agentes vão além de respostas automatizadas: elas combinam raciocínio, planejamento e autonomia para gerenciar fluxos de trabalho complexos, automatizar processos e até tomar decisões estratégicas sem necessidade de intervenção humana.

Mas a grande virada que pode redefinir mercados inteiros são os sistemas multiagentes (MAS) – nos quais múltiplos agentes trabalham em conjunto, cada um operando de forma independente, mas alinhados a um objetivo comum.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Isso não é apenas teoria. O Waymo One, serviço de transporte autônomo do Google, já utiliza essa abordagem: vários agentes atuam simultaneamente para coordenar navegação, segurança e rotas em tempo real – sem um motorista sequer tocar no volante.]

3. Pesquisa assistida: a nova era do trabalho Intelectual

A era das palavras-chave ficou para trás. Com o avanço das inteligências artificiais, os mecanismos de busca evoluíram para algo muito mais sofisticado – agora, além de texto, podem interpretar imagens, áudios e até contexto, entregando respostas mais rápidas, precisas e relevantes.

Essa revolução abre caminho para um aproveitamento mais eficiente do conhecimento dentro das empresas. Imagine um banco com uma plataforma interna de pesquisa capaz de personalizar resultados: um funcionário da área de crédito acessa políticas detalhadas de empréstimos, enquanto um analista recebe métricas de risco altamente específicas para sua função.

No Brasil, a Suzano lidera essa transformação com a VagaLúmen, uma plataforma desenvolvida em parceria com o Google Cloud e a Sauter. Com ela, a empresa consegue transformar seu vasto conhecimento interno em insights personalizados para cada setor. Equipes de produção, P&D e sustentabilidade passam a ter acesso a informações estratégicas curadas sob medida para otimizar processos e impulsionar a tomada de decisão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

4. Experiência do cliente

Os assistentes virtuais e sistemas de suporte com inteligências artificiais estão no topo das prioridades para 55% das empresas, segundo um relatório do Google Cloud para 2025. Mas a revolução no atendimento ao cliente vai além de simples chatbots disponíveis 24 horas – a verdadeira inovação está na criação de experiências integradas, personalizadas e praticamente imperceptíveis.

O objetivo? Entregar exatamente o que o cliente quer, antes mesmo que ele perceba que interagiu com a tecnologia. Graças à análise de dados, a IA permite um entendimento mais profundo sobre cada cliente, gerando insights estratégicos que aprimoram a comunicação e elevam o atendimento a um novo nível de personalização.

Um exemplo claro dessa transformação é a Alaska Airlines, que aposta na integração entre IA e atendimento humano para oferecer suporte 24/7, monitoramento em tempo real e equipes treinadas para se ajustar aos padrões de cada passageiro. 

5. IA e Segurança Digital

Toda nova tecnologia traz consigo um paradoxo: ao mesmo tempo que fortalece a segurança digital, também abre caminho para ameaças mais sofisticadas. Com a ascensão das inteligências artificiais, essa corrida armamentista cibernética não mostra sinais de desaceleração.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nesse cenário, investir em soluções de segurança impulsionadas por IA deixa de ser um diferencial e se torna uma necessidade. Além de reduzir riscos, essas tecnologias permitem detecção e prevenção de ameaças em tempo real, simulação de ataques para testar defesas e monitoramento contínuo para garantir conformidade com regulamentações.
A Palo Alto Networks está na linha de frente dessa revolução, integrando IA às suas soluções de cibersegurança proativa. Além de proteger empresas contra ataques impulsionados por inteligência artificial, a companhia oferece suporte 24/7 baseado na tecnologia, garantindo uma defesa sempre ativa e preparada para os desafios do futuro.

O setor financeiro nessa disputa

Surfando nessa onda de inovação, o mercado financeiro deixou de simplesmente experimentar o uso das IAs em seus projetos e passou a adotar integralmente a tecnologia. Dados do relatório State of AI in Financial Services, da Nvidia, apontam que quem investiu em IA no negócio alcançou retornos expressivos: 70% das empresas registraram aumento de receita (5% ou mais) e 60% reduziram custos anuais na mesma proporção.

A principal aplicação da tecnologia está na análise de dados, seguida pelas IAs generativas. O uso de chatbots e assistentes virtuais ganhou força, com mais da metade dos profissionais financeiros utilizando esses programas para aumentar a velocidade e precisão de tarefas críticas, como processamento de documentos e geração de relatórios, além de participarem de 60% dos atendimentos ao cliente.

Seja pelo relatório do Google ou da Nvidia, o cenário atual mostra que a IA deixou de ser um diferencial para se tornar uma necessidade competitiva – transformando operações internas, aprimorando a experiência do cliente e redefinindo não só o mercado tech, mas o universo dos negócios.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
LÍDER NO AGRONEGÓCIO

Empresa centenária aprova venda e pode dar adeus à Bolsa em breve; veja quem é e qual o valor que será pago aos acionistas

2 de março de 2026 - 10:11

A Kepler Weber (KEPL3) fechou acordo para combinação de negócios com a Grain & Protein Technologies (GPT), após cerca de quatro meses de negociações, mostra fato relevante divulgado ao mercado nesta segunda-feira (2). A GPT, empresa com sede global em Illinois, nos EUA, propôs pagar R$ 11 por ação da companhia de armazenamento de grãos. […]

PRESSÃO FINANCEIRA

CSN (CSNA3) corre contra o relógio e negocia empréstimo de até US$ 1,5 bilhão com bancos para quitar dívidas

2 de março de 2026 - 9:40

Com vencimentos pressionando o balanço, empresa estrutura linha bilionária e coloca ações da CSN Cimentos na mesa

MOVIMENTAÇÃO

Raízen Energia aprova cisão parcial de subsidiária e incorpora R$ 1 milhão em reorganização societária

1 de março de 2026 - 14:37

A companhia informou que a operação está inserida em processo de reorganização administrativa, operacional, financeira e jurídica

HORA DE REALIZAR?

Gerdau (GGBR4) já entregou tudo o que tinha para dar? Itaú BBA tira selo de compra — mas revela trunfo fora das contas

28 de fevereiro de 2026 - 16:18

Após alta de quase 30% em seis meses, banco avalia que o valuation ficou mais justo — mas um catalisador pode mexer com a ação

FUSÃO NO OFFSHORE

Nova gigante à vista? OceanPact (OPCT3) anuncia fusão com CBO e cria potência de serviços marinhos com R$ 13,6 bilhões em contratos

28 de fevereiro de 2026 - 11:17

Negócio cria frota de 73 embarcações, muda o controle da companhia e consolida um novo peso-pesado no apoio offshore brasileiro

MINERAÇÃO

Já deu o que tinha que dar? Descubra o que pode acontecer com a Aura (AURA33) depois de subir mais do que o ouro

27 de fevereiro de 2026 - 19:43

Custos sob controle e projetos em expansão reforçam cenário construtivo para a mineradora, mas valorização recente entra no radar dos analistas

NOVO PLAYER DE SAÚDE

Bradsaúde na bolsa: quem ganha, quem pode pular fora e o que muda para investidores de Bradesco (BBDC4) e Odontoprev (ODPV3)

27 de fevereiro de 2026 - 17:08

A reorganização cria uma gigante de até R$ 50 bilhões, mas impõe uma decisão clara aos minoritários: aceitar a diluição e apostar em escala ou aproveitar a porta de saída

AINDA ESTÁ BARATA?

Avanço no lucro do 4T25 e salto das ações em 12 meses: ainda vale a pena ter B3 (B3SA3) na carteira?

27 de fevereiro de 2026 - 16:15

As ações da dona da bolsa acumulam alta de quase 70% em 12 meses; analistas divergem sobre a compra do papel neste momento

NOVO PESO-PESADO NA B3 

Bradesco (BBDC4) coloca a Bradsaúde no jogo da B3, Odontoprev (ODPV3) reage forte — há espaço para mais um gigante da saúde?

27 de fevereiro de 2026 - 13:22

Nova gigante nasce com escala bilionária e mira Novo Mercado — mas o que muda para Rede D’Or, Fleury e Mater Dei? 

BALANÇO FRACO

Qualicorp (QUAL3) reverte lucro em prejuízo líquido, e ação cai forte na bolsa; saiba como está a saúde da operadora de planos de saúde

27 de fevereiro de 2026 - 11:46

Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.

A MAIS-VALIA DO BRADESCO

“É o momento certo de capturar valor”: CEO do Bradesco (BBDC4) revela plano para destravar até R$ 50 bilhões com a Bradsaúde

27 de fevereiro de 2026 - 11:43

Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço

FIM DA BATALHA

Netflix (NFLX34) abandona a Warner após sangria de US$ 170 bilhões na bolsa — e ações comemoram em disparada

27 de fevereiro de 2026 - 9:03

O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman

NASCE UM GIGANTE

Bradesco (BBDC4) prepara a joia da coroa para a bolsa: vem aí a Bradsaúde no Novo Mercado da B3

27 de fevereiro de 2026 - 7:33

Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa

SURFANDO O RALI

Ibovespa em recorde ajuda a turbinar lucro da B3 (B3SA3); resultado do 4T25 supera expectativas

26 de fevereiro de 2026 - 19:58

Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos

DINHEIRO NO BOLSO DO ACIONISTA

Além dos dividendos: Itaú Unibanco (ITUB4) anuncia R$ 3,85 bilhões em JCP; veja valor por ação e quem tem direito

26 de fevereiro de 2026 - 19:11

Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026

DEPOIS DO RALI

A Vale (VALE3) subiu demais? O vilão que fez o BofA deixar de recomendar a compra das ações e elevar o preço-alvo a R$ 95

26 de fevereiro de 2026 - 17:54

Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações

SINAL VERDE?

Marcopolo (POMO4) surpreende no balanço e ações aceleram na bolsa. Vale comprar ou ficar de fora? Analistas respondem

26 de fevereiro de 2026 - 16:31

Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo

R$ 1,7 BILHÃO BATENDO À PORTA

Por que o Pão de Açúcar está ‘na berlinda’? Qual é a real situação da empresa hoje e o que deu errado nos últimos anos

26 de fevereiro de 2026 - 16:02

Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante

ESQUENTA

Nova ação de saneamento na bolsa? Aegea dá sinais de um possível IPO; veja o que se sabe até agora

26 de fevereiro de 2026 - 13:16

A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura

O PIOR PASSOU?

Azul (AZUL53) dá tchau para o fundo do poço? S&P eleva a nota de crédito da companhia aérea após o fim da recuperação judicial

26 de fevereiro de 2026 - 12:01

A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar