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Um aumento de capital de R$ 2 bilhões no banco foi um dos requisitos do BRB para comprar a metade do Master; veja o que falta para a transação sair do papel
O Banco Central (BC) acaba de autorizar um aumento de capital bilionário no Banco Master — permitindo que parte das exigências feitas pelo Banco de Brasília (BRB) para abocanhar parte da instituição financeira fosse cumprida.
Segundo publicação no Diário Oficial da União (DOU), o BC aprovou a alteração do capital do Master, de R$ 2,761 bilhões para R$ 3,763 bilhões. Isto é, um aumento de R$ 1 bilhão.
Esse aumento de capital é uma peça chave para o BRB concluir sua compra de 50% do Master. Afinal, uma injeção de R$ 2 bilhões foi um dos requisitos da instituição para comprar a metade do Master.
Até o momento, metade do montante acordado foi injetada no banco, mas o BC ainda analisa a possibilidade de um segundo aumento de capital, que pode alcançar R$ 1 bilhão.
Este valor adicional viria da venda de ativos do CEO do Banco Master, Daniel Vorcaro, ao BTG Pactual, de acordo com o Valor.
Essa injeção de capital não só facilita o processo de aquisição, mas também reduz o risco para o BRB. Com o aumento, o patrimônio líquido do Master passará de R$ 4,1 bilhões, conforme balanço divulgado em junho do ano passado, para R$ 6,1 bilhões.
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Além da injeção de capital bilionária, o Master anunciou outro marco importante para que a venda para o BRB saia do papel, com a aprovação do acordo pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
O regulador não impôs restrições à operação, avaliando que ela não representaria riscos à concorrência, já que algumas empresas vinculadas ao Banco Master não serão incorporadas ao BRB.
Contudo, vale destacar que essa aprovação só se tornará definitiva após 15 dias, caso não haja contestações ou recursos por parte do Tribunal do Cade ou de terceiros interessados.
Além disso, a conclusão do negócio ainda depende da análise final do Banco Central.
Segundo o Broadcast, o BRB já entregou o documento final com a proposta de compra ao BC, que agora tem 360 dias para analisar e decidir se libera ou não o negócio.
Relembrando, desde o anúncio da compra, o BRB teve que revisar a proposta várias vezes, ajustando os termos para reduzir os riscos e garantir que a operação fosse financeiramente viável.
Na versão final, a proposta excluiu R$ 33 bilhões em ativos de menor liquidez e com precificação complexa.
O próprio fundador do Master, Daniel Vorcaro, precisou dar passos decisivos para garantir a viabilidade financeira da instituição e capitalizar o banco.
Para isso, o banqueiro vendeu R$ 1,5 bilhão em ativos para o BTG, incluindo participações em empresas como Light, Méliuz, além de créditos, imóveis e precatórios.
O objetivo da operação era garantir a liquidez do banco e dar suporte a um pedido de empréstimo do Master ao FGC, permitindo que a instituição pagasse os CDBs de sua própria operação e de suas subsidiárias por um prazo de dois anos.
Conforme o Estadão, o Banco Master tinha um passivo de cerca de R$ 10 bilhões em compromissos. O FGC se mostrou disposto a oferecer um empréstimo de cerca de R$ 4 bilhões, mas o valor final desse suporte financeiro ainda permanece indefinido.
Apesar do avanço na operação, o caminho de Vorcaro não está completamente resolvido. Isso porque o Banco de Brasília não ficará com a totalidade da operação do Banco Master, já que cerca de R$ 33 bilhões em ativos serão excluídos da transação.
Isso significa que, mesmo após a transação, Vorcaro ainda precisará garantir liquidez para os compromissos que não serão absorvidos pelo BRB.
*Com informações do Estadão e do Valor.
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