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Monique Lima

Monique Lima

Monique Lima é jornalista com atuação em renda fixa, finanças pessoais, investimentos e economia, com passagem por veículos como VOCÊ S/A, Forbes, InfoMoney e Suno Notícias. Formada em Jornalismo em 2020, atualmente, integra a equipe do Seu Dinheiro como repórter, produzindo conteúdos sobre renda fixa, crédito privado, Tesouro Direto, previdência privada e movimentos relevantes do mercado de capitais.

NAS ENTRELINHAS

O corte da Selic vem aí? Resposta do Copom estará nas entrelinhas do comunicado desta Super Quarta

Na última reunião do ano, mercado espera mudanças sutis no comunicado do comitê para consolidar apostas de cortes nos juros já em janeiro

Monique Lima
Monique Lima
10 de dezembro de 2025
6:02 - atualizado às 12:44
Luis Felipe Vital, Estrategista-chefe de Macro e Dívida Pública da Warren Investimentos - Imagem: Divulgação/ Warren

Não será no fechar das cortinas de 2025 que o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central irá cortar a taxa básica de juros (Selic). A aposta do mercado é que isso aconteça na abertura dos trabalhos de 2026, logo após a primeira reunião do ano, em 28 de janeiro.  

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Para esta quarta-feira (10), o consenso é unânime em relação a quarta manutenção da taxa Selic em 15% ao ano.  

O motivo para a ansiedade em relação a esta última reunião de 2025 é o comunicado do Copom. A nota da decisão terá o poder de confirmar ou afundar as apostas do mercado. Cada palavra, pontuação e frase será minuciosamente lida em busca da resposta que todos querem: o corte da Selic virá em janeiro?  

Em entrevistas recentes, diretores do Copom afirmaram que o comitê não tem nenhuma intenção de gerar volatilidade nos mercados.  

Assim como aconteceu no final de 2024, quando o comitê sinalizou que daria um choque de 300 pontos-base nos juros no início de 2025, a queda da Selic em 2026 também será o desfecho de uma morte anunciada.  

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Luis Felipe Vital, estrategista-chefe de Macro e Dívida Pública da Warren Investimentos, afirmou em entrevista ao Seu Dinheiro que não será uma sinalização direta como “vamos cortar os juros”, deverá ser algo mais sutil do que isso.  

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“O comunicado ou a ata da semana seguinte deve indicar que o comitê vê condições para ‘calibrar’ o nível de restrição dos juros ou outra indicação sobre avançar para o próximo estágio”, diz Vital.  

Os estágios do Copom  

Na última reunião do Copom, em novembro, o comitê já entregou uma primeira sinalização que animou o mercado. Os diretores indicaram uma mudança de estágio no ciclo da política monetária.  

Até setembro, o estágio era de interrupção do ciclo de alta, diz Vital. Foi a partir de novembro que o estágio virou para manutenção, oficialmente.  

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“A comunicação até setembro dizia que o comitê estava interrompendo o ciclo de alta para avaliar os impactos na economia. Em novembro isso mudou. De interrupção passou para ‘este nível é suficiente’ e vamos mantê-lo. É uma sinalização oficial de mudança de estágio”, diz o estrategista-chefe da Warren.  

Quando for o momento de cortar os juros, Vital acredita que a comunicação será similar: sutil, porém clara.  

Ele espera pequenas mudanças no texto que indiquem que o comitê reconhece a evolução dos efeitos da Selic em 15% ao ano na economia, mas sem se mostrar otimista. Com isso, entretanto, se abre a porta da possibilidade de um primeiro ajuste.  

“O comunicado deve reconhecer que os dados da economia caminham conforme o esperado diante no nível de restrição dos juros. A partir daí, pode indicar que o comitê vê condições para um próximo passo da política monetária. No entanto, o comunicado ou a ata deve falar sobre uma possibilidade de calibragem, não de corte, e a depender dos indicadores”, diz Vital.  

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Mesmo a indicação de manter os juros restritivos por “um período bastante prolongado” deve continuar. O próprio presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou em entrevistas que não é necessário alterar esse recado no comunicado para iniciar um ciclo de cortes da Selic. 

O cenário-base da Warren é de um primeiro corte da Selic em janeiro, de 25 pontos-base, para 14,75% ao ano. Ao final de 2026, a gestora estima os juros em 12,25% ao ano, após ajustes pequenos e graduais ao longo dos 12 meses.  

O estrategista-chefe não espera cortes bruscos em nenhum momento. Para ele, os ajustes devem se limitar entre 50 e 25 pontos-base nos primeiros meses do ano, antes das eleições.  

Corte na Selic e os riscos para 2026  

Os gatilhos para esse “ajuste fino” do Copom nos juros logo no início do ano vêm da própria economia.  

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Vital lista os dados que melhoraram nos últimos meses: produção industrial e dados de varejo que indicam economia mais fraca, Produto Interno Bruto (PIB) que confirma esses dados fracos da economia, inflação desaquecendo e, mesmo o mercado de trabalho, que se mostrava mais resiliente, em um “ponto de inflexão”.  

Para o estrategista-chefe, mais do que confirmar o impacto dos juros restritivos, o conjunto dos dados mostra um desaquecimento saudável, em que a economia ainda se sustenta.   

“São dados consistentes para esse ajuste fino nos juros. Estamos em um nível muito restritivo, que continuará restritivo após um primeiro corte. Por isso eu vejo espaço para essa pequena diminuição da Selic em janeiro. Não estamos falando em virar para um dígito”, diz Vital.  

O economista pondera que o trabalho do Banco Central é olhar para o futuro, para um horizonte de 15 a 18 meses à frente. Nesse sentido, considerações sobre eleições, subsídios eleitoreiros do governo e questões de curto prazo já foram feitas.  

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Vital afirma que possíveis impactos da isenção do imposto de renda para salários até R$ 5 mil, consignado privado e outros incrementos de renda aprovados neste ano para 2026 já entraram nos cálculos do Copom.  

Ainda assim, a inflação estimada pelo BC para o próximo ano é de 3,6% no ano. No horizonte relevante de 18 meses, de 3,3%. Ambas fora da meta de 3% ao ano, porém, caminhando para esse valor.  

A Warren estima 4,2% de inflação no próximo ano, uma projeção mais conservadora, segundo Vital. No entanto, de modo geral, ele vê os modelos do Copom e de outras casas convergindo para a meta no futuro.  

“Não será uma oscilação de curto prazo que mudará a decisão do Copom hoje ou no próximo ano”, diz o estrategista-chefe.

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