O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
No episódio do podcast Touros e Ursos desta semana, o sócio-fundador da Empiricus, Rodolfo Amstalden, fala sobre a alta surpreendente do Ibovespa no primeiro trimestre e quais são os riscos que podem frear a bolsa brasileira
O Ibovespa encerrou o primeiro trimestre de 2025 com alta de 8,29%. Um movimento que surpreendeu o mercado, visto o pessimismo de gestores e analistas com as ações brasileiras ao fim de 2024. Este resultado fica ainda mais surpreendente quando se olha para a rentabilidade do índice brasileiro em dólares, que chegou a 16,78%, segundo a consultoria Elos Ayta.
Este foi o ganho embolsado por diversos investidores estrangeiros que colocaram seus dólares na bolsa brasileira e podem ser creditados como os principais impulsionadores do Ibovespa entre janeiro e março. Em sua participação no Touros e Ursos desta semana, o sócio-fundador da Empiricus, Rodolfo Amstalden, explica este movimento.
“Os ativos brasileiros estavam bastante abandonados ao fim de 2024, e o investidor gringo começou a se interessar um pouco mais pelo cenário local”, diz Amstalden. “Associado a isso tem o Trumponomics, que levou investidores que tinham muito dinheiro nos Estados Unidos a colocar em outros mercados, mercados emergentes, Europa. Foi o suficiente para dar uma acordada no Ibovespa.”
Segundo Amstalden, este efeito apenas começou. É possível que se aprofunde ao longo do ano e dê ainda mais fôlego para o Ibovespa.
Ele acredita que o principal índice de ações da B3 possa renovar os seus recordes nominais, embora não veja um grande significado nisso, devido à alta correção da inflação nos últimos tempos. Os riscos que pairam pelos mercados americano e local não permitem uma visão mais positiva em relação às ações brasileiras, para o analista.
Segundo ele, “não existem motivos para se empolgar com a economia brasileira em 2025, mas também não há motivos para pânico”.
Leia Também
Amstalden vê com preocupação as perspectivas de alta da inflação no ano, que pode chegar a 6% em dezembro. Os dados recentes de crescimento do mercado de trabalho e resiliência da atividade econômica apontam nesse sentido. A conclusão dele é de que é uma variação ruim, mas não parece um risco de cauda que levaria à hiperinflação.
No mais, entre os fatores internos, a reforma do Imposto de Renda é outro assunto que está no radar do analista. Para ele, o risco não está na isenção em si, mas em qual será a contrapartida para cobrir o valor renunciado pelo governo.
“Se aprova a isenção primeiro e depois sai correndo atrás da contrapartida, é uma situação ruim. É um cenário que pode distorcer gravemente a reforma tributária que, em tese, será neutra no ponto de vista de imposto de renda para pessoa jurídica.”
Mas não são esses os tópicos que tiram o sono do sócio da Empiricus. Em sua participação no Touros e Ursos desta semana, Amstalden declarou que…
A maior preocupação de Amstalden é o risco de recessão nos Estados Unidos. Ele fala aos apresentadores Julia Wiltgen e Vinícius Pinheiro que as probabilidades de chances de recessão estão sendo corrigidas para cima de forma muito rápida.
“Gente muito boa de research macro do lado da venda começou o ano falando em 10% de chance de recessão. Agora, se eu não me engano, o Goldman Sachs já avalia 35%. De 10% para 35% é um salto significativo, e isso é uma informação importante”, disse ao podcast do Seu Dinheiro.
Para ele, uma recessão nos Estados Unidos significa um impacto global. “Qual seria a resposta global? Qual seria a resposta do governo Lula?”, questiona Amstalden.
Sua ponderação é de que o analista e o investidor precisam ser paranóicos para antecipar cenários. “Principalmente no Brasil, é preciso ser mais paranóico do que eufórico”. No curto prazo, ele se diz pessimista e de olho, principalmente, nas correções do mercado em relação à euforia anterior, quando Trump foi eleito.
Como exemplo de correções, o analista falou sobre as Sete Magníficas. Desde o ano passado, quando a leitura do mercado era de que os preços dessas ações estavam muito esticados, elas já derreteram nas bolsas americanas.
Segundo Amstalden, valuations de 30, 40 vezes para os papéis de Nvidia, Alphabet e Meta, já caíram para 19, 16 vezes a relação preço sobre lucro.
“Se uma recessão acontecer, o valuation não muda porque afeta os lucros. Mas se não for o caso de recessão, houve poucas janelas nos últimos anos em que foi possível comprar uma ação dessas por esses valuations. Tem que ficar de olho nessas coisas. Tem que pensar na paranoia, mas não se deixar levar, é apenas um cenário possível”, disse.
Mas há um detalhe: as Sete Magníficas, na verdade, são Seis Magníficas, na opinião do sócio da Empiricus. Ele não gosta de Tesla.
Amstalden também falou sobre a estratégia para compra de Treasuries nos Estados Unidos e suas ações brasileiras favoritas para navegar neste cenário de incertezas. Veja quais são elas no episódio completo.
Enquanto a Quina roubou a cena da Lotofácil, a Mega-Sena acumulou de novo na quinta-feira (29) e o prêmio em jogo subiu para R$ 115 milhões.
Esta é a primeira revisão do banco suíço para a taxa básica desde março de 2025; projeção anterior era de 12% até o final do ano
Anvisa aprovou novas regras para a cannabis medicinal, permitindo o cultivo da planta por universidades e instituições de pesquisa, sob exigências rígidas de controle e segurança; veja as novas regras para a Cannabis medicinal no país
O objetivo da medida é tentar entender o que aconteceu com o Master, e como o Banco Central pode reforçar a sua governança interna de fiscalização.
Diante das secas cada mais vez imprevisíveis, o estado mais rico dos EUA passou a tratar a água como infraestrutura estratégica
Depois de acumular pelo segundo sorteio seguido, a Lotofácil pode pagar nesta quinta-feira (29) o segundo maior prêmio da rodada das loterias da Caixa, mas a Quina vem logo atrás.
Decisão correspondeu às expectativas do mercado e surpreendeu com sinalização direta sobre o início dos cortes
Enquanto a Legacy defende corte imediato de 0,25 ponto nos juros, Genoa alerta para o risco de o Banco Central repetir erros do passado
Cidade brasileira aparece entre os destinos mais reservados para 2026, atrás apenas de Paris e Bangkok, segundo levantamento da eDreams ODIGEO
Na Ilha de Itamaracá, duas mulheres recolheram cerca de 8 mil garrafas de vidro abandonadas nas praias e a transformaram em lar
Levantamento mostra que os imóveis comerciais lideraram as taxas de inadimplência, com média de 4,84%
Mega-Sena não sai desde a Mega da Virada. Lotofácil acumula pela primeira vez na semana. +Milionária promete o maior prêmio desta quarta-feira (28).
O ex-diretor do Copom espera que um primeiro corte venha em março ou abril, quando a expectativa de inflação futura chegar, enfim, aos 3%
Para Bruno Serra e Rodrigo Azevedo, o país entrou na fase decisiva em que promessas já não bastam: o ajuste fiscal precisará acontecer, de um jeito ou de outro
Dólar, juros e eleição entram no radar do gestor do lendário fundo Verde para proteger a carteira
A grande maioria dos agentes financeiros espera a manutenção dos 15% nesta semana, mas há grandes nomes que esperam um primeiro ajuste nesta quarta-feira
Enquanto o Banco Master caminhava para o colapso, Daniel Vorcaro manteve uma rotina de luxo que incluiu jatos particulares e uma festa de R$ 15 milhões para sua filha de 15 anos
Depois de a Lotofácil e a Dupla Sena terem feitos novos milionários, a Mega Sena tem prêmio estimado em R$ 92 milhões hoje
As empresas começam a divulgar os resultados na próxima semana e, como “esquenta”, a Vale (VALE3) publica hoje seu relatório de produção e vendas
Empresas de laticínios estão recolhendo lotes de fórmulas infantis à medida que cresce a preocupação de contaminação por toxina