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Do total de R$ 1,3 trilhão em ativos dos fundos de pensão, cerca de R$ 890 bilhões estão em títulos públicos. Para Abrapp, isso não é bom sinal para o Brasil: “é preciso diversificar”, diz diretor-presidente
O sistema de Previdência Complementar Fechada (EFPC) — conhecido como fundos de pensão — encerrou o primeiro semestre de 2025 com R$ 1,33 trilhão em ativos, o equivalente a 11% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, segundo o Consolidado Estatístico da Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp).
A rentabilidade média no período foi de 6,48%, superando a meta atuarial (5,1%) e índices de referência como CDI (6,27%) e Ibovespa (6,01%). Segundo o diretor-presidente da Abrapp, Devanir Silva, o patrimônio das entidades deve chegar a R$ 1,4 trilhão até o fim do ano — frente os R$ 1,275 trilhão em 2024 — com índice de solvência acima de 100%.
Silva destacou que mais de R$ 890 bilhões do patrimônio das entidades estão aplicados em títulos públicos. Isso representa 84,4% do total, enquanto a renda variável responde por 8%, e 7,6% estão distribuídos entre imóveis, investimentos estruturados e aplicações no exterior.
Historicamente, essa é a menor participação em renda variável desde 2020, quando o segmento iniciou trajetória de queda após alcançar 20,4% das alocações. Desde então, a exposição vem diminuindo gradualmente — 15,8% em 2021, 13,7% em 2022, 12,3% em 2023 e 9% em 2024 — refletindo uma postura de gestão mais conservadora diante da volatilidade dos mercados e das mudanças no cenário de juros e inflação.
No entanto, ele pondera que essa concentração não é sustentável no longo prazo, e que o início do ciclo de cortes da Selic deve marcar uma nova fase para os fundos de pensão — com maior diversificação dos investimentos e alocação crescente em setores produtivos da economia real, como infraestrutura, inovação, agronegócio e energia.
Segundo o diretor-presidente da Abrapp, o movimento é inevitável: à medida que a rentabilidade da renda fixa se torna menos atrativa, os gestores precisarão buscar novas fontes de retorno sem abrir mão da segurança.
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“Hoje, uma remuneração como essa em renda fixa é atrativa — mas é apenas uma foto. E nós sabemos que essa foto muda. Nosso interesse é justamente o filme inteiro”, afirmou Silva durante coletiva com a imprensa nesta quinta-feira (16).
Se hoje o setor tem cerca de 11% do PIB em ativos, a meta da instituição para os próximos dez anos é chegar a 100%. O avanço colocaria o Brasil no mesmo patamar de nações com mercados previdenciários maduros, como Estados Unidos, Canadá, Holanda e Austrália, onde os ativos dos fundos de pensão superam o tamanho da economia — variando entre 130% e 160% do PIB.
Segundo o diretor-presidente da Abrapp, o país tem “governança, produtos e capacidade técnica” para chegar lá. Ele destacou ainda que o setor reúne ativos sólidos, solvência acima de 100% e foco em diversificação, o que reforça a ambição de transformar as EFPCs em motores de investimento e desenvolvimento sustentável no Brasil.
Além disso, a Abrapp ressaltou o compromisso de mostrar que a previdência complementar pode ser mais do que uma conta de investimentos de longo prazo. A associação tem apostado em educação previdenciária e inclusão financeira como forma de aproximar o sistema de um público mais amplo — especialmente autônomos e famílias fora do circuito tradicional dos fundos de pensão.
Um dos pilares dessa estratégia é a expansão dos Planos Família e Setoriais, que já reúnem R$ 2,8 bilhões em ativos e 137 mil participantes. Criados para permitir a adesão de familiares de participantes e profissionais sem vínculo formal, esses planos simbolizam o esforço de democratizar o acesso à previdência complementar, antes concentrada em grandes empresas e órgãos públicos.
Para Silva, o desafio é equilibrar resultado financeiro e impacto social. “Somos mais do que guardiões da poupança previdenciária — somos motores de investimento e de transformação social”, afirmou.
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