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O Ibovespa futuro passou a cair mais de 2,5%, enquanto o dólar para agosto renovou máxima a R$ 5,603, subindo mais de 2%
Se existia alguma dúvida de que o Brasil estaria na mira de Donald Trump, não há mais. Na tarde desta quarta-feira (9), o presidente norte-americano confirmou uma tarifa de 50% aos produtos brasileiros. A taxa começa a ser cobrada em 1º de agosto
A confirmação da tarifa fez um estrago no mercado futuro brasileiro. O Ibovespa futuro passou a cair mais de 2,5%, enquanto o dólar para agosto renovou máxima a R$ 5,603, subindo mais de 2%, e os juros futuros de médio e longo prazo também renovaram máximas, abrindo mais de 20 pontos-base.
Os American Depositary Receipts (ADRs) das principais companhias brasileiras naufragam no after hours em Nova York. As maiores perdas se concentravam nos papéis da Embraer (-6,01%). A Vale recuava 1,83% e Braskem caía 0,54%. O ADR equivalente à Petrobras PN baixava 1,71% e o da ON tinha queda de 1,24%.
O EWZ, principal fundo de índice brasileiro negociado em Nova York, perdia 1,92%
No anúncio sobre o Brasil, Trump também diz que pediu que a USTR, o Escritório do Representante Comercial dos EUA, que inicie uma investigação sob seção 301 — uma ferramenta que permite ao governo norte-americano investigar e tomar medidas, incluindo tarifas, contra práticas comerciais desleais de outros países que prejudiquem o comércio dos EUA.
Trump também voltou a falar de Jair Bolsonaro, afirmando que "a forma como o Brasil trata o ex-presidente Bolsonaro é uma desgraça internacional".
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O republicano também voltou a criticar o Supremo Tribunal Federal (STF), a quem vê como responsável por "ataques do Brasil contra a liberdade de expressão dos norte-americanos.
O Ibovespa sentiu o peso da tarifa de Trump no pregão regular. Ainda com as negociações em andamento, o presidente norte-americano disse que oficializaria uma taxação ao Brasil entre hoje e amanhã.
A declaração caiu como uma bomba sobre a bolsa brasileira. O Ibovespa, que já vinha operando em queda por sinalizações de que a Selic deve permanecer em 15% por mais tempo do que o esperado, mergulhou no vermelho de vez e terminou o dia em queda de 1,31%, aos 137.480,79 pontos.
No mercado de câmbio, o dólar à vista, que andou um pouco de lado durante a sessão, se consolidou em alta, fechando a R$ 5,5024 (+1,04%). Os juros futuros, por sua vez, voltaram a tocar máximas intradia.
A reação se justifica: a tarifa de Trump sobre o Brasil representa um potencial enorme de aceleração da inflação, um caminho para que os juros sigam elevados por aqui.
Até o momento, os produtos brasileiros estavam sujeitos apenas à tarifa geral de 10%, sem sobretaxas adicionais.
A notícia de que Trump prepara uma tarifa ao Brasil não é exatamente uma surpresa — os sinais já vinham sendo emitidos pelos presidente norte-americano há dias.
No final de semana, o republicano disse que taxaria o Brics (grupo de países em desenvolvimento liderado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).
O Brasil respondeu à ameaça. Na segunda-feira (7), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que somos um "país soberano" que não aceitaria "interferência ou tutela de quem quer que seja".
Na noite de terça-feira (8), Trump tocou em um assunto caro a ele mesmo, voltando a defender o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Em publicação na Truth Social, o presidente norte-americano voltou a classificar as investigações contra Bolsonaro como "caça às bruxas" e pediu que ele seja deixado em paz. Essa havia sido a segunda vez em dois dias que Trump saiu em defesa do brasileiro.
No mesmo dia, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, maneirou o tom ao afirmar que existia um "grau de incerteza" nas declarações de Trump sobre elevação de tarifas.
Na ocasião, Haddad reforçou que o Brasil está focado em promover um trabalho técnico junto ao governo norte-americano.
O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, foi o encarregado de dar as primeiras respostas a Trump após a declaração a tarifa sobre produtos brasileiros.
Ele disse que não vê "nenhuma razão" para aumento da tarifa em relação ao Brasil.
"O Brasil não é problema para os EUA, é importante sempre reiterar isso", afirmou Alckmin após participar de evento na sede do MDIC, em Brasília. "Os EUA têm, realmente, um déficit de balança comercial, mas com o Brasil têm superávit", acrescentou.
Alckmin frisou ainda que, dos dez produtos que os EUA mais exportam para o Brasil, oito têm alíquota zero.
"É uma medida injusta e prejudica a própria economia norte-americana, porque você tem uma integração na área comercial."
Ele exemplificou com o caso do aço, já que o Brasil é o terceiro comprador do carvão siderúrgico norte-americano, fabrica o semielaborado e vende para os EUA, que faz o equipamento elaborado.
Ao contrário: em um ano de juros muito altos, avanço machuca bastante o varejo e a indústria de transformação, disse economista-chefe do BTG.
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