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Milhões de brasileiros sonham em abrir um negócio, mas especialistas alertam que a realidade envolve insegurança financeira, mais trabalho e falta de planejamento
Brasileiros sonham em ter o próprio negócio. Metade da população adulta (49,8%) que ainda não é empreendedora deseja empreender em até três anos. E esse é um número que diminuiu recentemente: entre 2020 e 2022, a taxa estava na faixa dos 53%, segundo a pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM) de 2024, em parceria com o Sebrae.
A tradução desse percentual é um contingente de 47 milhões de brasileiros potenciais empreendedores no próximo triênio — o segundo maior do mundo, atrás apenas dos 163 milhões da Índia. Na sequência, aparece o Egito, com 21 milhões.
Nos EUA, “o país das oportunidades”, são 20 milhões. Na China, 8 milhões.
A liberdade financeira foi a principal motivação dos brasileiros que já empreendem. É o que indica outra pesquisa, do PayPal, realizada neste ano com 301 empreendedores das cinco regiões do país.
São motivações que aparecem com frequência em pesquisas do gênero. No entanto, se confrontam com a realidade de empreender no Brasil.
A liberdade financeira é a primeira grande ilusão do empreendedorismo. Não que um negócio não possa dar certo e gerar bons lucros, mas esse processo leva tempo e exige muita dedicação — e dinheiro — até acontecer.
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Geralmente, os motivos práticos que levam brasileiros a empreender são dois: oportunidade ou necessidade.
“Uma coisa é a pessoa que trabalhou durante anos em uma área, enxerga uma oportunidade e quer empreender. Outra coisa é alguém que está há meses ou anos procurando emprego e decide vender doces para se sustentar”, diz Alex Nery, professor da FIA Business School.
Mas nenhum desses caminhos oferece a tão desejada liberdade financeira logo no início. Por meses, ou até anos, o empreendimento irá exigir todo o capital que entra. É necessário investir em mercadoria, estrutura, marketing, capacitação e outras áreas essenciais, mesmo em empresas pequenas.
“Tem gente que acredita que vai ficar rico em seis meses e se frustra. Ou vê um dinheiro começando a entrar, gasta tudo no lado pessoal e o negócio quebra”, afirma o professor da FIA.
Os empreendedores que participaram da pesquisa do PayPal indicaram essas dificuldades: 40% disseram que a maior barreira é a “insegurança e imprevisibilidade financeira”, enquanto 32% apontaram a “falta de recursos”.
A busca por mais tempo livre ao se tornar “o próprio chefe” também pode se mostrar um equívoco.
Enquanto funcionário, um profissional costuma exercer funções específicas — mesmo quando acumula várias atividades. Já como empreendedor, muitas vezes o dono do negócio fica responsável por praticamente tudo.
“Mesmo se o dono tem funcionários, a visão estratégica e o treinamento da equipe ainda estão nas mãos dele”, explica Eliane Cunha, consultora de negócios do Sebrae-SP.
Para Cunha, a organização do tempo é fundamental. O equilíbrio entre vida pessoal e profissional até pode vir no futuro, mas, no começo, é comum que essas duas esferas se misturem e consumam muito mais tempo do que o esperado.
Mais do que sonhar em empreender, os brasileiros sonham em mudar de realidade e melhorar de vida.
“A ideia de empreender traz essa expectativa de prosperidade. Se as coisas derem certo, a vida vai melhorar. Esse desejo faz as pessoas se arriscarem mais, se jogarem no sonho de ter o próprio negócio”, afirma a consultora.
O professor da FIA concorda que a expectativa de uma vida melhor é um importante motor para novos negócios, mas que não pode ser o único.
Ao se jogar de cabeça no sonho, uma das maiores falhas de novos empreendedores é não se planejar nem pesquisar o suficiente sobre a área, a concorrência, a demanda e as necessidades iniciais do empreendimento.
“O planejamento é um dos pontos mais importantes e deve ser feito mesmo quando se empreende por necessidade. Querer realizar os sonhos no impulso pode gerar frustração diante das dificuldades. Ou até causar questões psicológicas pelo medo de falhar após os esforços iniciais. É preciso preparo”, afirma Nery.

Não dá para dizer que tudo é sobre dinheiro — mas uma parte significativa é.
Uma pesquisa da Consumoteca, feita com 5 mil pessoas em 15 estados no início deste ano, mostrou que, para 81% dos brasileiros, o dinheiro é uma preocupação “forte”. Entre os respondentes da geração Z — nascidos entre 1995 e 2010 —, 34% classificaram a preocupação como “máxima”.
A pesquisa também mostrou que empreendedores são a principal referência de sucesso para os brasileiros, principalmente os mais jovens. Os motivos mais pontuados para a admiração são:
Ter “o trabalho dos sonhos” também aparece com força, com 41% das respostas.
E as redes sociais ajudam a construir o mito de empreender e essas figuras de sucesso. Mas mesmo as redes sociais podem ajudar tanto para o bem quanto para o mal.
De um lado, há o empreendedor “ostentação”, que promete riqueza rápida. De outro, há o empreendedor “consciente”, que compartilha dificuldades e mostra o dia a dia do negócio.
Cunha afirma que o empreendedorismo pode, sim, ser uma oportunidade de mudança de vida para muitas pessoas. Porém, essa jornada precisa ser conduzida de forma consciente, com planejamento e apoio formal sempre que possível.
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