🔴 SAIBA PROGRAMAR A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PARA O SEU TRABALHO COM A ‘FÁBRICA DE AGENTES DE IA’ – DESCUBRA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

SAI DA META, VOLTA PRA META

IPCA-15 desacelera e retorna à margem de tolerância da meta de inflação, mas um detalhe preocupa mais do que os preços dos alimentos

Prévia da inflação oficial desacelerou a +0,11% na passagem de dezembro para janeiro e a +4,50% no acumulado em 12 meses; no entanto, resultado do IPCA-15 ficou acima das projeções dos analistas

inflação carrinho mercado alimentos
Preços dos alimentos figuram como principais vilões da prévia da inflação de janeiro. Imagem: Shutterstock

A prévia da inflação oficial no Brasil voltou para dentro da margem de tolerância do Banco Central (BC) em janeiro de 2025.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O IPCA-15 desacelerou de +0,34% em dezembro de 2024 para +0,11% agora, informa o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No acumulado em 12 meses, o índice de preços desacelerou de +4,71% para +4,50%.

Com isso, a prévia da inflação oficial posiciona-se exatamente no teto da margem de tolerância da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

À primeira vista, a desaceleração do IPCA-15 inflação para dentro dos parâmetros da meta é uma boa notícia.

Isso porque o Banco Central encontra-se no meio de um ciclo de alta dos juros — deflagrado justamente com o objetivo de ancorar as expectativas de inflação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No entanto, talvez a notícia não seja tão boa quanto se esperava.

Economistas de mercado antecipavam deflação de 0,01% na passagem de dezembro para janeiro e desaceleração a +4,36% na inflação acumulada em 12 meses.

Leia Também

NAS MÃOS ERRADAS

Fim da humanidade? Desenvolvimento da IA sem controle pode levar a um bilhão de mortes, diz Bill Gates

O QUE BOMBOU NO SD

O sumiço das LCIs e LCAs, os R$ 10 bilhões do Bradesco e os dividendos da Petrobras (PETR4): as mais lidas da semana

Para Lucas Barbosa, economista da AZ Quest, o resultado do IPCA-15 em janeiro torna o trabalho do Banco Central ainda mais difícil.

Alimentos seguem pressionando a inflação

A alta dos preços dos alimentos mais uma vez figurou como principal vilão da inflação.

O grupo Alimentação e Bebidas apresentou alta de 1,06% na passagem de dezembro para janeiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Individualmente, o preço do tomate subiu 17,12% e o do café moído avançou 7,07% no período analisado pelo IBGE.

Hoje, inclusive, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reúne com ministros de governo para discutir medidas capazes de aliviar a inflação dos gêneros alimentícios.

Para Bruno Balassiano, do BTG Pactual, a composição do índice como um todo veio significativamente pior do que se esperava.

O único grupo a apresentar queda nos preços em janeiro foi o de Habitação, que recuou 3,43% e de algum modo contrabalanceou o índice cheio.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O que preocupa mais do que a inflação dos preços alimentos

A alta dos preços dos alimentos vem puxando a inflação há meses.

Agora, no entanto, um item preocupa ainda mais do que a alimentação, segundo André Valério, economista sênior do banco Inter.

É o chamado núcleo da inflação, que mede a alta dos preços sem levar em consideração itens mais voláteis, como alimentos e combustíveis.

Em janeiro, o núcleo da inflação aumentou 0,67%. Trata-se da leitura mensal mais salgada desde fevereiro de 2023. No acumulado em 12 meses, a variação do núcleo chegou a +4,43%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“O comportamento do núcleo sugere maior inflação de demanda em janeiro, o que é corroborado pelo comportamento da inflação de serviços”, afirma Valério.

Na avaliação de Valério, embora negativo, o resultado do IPCA-15 em janeiro não altera a expectativa em relação à próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC, marcada para quarta-feira que vem.

Em dezembro, o Copom emitiu forward guidance, antecipando altas de 1 ponto porcentual da taxa Selic nas reuniões de janeiro e março.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Dolphin Mini 26 de setembro de 2026 - 15:00
26 de setembro de 2026 - 11:24
IA, Dinheiro, lucro, Esquecido 26 de setembro de 2026 - 9:00
bets apostas online cassinos online inadimplentes 25 de setembro de 2026 - 18:58
Ibovespa na bolsa brasileira, com investidores acompanhando o mercado em meio às perspectivas para ações e ao risco fiscal. 25 de setembro de 2026 - 18:40
Greve na Caixa: Montagem com o logotipo da Caixa diante dos logotipos de Tenda, Cury, Direcional, MRV e Plano&Plano. 25 de setembro de 2026 - 16:36
Máquina de milionários das loterias em manutenção. Lotofácil, Quina, Mega-Sena. 25 de setembro de 2026 - 6:48
Pilhas de moedas ao fundo com cesta cheia de alimentos na frente 25 de setembro de 2026 - 6:03
Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central do Brasil, está sentado, com um microfone e um copo de água sobre a mesa que está a sua frente 24 de setembro de 2026 - 17:30
Logo da Cogna (COGN3) 24 de setembro de 2026 - 16:45
24 de setembro de 2026 - 15:49
Luis Stuhlberger, gestor do fundo Verde 24 de setembro de 2026 - 13:39
24 de setembro de 2026 - 10:57
Tela com informações sobre o BPC (Benefício de Prestação Continuada) exibida em smartphone ao lado de uma cédula de R$ 100. 24 de setembro de 2026 - 5:05
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar